domingo, 30 de setembro de 2018

Eduardo Bolsonaro: Mulheres de direita são mais bonitas

O deputado Eduardo Bolsonaro afirmou durante ato na Avenida Paulista neste domingo, 30, que se Fernando Haddad for eleito “ele dará indulto para o Lula no dia seguinte”. Ele também disse que se Bolsonaro for eleito, o ex-presidente Lula irá cumprir pena em um presídio comum. Ele ainda pediu para que os eleitores votem de camisa amarela no próximo domingo.
O protesto ocorre um dia depois de manifestações contra o candidato terem acontecido em todas as capitais do país e em cidades no exterior. Atos pró Bolsonaro também foram registrados no sábado, 29, em menor quantidade.
Segundo o deputado, o resultado da eleição “vai ser igual ao Trump, que venceu quando todos estavam contra ele nos Estados Unidos” -o presidente americano venceu a democrata Hillary Clinton no colégio eleitoral, mas perdeu no voto popular, em 2016.
Um dia depois do ato que reuniu mulheres contrárias ao candidato do PSL, Eduardo Bolsonaro falou às mulheres que apoiam seu pai. “As mulheres de direita são mais bonita que as da esquerda. Elas não mostram os peitos nas ruas e nem defecam nas ruas. As mulheres de direita têm mais higiene”, disse o deputado, que ainda criticou o autor do atentado contra Bolsonaro, Adélio Bispo de Oliveira. “Meu pai não tomou uma facada por alguém que queria tomar a carteira dele. Eles estão com medo”, concluiu.
No caminhão de som, militantes ressaltam a participação feminina no evento – dizendo que as mulheres são mães, amigas, que cuidam da casa, dos homens e da família.
A primeira a se pronunciar no carro de som foi a candidata a deputada federal pelo PSL, Carla Zambelli: “A nossa manifestação é verde e amarela. Nossa manifestação tem bandeira do Brasil e não de partidos. Somos movidos pelo amor por uma pessoa que vai mudar o país. Finalmente teremos paz com Jair Bolsonaro na Presidência. Ele é o único presidente que irá fortalecer a Polícia Federal. É a primeira vez em décadas que temos um presidente que fala de Deus com lágrimas nos olhos. O nosso estado é laico mas não é ateu”, afirmou. Em seguida, a candidata iniciou uma oração, finalizada por “ele sim” pelos manifestantes presentes.
Participam também do ato o candidato do PSL ao Senado em São Paulo, Major Olímpio, o candidato a deputado estadual Delegado Olim (PP) e o dono das Lojas Centauro, Sebastião Bomfim, que subiu no palanque e discursou a favor de Bolsonaro. Ele puxou o coro de “mito, mito”.
Terra

Empresa acusada pela IstoÉ de transportar R$ 6 milhões a pedido de Lula taxa matéria como mentirosa e avisa que vai adotar medidas judiciais, cíveis e criminais

A empresa CLC, que foi apontada pela IstoÉ como responsável pelo transporte de R$ 6 milhões em um avião do Rio Grande do Norte até o Ceará a pedido do ex-presidente Lula, emitiu uma nota de esclarecimento sobre o caso. A empresa negou a informação apresentada pelo jornalístico, taxou o conteúdo como “mentiroso”, argumentou que a Polícia esteve no local e ainda adiantou que irá adotar todas as medidas judiciais, cíveis e criminais contra a IstoÉ.
Nota de Esclarecimento
A despeito de matéria com o título “Brasil: Como Lula opera a campanha na cadeia”, onde uma retranca jornalística com subtítulo “Avião com R$ 6 milhões a bordo caiu em Boa Viagem (CE). Mas os recursos chegaram no destino: a campanha de Weverton Rocha, PDT.”, a Revista IstoÉ, edição 2544, de 28 de setembro de 2018, comete uma série de inverdades, contra pessoas e uma empresa há 23 anos estabelecida no mercado, cumpre-nos informar à sociedade a estranheza do teor da notícia e o estabelecimento dos fatos como realmente aconteceram.
A matéria – possivelmente construída a partir de interesses políticos inconfessáveis, o que não nos cabe considerar, traz em seu bojo informes fantasiosos. Veja-se:
1) Induz a matéria que o destino da aeronave Cirrus Design SR 22 Prefixo PR-COR era o município de São Luiz (MA), quando a rota a ser cumprida era de Mossoró-RN a Crateús (CE), com alternativa para Tauá (CE). O avião saiu por volta de 07h30min, do dia 14 de setembro de 2018, dando uma pane no município de Boa Viagem-CE, o que provocou o pouso de emergência;
2) Depois diz ser o objetivo o transporte de 6 milhões de reais, cuja quantia havia chegado ao destinário. Ora, no local em que o pouso ocorreu o piloto e o passageiro da aeronave foram visitados por uma guarnição da Polícia Militar e pelo delegado e agentes da Polícia Civil, destacamentos do município de Boa Viagem (CE), que, por meia hora, fizeram vistoria e se colocaram à disposição para colaborar com o que fosse possível, sendo que a Polícia Militar esteve no local uma segunda vez colaborando com o reboque do avião. Houvesse dinheiro, o Boletim de Ocorrência registraria. Tem mais: o objetivo da viagem a Crateús (CE) era visita rotineira a obra – construção de trecho da CE 467, trecho entre os municípios de Nossa Senhora do Livramento e Monsenhor Tabosa, Estado do Ceará, não havendo nada além de documentos técnicos e projetos da obra;
3) Também insinua haver 3 pessoas quando do acidente. A verdade é que estavam presentes somente o piloto José Severino Enéas Cândido e o diretor da CLC, o Sr. Céliton Luiz Costa de Oliveira;
4) Sobre a propriedade da aeronave em tela, como forma de dirimir dúvidas, a sua propriedade é da CLC Construtora, adquirida em 3 de setembro de 2018, sendo que o seu registro ainda não havia sido alterado no Setor de Licenças da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), em face do pouco tempo de propriedade, e assim constou como sendo da Vokan Seguros.
A empresa, categoricamente, repudia o conteúdo mentiroso da matéria e informa que buscará repor a verdade, preservando a sua imagem e garantindo a confiança que desfruta em todos os estados da Região Nordeste, bem como tomará as medidas judiciais, cíveis e criminais.
CONSTRUTORA LUIZ COSTA – CLC

Eleição e tecnologia: o que pode e o que não pode no dia da votação


O primeiro turno das Eleições 2018 ocorrerá no próximo dia 7 de outubro. E com uma campanha tão marcada pelas mídias sociais e tecnologia, é comum que os eleitores fiquem na dúvida sobre o que podem ou não fazer no dia da votação. No entanto, é preciso estar atento: violar o sigilo do voto ou fazer boca de urna pode render multas e até cadeia para quem for pego.
Para te ajudar, o Olhar Digital preparou um pequeno guia sobre o uso de tecnologia no dia da votação. Veja a seguir que posturas o eleitor deve ter offline e online neste momento tão importante da nossa democracia.
Pode tirar selfie com a urna?
De forma alguma! Desde 2014, o Tribunal Superior Eleitoral proíbe a entrada de telefones celulares na cabine de votação. O Artigo 88 da resolução 23.399 também determina que máquinas fotográficas, filmadoras, equipamentos de radiocomunicação ou qualquer instrumento que possa comprometer o sigilo do voto devam ficar fora da cabine. Os objetos deverão ficar retidos pelos mesários enquanto o voto é realizado.
Segundo o TSE, o objetivo dessa proibição é evitar que eleitores possam ser coagidos no momento do seu voto, sendo obrigados a escolher determinados candidatos. No caso de descumprimento da lei, o indivíduo pode estar sujeito a detenção de até dois anos ou pagamento de multa. Até a porta da seção eleitoral, por outro lado, os selfies são liberados.
Pode levar a cola do voto no celular?
Também não! Como não é possível utilizar eletrônicos dentro da cabine de votação, o eleitor não poderá utilizar apps de anotação para lembrar os números do candidatos. A única opção é levar a boa e velha colinha de papel, que pode até mesmo ser do modelo do site do TSE.
Posso votar com o e-Título?
O e-Título é uma das grandes novidades para as eleições deste ano. Com ele, os usuários do Android e iPhone podem acessar uma versão virtual do seu título eleitoral e deixar a versão impressa em casa. No entanto, durante a votação, o aparelho terá que ficar retido pelos mesários. Veja como usar o e-Titulo.
Posso declarar meu voto nas redes sociais?
A postura do eleitor nas redes sociais deve seguir as mesmas regras válidas para o seu comportamento offline. Ou seja, é preciso agir com bastante cautela. Segundo a publicação da BBC Brasil, é permitido declarar abertamente o seu voto em plataforma como o Facebook e Twitter, no qual o receptor tem escolha se deseja ler ou não a mensagem.
Por outro lado, o eleitor não deve abordar alguém diretamente via SMS ou aplicativo de mensagens como Messenger e WhatsApp para declarar o seu voto ou fazer campanha. Como o receptor não terá opção se lerá ou não a publicação, a prática pode ser interpretada como boca de urna. Este crime é passível de detenção de seis meses a um ano, prestação de serviços à comunidade e pagamento entre R$ 5 mil a R$ 15 mil, segundo o TSE.

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Vai ser igual Trump nos Estados Unidos, diz filho de Bolsonaro sobre pesquisas


O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL), filho de Jair Bolsonaro, questionou os números das pesquisas divulgadas nos últimos dias que mostram uma estagnação do presidenciável e ainda a derrota dele em praticamente todos os cenários de segundo turno.
Ele questionou pesquisas e pediu para todos votarem de verde e a amarelo. “Vai ser lindo. Vai ser como Trump nos Estados Unidos”, afirmou.

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Brasil pode perder certificado de eliminação do sarampo, alerta Opas

O Brasil tem até fevereiro de 2019 para reverter os surtos de sarampo registrados em diversas áreas do país – sob pena de perder o certificado de eliminação da doença, concedido pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) em 2016. O alerta foi feito pela assessora regional de Imunizações da entidade, Lúcia Helena de Oliveira, durante a 20ª Jornada Nacional de Imunizações, no Rio de Janeiro.
Dados do Ministério da Saúde mostram que, até 24 de setembro, foram confirmados 1.766 casos de sarampo, dos quais 1.367 no Amazonas e 325 em Roraima.
Há ainda, segundo a pasta, quase 8 mil casos em investigação em ambos os estados, além de casos isolados em São Paulo (3), no Rio de Janeiro (18), no Rio Grande do Sul (29), em Rondônia (2), em Pernambuco (4), no Pará (14) e em Sergipe (4).
Lúcia Helena de Oliveira lembrou que a Venezuela, de onde veio a cepa de sarampo identificada no Brasil, perdeu seu certificado de eliminação em junho deste ano.
Contra o tempo
O critério adotado pela Opas para conferir transmissão sustentada é que o surto se mantenha por um período superior a 12 meses. As autoridades sanitárias brasileiras, portanto, correm contra o tempo, já que os primeiros casos da doença no Norte do país foram identificados no início do ano.
“Sabemos que os casos no Brasil são de importação, lamentavelmente, pelas condições de saúde em que vive a Venezuela. Mas só estamos tendo casos de sarampo no Brasil porque não tínhamos cobertura de vacinação adequada. Se tivéssemos, esses casos viriam até aqui e não produziriam nenhum tipo de surto”, destacou a assessora da Opas.
Atualmente cerca de 4,4 mil municípios atingiram a meta de vacinação estipulada por meio de campanha, o que representa que aproximadamente 1,3 mil cidades permanecem com coberturas vacinais que deixam a desejar.
“As importações continuarão sendo uma ameaça permanente. A única forma de evitar a disseminação do vírus é obtendo coberturas vacinais acima de 95% em todos os municípios – não somente em nível de país”, ressaltou Lúcia Helena Oliveira.

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Candidatura de Larissa dispara e já abrange mais de 50 cidades


A sete dias da eleição, ganha ainda mais musculatura política a candidatura da deputada estadual Larissa Rosado (PSDB), que recebe reforços em todas as regiões do Rio Grande do Norte e já soma apoios de grupos políticos em mais de 50 municípios.
A cidade de Maxaranguape, distante 40 quilômetros de Natal, é um exemplo. Lá, a vereadora Dra. Jarleane Câmara, destaca a experiência e compromisso de Larissa como fatores determinantes na decisão pelo apoio à parlamentar.
“Larissa já demonstrou ter compromisso com o Rio Grande do Norte. Experiente, tenho certeza que fará ainda muito mais pelo nosso estado e por Maxaranguape”, justifica.
Já na Região Oeste, Larissa conquistou a parceria de um dos mais tradicionais grupos políticos de Baraúna, comandado pelo casal Aldivon e Lúcia Nascimento (PR), ex-prefeito e atual prefeita do município.
“A deputada Larissa representa o perfil de parlamentar que o Rio Grande do Norte precisa. É dinâmica, tem trabalho prestado aos potiguares, em especial aos baraunenses, e continuará lutando por um estado melhor na Assembleia”, pontua.
Larissa é líder em Mossoró para deputada estadual
A postulação de Larissa foi abraçada em Mossoró. Além da principal liderança política local, prefeita Rosalba Ciarlini (PP), um terço dos vereadores (9 dos 21 parlamentares) também se soma à reeleição, entre outras lideranças expressivas de Mossoró.
Os apoios se convertem em números. Nas pesquisas de opinião para deputado no município (públicas e internas), Larissa aparece em primeiro lugar, com considerável intenção de voto. Nas ruas, não é diferente. A multidão está presente nas atividades promovidas pela deputada.
Ontem, a candidata promoveu a tradicional movimentação na Avenida Presidente Dutra, Alto de São Manoel e a rua foi tomada por apoiadores. “É muito gratificante ver as pessoas saírem de suas casas para estarem ao nosso lado”, diz Larissa.
“A dedicada luta de Larissa em defesa da educação, em especial à Uern, me deixa muito tranquilo e à vontade para defendê-la como minha opção. O Rio Grande do Norte, a Uern e a cidade de Mossoró precisam de Larissa na Assembleia”, defende o vereador Professor Francisco Carlos.
“Essa soma de apoios atesta a confiança no nosso trabalho e mostra que estamos no caminho certo, trabalhando em diversas frentes e levando benefícios a municípios de todo o estado, seja destinando emendas, apresentando projetos ou sendo a voz da população na Assembleia Legislativa. E com esse propósito vamos seguir em frente”, assinala Larissa.

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Partidos do centro lideram disputas em 16 estados brasileiros; esquerda foca no Nordeste


Os partidos do centro – PSDB, MDB, DEM, PP, PSD, PROS e PHS – lideram as pesquisas do Ibope de intenção de voto nas eleições 2018 para os governos de 16 Estados. Apesar da fragmentação dessa força política, que se dividiu em quatro candidaturas à Presidência e hoje potencialmente fora da disputa do segundo turno, segundo as pesquisas, ela deve ganhar o mesmo número de unidades da federação que em 2014.
Esses partidos compunham a base original do governo de Michel Temer – o PSB, que também participou da base, deve vencer em outros seis Estados. Os resultados das pesquisas mostram que, apesar da polarização entre esquerda e extrema-direita na corrida presidencial, 21 dos 27 governadores devem sair de legendas que não apoiam nem o petista Fernando Haddad nem o deputado Jair Bolsonaro, do PSL.
A coligação que dá sustentação à candidatura de Haddad tem chance de eleger seis governadores, contando um do PROS, que deixou de ser centro. Os demais devem vir do PT (4) e do PCdoB (1). Já PSL e PRTB, que estão com Bolsonaro, não lideram em nenhum Estado. O cenário é bem diferente do ocorreu em 2014, quando as alianças que foram para o segundo turno elegeram 23 dos 27 governadores.
Com a eleição de governadores centristas, cientistas políticos consideram que eles podem desempenhar um papel de contrapeso e moderação a partir de 2019, a depender de sua capacidade de articulação. Ao todo, quem mais tem candidatos em primeiro ou segundo lugar nas disputa estaduais é o PSDB (8), seguido pelo PT (7), PSB (7) e MDB (7), além de DEM e PDT, com 5 cada um.
As projeções impõem um desafio à governabilidade, segundo a professora de Ciência Política Vera Chaia, da PUC-SP. “Existe interdependência. Do presidente em relação aos governadores para formar suas bases eleitorais e no Congresso, mas também dos governadores em relação ao presidente para execução de seus programas. As brigas políticas para conseguir verbas também dependem da boa relação do presidente.”
Outro papel importante dos governadores será na negociação e aprovação de futuras reformas, como a da Previdência e a tributária. “Nossos governadores terão um papel importante de diálogo com o futuro presidente. Buscaremos o entendimento”, afirmou o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), que pode se eleger no primeiro turno para o governo de Goiás, segundo as pesquisas.
A eleição de candidatos ligados ao centro, além de mostrar o descolamento das disputas estaduais da polarização presidencial, aponta para uma possível estabilidade pós-eleição. “O Congresso se adapta ao presidente. A ideia dos governadores não alinhados faz com que eles também tenham que se adaptar. Se não, fica inviável governar”, diz o cientista político Kleber Carrilho, da Universidade Metodista de São Paulo.
Esquerda
Na esquerda, PT, PSB e PCdoB têm chances de manter oito Estados no Nordeste. Dirigentes petistas admitem reservadamente que o partido deve eleger menos governadores do que em 2014. O partido dificilmente manterá Minas e o Acre, a mais longeva administração da legenda, governada pelo PT desde 1995.
As esperanças são as reeleições na Bahia, Ceará e Piauí e vitórias no Rio Grande do Norte e Santa Catarina. “Vamos para o segundo turno em Minas e no Acre”, disse a secretária nacional de Organização do PT, Gleide Andrade. Segundo ela, “quando ficar polarizado, o Haddad vai crescer muito em Minas e o (Antonio) Anastasia (PSDB) não vai mais poder continuar escondendo Aécio (Neves)”.
Quatro anos após a morte de Eduardo Campos em um acidente aéreo, o PSB se reergueu e chega com perspectiva de vitória em Sergipe, Paraíba, Amapá, Amazonas, Pernambuco e Espírito Santo. “Isso mostra que fizemos o planejamento estratégico correto e que nosso partido consegue se renovar e espalhar lideranças”, disse o presidente da legenda, Carlos Siqueira. “Bom não é (estar restrito a uma região), mas é melhor do que nada,”, analisa o cientista político Rodrigo Prando, da Universidade Mackenzie.

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Militares fecham pacote para reforma da Previdência

Diante da disposição do governo de fazer a reforma da Previdência, os militares se antecipam para apresentar uma proposta antes que sejam surpreendidos com um pacote fechado. Eles aceitam, por exemplo, que pensionistas, soldados e cadetes passem a contribuir.
Também concordam em aumentar o tempo mínimo de serviço de 30 para 35 anos, mas sem exigência de idade mínima. Em troca, querem equiparar os salários dos generais quatro estrelas aos de ministros e não abrem mão da aposentadoria integral e paridade de reajuste.
A cúpula militar quer entregar a proposta assim que a reforma dos civis for aprovada. Não querem correr o risco de terem somente suas regras alteradas.
Também está em debate a criação de uma previdência complementar, como a Funpresp, para quem ingressar na carreira militar a partir da data da aprovação.

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Em Martins, Carlos Eduardo recebe apoio de prefeita, vice, vereadores e lideranças


O candidato a governador pela coligação 100%RN, ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo(PDT), recebeu neste domingo (30/09), o apoio da prefeita Olga Fernandes, da vice-prefeita Flávia Lamas Fernandes, da ex-prefeita Maria José Gurgel Costa( Mazé), todas do DEM de Martins, 371 quilômetros a Oeste da capital . Vereadores também declararam voto a Carlos Eduardo.
Majoritário em Martins há vários anos, o grupo político da prefeita Olga Fernandes entra firme na reta final para construir um novo cenário na eleição para governador, com amplas chances de vitória para Carlos Eduardo.
Estiveram presentes em Martins, Carlos Eduardo, o senador José Agripino(DEM) , candidato a deputado federal e o deputado estadual e candidato à reeleição Gustavo Fernandes(PSDB). Em Martins, Carlos Eduardo encerrou a maratona iniciada sexta-feira no Oeste e partiu ao Seridó para novas visitas(Jardim de Piranhas, Serra Negra do Norte, Jardim do Seridó e Caicó) com a Caravana 12.

Por Robson Pires

Alta do dólar contribui para inflação na área da saúde, diz Ciro

O candidato à Presidência pelo PDT nas eleições 2018, Ciro Gomes, disse neste domingo que a recente valorização do dólar ante o real contribuiu para a inflação da área da saúde. “Praticamente todos os insumos são importados e, com o câmbio, já há uma inflação de 32% no setor”, disse o presidenciável durante evento com representantes do segmento, na capital paulista.
O pedetista ainda enfatizou seu descontentamento com as condições da saúde brasileira. “Em 38 anos de vida pública, nunca me assustei tanto com o cenário do Brasil. A situação do SUS (Sistema Único de Saúde) está em colapso”, ressaltou.
A Proposta de Emenda à Constituição nº 55 (PEC 55), que prevê o congelamento do orçamento para gastos primários, novamente foi citada pelo candidato como um fator que colabora para a manutenção dos problemas da área da saúde. “A política de teto de gastos limita investimentos”, criticou.
Minutos antes, Ciro recebeu propostas de diversos representantes do setor que informavam, por exemplo, os locais onde faltam médicos no País. Em resposta, ele se comprometeu a analisar todos os pleitos e, se eleito, lutar por saúde de qualidade.
Estadão Conteúdo

Núcleo da campanha de Haddad enfrenta acusações e processos na Justiça


O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, vem se cercando em sua campanha de auxiliares que foram delatados em desdobramentos da Operação Lava Jato ou que possuem pendências na Justiça, como denúncias e ações cobrando ressarcimento aos cofres públicos.
A escolha da equipe ocorre na esteira de uma sequência de embates do partido com o Poder Judiciário e investigadores.
Para a função de tesoureiro de campanha, Haddad escolheu o ex-vereador paulistano Francisco Macena, que responde com o presidenciável a um processo na Justiça Eleitoral por suposto caixa dois na campanha municipal de 2012.
Macena foi o responsável pelas contas da candidatura do partido na capital naquela eleição. As finanças foram postas sob suspeita por delatores da empreiteira UTC em desdobramento da Lava Jato.
O próprio comando nacional do partido atualmente está a cargo de uma denunciada na Lava Jato. A senadora Gleisi Hoffmann (PR), presidente nacional do PT, conseguiu em junho se livrar de ação penal no STF (Supremo Tribunal Federal) em que era acusada de se beneficiar de recursos desviados da Petrobras.
Ela ainda enfrenta, porém, duas denúncias da Procuradoria-Geral da República pendentes de análise na Justiça. Uma delas, de 2017, acusa a cúpula do PT, incluindo Lula e Dilma Rousseff, de formar uma organização criminosa que se beneficiou de pagamentos da Odebrecht e da JBS.
Em outra denúncia, apresentada em abril deste ano, o Ministério Público Federal acusou a Odebrecht de pagar R$ 3 milhões para a campanha de Gleisi de 2014 tendo como contrapartida a ampliação de linha de crédito do BNDES para projetos em Angola.
O PT também recrutou para a coordenação da campanha um quadro veterano da sigla, o ex-presidente da Petrobras José Sergio Gabrielli, que não vinha ocupando cargos públicos nos últimos anos.
Ele se tornou alvo de ao menos duas ações de improbidade (em que não são apurados crimes, mas responsabilidade cível em danos aos cofres públicos) em decorrência de sua atuação na estatal.
Na esfera penal, figurou entre os investigados em um dos principais inquéritos sobre a operação no Supremo, mas nunca virou réu nem foi denunciado (acusado formalmente).
Seu maior revés foi uma decisão do Tribunal de Contas da União que o responsabilizou em 2017 pelos danos provocados à empresa na negociação da refinaria de Pasadena (EUA) e o condenou, com o ex-diretor Nestor Cerveró, a devolver US$ 79 milhões (R$ 320 milhões em valores de hoje) ao erário, além de pagamento de multa.
Em junho, Gabrielli conseguiu no Supremo desbloquear seus bens em uma medida que havia sido imposta em outro procedimento do TCU, sobre obras na refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco.
Braço direito de Lula após a saída da Presidência, Paulo Okamotto também atua junto à campanha presidencial e ainda consta como investigado em um inquérito da Lava Jato em Curitiba aberto na sequência de investigações sobre o ex-presidente deflagradas ainda em 2015.
O inquérito aborda o financiamento da empresa de palestras do petista, que recebeu recursos de empreiteiras, e o Instituto Lula. Okamotto é sócio minoritário dessa empresa e administrador dela, além de ter dirigido o instituto que leva o nome do ex-presidente.
O auxiliar de Lula foi réu no processo do tríplex de Guarujá, no qual o ex-presidente foi condenado, sob a acusação de lavagem de dinheiro. Okamotto, porém, foi absolvido pelo juiz Sergio Moro e também na segunda instância.
Gilberto Carvalho, um dos coordenadores da campanha petista, é réu, junto com Lula, sob acusação de corrupção passiva por, segundo o Ministério Público Federal, ter aceito promessa de vantagem indevida de R$ 6 milhões para favorecer montadoras em edições de medidas provisórias.
Em troca, o dinheiro serviria para arrecadação ilegal de campanha do PT. A ação penal é relativa à Operação Zelotes.
O ex-ministro Ricardo Berzoini, que também integrou a coordenação de campanha, foi um dos investigados no inquérito chamado de “quadrilhão do PT”.
Em março, o ministro do STF Edson Fachin determinou o desmembramento da ação e enviou o caso do ex-ministro para a Justiça Federal do Distrito Federal.
O pedido para investigar Berzoini no âmbito das irregularidades na Petrobras chegou ao STF em 2016, pela Procuradoria-Geral da República.
A defesa de Berzoini até pediu o arquivamento do trecho do inquérito que o menciona, argumentando que o Ministério Público não havia encontrado evidências de atuação irregular dele, mas o STF negou o pleito.
Nunzio Briguglio, assessor de imprensa de Haddad, foi relacionado em ação civil do Ministério Público de São Paulo, ao lado do ex-prefeito.
O processo investigou supostas irregularidades nas contas do Theatro Municipal. Nunzio foi secretário municipal de Comunicação na gestão do petista (de 2013 a 2016).
Folhapress

Eleições mudam o início do horário de verão

As eleições vão causar mudanças até no cronograma do horário de verão. Tradicionalmente, o início é a partir da meia-noite do terceiro domingo de outubro, mas neste ano foi adiado para dia 4 de novembro – primeiro domingo após o segundo turno. Com 15 dias a menos, o novo horário durará cerca de três meses, até o dia 6 de fevereiro de 2019.
No entanto, é possível que essa data ainda sofra modificações. O Ministério da Educação (MEC) solicitou ao presidente Michel Temer o adiamento do início do horário de verão em razão das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
A avaliação do MEC é que a alteração no horário poderia gerar confusão, fazendo com que candidatos possam perder o exame devido à alteração no horário.
Alterações
A decisão de adiar o início do horário de verão ocorreu no final de 2017, quando Temer atendeu a um pedido do ministro Gilmar Mendes, então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e assinou um decreto para reduzir o período com o objetivo de evitar conflitos com as eleições.
A expectativa é que a medida dê mais agilidade à apuração dos votos, pois a diferença máxima de fuso horário em relação a Brasília, também durante o segundo turno das eleições, continuará sendo de duas horas e não de três horas, como ocorre a partir da entrada em vigor do horário de verão.
Outro reflexo da medida deve ser percebido na divulgação dos resultados parciais da votação para presidente da República, que só pode começar após a conclusão da votação em todo país.
Estados
Neste ano, municípios do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, do Paraná, de São Paulo, do Rio de Janeiro, Espírito Santo, de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e do Distrito Federal adiantam em uma hora o relógio.
O leste do Amazonas, Roraima e Rondônia deixam o relógio atrasado em duas horas em relação a Brasília, enquanto Acre e parte oeste do Amazonas atrasam o relógio em três horas em relação ao horário oficial do país.
Provas
As datas das provas do Enem foram marcadas para os dias 4 e 11 de novembro. No dia 4, serão aplicadas as questões de linguagem, ciências humanas e redação, com duração prevista de 5 horas e 30 minutos. No dia 11, será a vez das questões envolvendo ciências da natureza e matemática, com duração de 5 horas. A abertura dos portões será às 12h e o fechamento, às 13h.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) não discute a possibilidade de alterar as datas das provas. Caso o pedido não seja acatado, o horário de verão começará à 0h do dia 4 de novembro e terminará em 16 de fevereiro de 2019.
Agência Brasil

IstoÉ diz que construtora de Mossoró levou R$ 6 milhões a pedido de Lula

O avião da construtora mossoeoense CLC teria feito o transporte de R$ 6 milhões, por orientação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para irrigar a campanha do deputado Weverton Rocha, do PDT do Maranhão, ao Senado Federal. A reportagem de capa é sobre como Lula, direto da prisão de Curitiba, está operando a campanha de Fernando Haddad (PT) à Presidência do Brasil.
O material jornalístico diz que Lula, condenado a 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, transformou a sala-cela em Curitiba no QG da candidatura de Fernando Haddad. De lá, o petista articula a cooptação de caciques regionais e até entregas de dinheiro por meio de jatinhos.
Veja o trecho que envolvendo a CLC no esquema de envio de dinheiro:
“Avião com R$ 6 milhões a bordo caiu em Boa Viagem (CE). Mas os recursos chegaram no destino: a campanha de Weverton Rocha, PDT.
Conforme apurou ISTOÉ, um avião experimental Cirrus, da Vokan Seguros, a serviço da empreiteira CLC (Construtora Luiz Carlos), foi quem cuidou do transporte do dinheiro do Ceará com destino a São Luis.
A CLC faz um trecho da BR-222, na região de Sobral (CE), uma obra do Ministério dos Transportes. No trajeto, percorrido no dia 14 de setembro, uma quase-tragédia: o avião acabou caindo com o dinheiro a bordo na cidade de Boa Viagem. Os recursos eram escoltados por um policial.
Com o acidente, outros agentes foram ao local imaginando que a aeronave pudesse transportar drogas. Coube ao policial a bordo do Cirrus a tarefa de tranquilizar os colegas, dizendo-lhes que não se preocupassem com a ocorrência, pois ninguém havia ficado ferido.
O dinheiro, contudo, chegou ao destinatário final, cumprindo os desígnios de Lula: a campanha do pedetista Weverton – convertido a empedernido cabo eleitoral de Haddad.
Mas ainda havia uma ponta solta no novelo da costura feita por Lula no Maranhão. Era preciso atrair para seu arco de alianças o ex-senador José Sarney e sua filha Roseana, candidata do MDB ao governo do Estado contra Flávio Dino.
A família Sarney vinha trabalhando pela eleição do presidenciável do partido, Henrique Meirelles, mas a conduta mudou quando Sarney recebeu o recado de Lula, transmitido por meio de Gilberto Carvalho: “Quero a família Sarney na campanha do Haddad”, determinou Lula da cadeia. Os Sarneys fecharam também com Lula. Resultado: Haddad cresceu no Maranhão de 4% para 36% e Ciro estagnou nos 13%.
Na abertura da reportagem, a revista discorre:
“Preso há seis meses numa sala-cela da PF em Curitiba, o ex-presidente Lula está apenas no início do cumprimento de uma pena de 12 anos e 1 mês de cadeia por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Teoricamente, o cárcere deveria servir para o réu se regenerar dos crimes cometidos, não voltar a delinqüir e deixar o presídio após o final da pena apto a se reintegrar à sociedade, devidamente recuperado. Mas Lula parece não se emendar.
Ao exercer sem qualquer cerimônia ou pudor o papel de coordenador da candidatura do presidenciável Fernando Haddad (PT), o petista transformou a sala-cela num QG da campanha, onde acontecem manobras pouco ortodoxas no vale-tudo para eleger o petista. Sob as barbas das autoridades, Lula vale-se da estrutura carcerária para operar a estratégia eleitoral petista, colocando em prática métodos nada republicanos no esforço para cooptar apoios de partidos como MDB, PR, PP e PDT para o “projeto Haddad”.
Conforme apurou ISTOÉ, além de promessas de cargos no futuro governo do PT, Lula articula vantagens financeiras destinadas a irrigar as campanhas dos que se dispõem a serem convertidos a novos aliados.
A máquina eleitoral é comandada por meio de bilhetinhos, à la Jânio Quadros, só que de dentro da cadeia, os quais o petista faz chegar às mãos de assessores de altíssima confiança. Integram o time de pombos-correios de Lula o ex-chefe de gabinete Gilberto Carvalho, o advogado Cristiano Zanin, o deputado José Guimarães (PT-CE) e do próprio Haddad, que o tem visitado na condição de advogado. O teor das mensagens é repassado pelos assessores aos políticos aos quais se destinam as determinações.”
IstoÉ

Uso de celulares atrapalha sono de crianças, causa distúrbios e provoca mau desempenho escolar


Foto: Yanalya / Freepik
O sono é uma atividade essencial durante a infância para prevenir problemas como déficit de atenção e dificuldades de aprendizado, mas nem todos os pais se atentam a isso ao pensar em seus filhos. A pequena Anna Vitória é um exemplo disso.
A menina, de seis anos, volta da escola no fim da tarde e se concentra em seu tablet, que ganhou da mãe, Vanessa Andrade, aos quatro anos. “Ela costuma ficar na internet até umas onze horas da noite e depois dorme. Eu fico tranquila, porque minha filha não precisa acordar cedo e ela é bastante esperta”, relata.
No entanto, a mestre em Pediatria pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), Denise Katz, explica que esse hábito não pode ser naturalizado pela família. “Não é dormindo tarde que as crianças vão acordar mais tarde. Quando ela vai muito cansada para a cama, é provável que não tenha um sono tranquilo e acorde antes das horas necessárias para crescer e se desenvolver”, afirma.
De acordo com Denise, isso acontece porque o menor tempo de descanso pode danificar as mitocôndrias – pequenas produtoras de energia para o organismo. Sem elas, o corpo ganha cansaço e a função celular diminui. “Além disso, a interrupção do sono causa a perda de neurônios importantes para manter o ciclo da vigília, que garante uma alternância saudável entre os período que a pessoa passa acordada e dormindo”, explica Denise.
Como consequência, a pediatra conta que essas mudanças biológicas podem gerar irritabilidade, mau desempenho escolar e problemas de comportamento entre as crianças.
‘Pais devem criar rotina com filhos’
Denise Katz alerta que um problema para o sono infantil é o uso frequente de eletrônicos. “A luz emitida pela tela afeta a percepção do cérebro sobre ser dia ou noite”, afirma. Ela conta, ainda, que a luminosidade azul desses itens inibe a secreção de melatonina, hormônio que estimula o sono.
Casos assim se tornam ainda mais preocupantes ao se olhar as estatísticas. Dados do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic) alertam que 57% dos usuários de internet brasileiros entre nove e dez anos de idade acessaram a rede mais de uma vez por dia, em 2017.
O último levantamento do Comitê Gestor da Internet, de 2015, alerta que 82% das crianças e adolescentes usam o celular para acessar a web.
Para atenuar esse comportamento revelado nas pesquisas, a médica aconselha que os responsáveis criem rotina para os pequenos e retirem os eletrônicos das mãos deles uma hora antes de colocá-los para dormir.
Estadão Conteúdo

Em Brasília, manifestantes fazem ato a favor de Bolsonaro

Manifestantes a favor do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) fazem um ato na manhã deste domingo (30) em Brasília.
Com o mote #QuemMandouMatarBolsonaro, o grupo começou a se concentrar às 9h diante da Biblioteca Nacional, um dos cartões-postais de Brasília.
A maioria dos participantes veste camisas do Brasil ou com o rosto de Bolsonaro. Carros que passam pela concentração buzinam em apoio ao candidato.
Canções a favor do presidenciável são tocadas em um trio elétrico em ritmos como forró, reggaeton e sertanejo.
Do alto do carro de som, a organização do ato informou que o grupo vai se deslocar a partir das 10h, fazendo uma parada diante da Catedral de Brasília para agradecer pela recuperação do candidato.
Bolsonaro levou uma facada no dia 6 de setembro e estava internado desde então. Ele recebeu alta no sábado (29).
Um dos organizadores anunciou também que um familiar de Bolsonaro comparecerá ao ato, mas não informou quem.
No carro de som também foi avisado que apenas candidatos de partidos ligados ao capitão reformado poderiam discursar.
Folhapress

Pesquisa CNT/MDA mostra Bolsonaro e Haddad empatados tecnicamente com 28% e 25%

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) e o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) seriam os candidatos que disputariam o segundo turno para a eleição presidencial caso a votação do primeiro turno fosse hoje, segundo os resultados de pesquisa CNT/MDA divulgadas no início da madrugada deste domingo (30).
Bolsonaro aparece com 28,2% da preferência do eleitorado, seguido por Haddad, que aparece com 25,2%. Em seguida estão Ciro Gomes (PDT) com 9,4%, e Geraldo Alckmin (PSDB) com 7,3%.
De acordo com a pesquisa, o capitão reformado e o ex-prefeito de São Paulo são os candidatos cujos eleitores estão mais decididos em relação à opção de voto. Nos dois casos, mais de 80% dos eleitores declaram ter certeza sobre a decisão.
Nas simulações para segundo turno, Haddad venceria Bolsonaro por 42,7% a 37,3%. A pesquisa mostra também que o capitão reformado perderia para Ciro Gomes por 42,7% a 35,3% e venceria Alckmin por 37% a 33,6%. A CNT/MDA mostra ainda que Haddad aparece empatado tecnicamente no segundo turno com Ciro Gomes. Ciro aparece na simulação com 34% e Haddad com 33,9%. Os dois venceriam Alckmin.
A pesquisa foi realizada entre os dias 27 e 28 de setembro. Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 unidades federativas das cinco regiões do país. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança. A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-03303/2018.
RESULTADOS DA PESQUISA CNT/MDA
Primeiro turno
Jair Bolsonaro (PSL) – 28,2%
Fernando Haddad (PT) – 25,2%
Ciro Gomes (PDT) 9,4%
Geraldo Alckmin (PSDB) 7,3%
Marina Silva (Rede) 2,6%
Henrique Meirelles (MDB) 2%
João Amoêdo (Novo) 2%
Alvaro Dias (Podemos) 1,7%
Cabo Daciolo (Patriota) 0,7%
Guilherme Boulos (PSOL) 0,4%
Vera (PSTU) 0,3%
Eymael (DC) 0,1%
João Goulart Filho (PPL) 0,1%
Branco / Nulo 11,7%
Indeciso 8,3%
FOLHAPRESS

Veja os citados na pesquisa Exatus para deputado federal no RN

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