terça-feira, 5 de setembro de 2017

ANAC prometeu passagens aéreas mais baratas e era “lorota”. Estão mais caras


É possível calcular os prejuízos das decisões da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aos passageiros, enquanto beneficiam empresas aéreas, ao menos no caso de cobrança por malas.
A portuguesa TAP é a primeira estrangeira, com operações no Brasil, a cobrar pelo serviço.
Uma mala de até 23 kg, que era transportada de graça, custa agora 45 euros (R$168) ao cliente, mas só se o passageiro pagar pela internet.
Se deixar para o check-in, sobe para 80 euros (R$300) cada mala.
Ao inventar a cobrança de bagagem, alegrando as empresas, a Anac prometeu que as passagens ficariam mais baratas.
Era lorota.
No Brasil, os passageiros já pagavam a passagem aérea mais cara do planeta, e agora pagam caro também pelas malas.
A Anac é um peso nas costas do cidadão sob todos os aspectos. Somente com sua folha de pessoal foram R$300,8 milhões em 2016.
Cláudio Humberto

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