terça-feira, 31 de março de 2020

CONFIRMADO: Jovem de 23 anos é o segundo óbito de COVID-19 no RN



A Secretaria Estadual de Saúde Pública – Sesap confirmou que a morte de Matheus Aciole de 23 anos, no Hospital Antônio Prudente, no fim da tarde desta terça-feira foi por causa do coronavírus. É o primeiro óbito causado pelo vírus na capital potiguar.
Ele é o segundo óbito no Rio Grande do Norte provocado pela Covid-19. O primeiro foi o professor universitário Luiz Di Souza (61 anos), em Mossoró.
Nossos sentimentos a todos os familiares e amigos.

Fonte: Blog do BG

Governo usará inteligência artificial para fazer consulta à distância e mapear riscos do coronavírus


Foto: REUTERS/Rahel Patrasso
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou nesta terça-feira, 31, que a pasta vai começar esta semana a fazer um disparo em massa de ligações para fazer uma triagem à distância na população e acompanhar riscos de contaminação pelo novo coronavírus. A ideia é evitar uma sobrecarga no sistema de saúde.
“A gente fez um algoritmo com disparo de ligações para 125 milhões de brasileiros, ligado em um grande data center”, disse Mandetta durante entrevista coletiva no Palácio do Planalto.
“Hoje a gente dispara as ligações. Então não se espantem se receberem as ligações, fazer uma consulta, vai te perguntando, você vai respondendo, e aí ela começa a acompanhar. O sistema com inteligência artificial vai triando, começa a acompanhar e dizer: posso te ligar daqui a oito horas, dez horas, 12 horas?”, explicou o ministro
O conjunto dessas informações vai permitir antecipar quem é do grupo e risco, que tem contato com quem, entre outras informações. Na prática, o governo quer reunir informações por meio desse recurso, para tentar rastrear o perfil das pessoas e, assim, identificar possíveis “zonas quentes” de contaminação pelo País, se antecipando a trajetórias da covid-19.
Estadão Conteúdo

Bolsonaro suspende aumento de preços de medicamentos por 60 dias

- Em comum acordo com a indústria farmacêutica decidimos adiar, por 60 dias, o reajuste de todos os medicamentos no Brasil.
11,7 mil pessoas estão falando sobre isso

Em publicação na tarde de hoje (31) no Twitter, o presidente Jair Bolsonaro anunciou a suspensão do reajuste de preço de todos os medicamentos por 60 dias. A medida foi tomada em decorrência da crise causada pela expansão dos casos de coronavírus (covid-19) no Brasil.
O balanço divulgado hoje pelo governo federal mostra que o país tem 5.717 casos confirmados da doença
O presidente destacou que a medida foi tomada “em comum acordo com a indústria farmacêutica”.

Agência Brasil

FOI BOM! Desta vez falou o presidente do BRASIL


Imagem: reprodução/Youtube
Em um pronunciamento que durou pouco mais que sete minutos, o presidente Jair Bolsonaro disse que “estamos diante do maior desafio da nossa geração”.
Diferentemente de pronunciamentos anteriores, quando desagregou e fez varejo, desta vez, o presidente acertou no tom.
Foi centrado, sereno e equilibrado, falando para uma nação como um todo e não para grupos ideológicos ou de simpatizantes.
Elogiou todos os envolvidos no combate à crise do coronavírus, pessoal da área da saúde e todos os demais serviços essenciais.
Ele também alertou para a necessidade de manutenção e geração de empregos, sem desprezar os cuidados com a pandemia e sem atacar ninguém. “Vamos cumprir essa missão ao mesmo tempo em que cuidamos da saúde das pessoas”, afirmou o presidente.
Ao fim, reafirmou a importância da colaboração de todos “num grande pacto pela preservação da vida e dos empregos: parlamento, judiciário, governadores, prefeitos e sociedade.”
Esse é o presidente que queremos e precisamos. GOOOL!
Fonte: Blog do BG

Casa Branca prevê mínimo de 100 mil mortos por coronavírus nos EUA


Foto: Tom Brenner/Reuters
No dia em que os Estados Unidos superaram o número de mortos na China em razão do coronavírus, a Casa Branca divulgou o modelo estatístico com que tem trabalhado e anunciou que o país precisa se preparar para ter entre 100 mil e 200 mil mortes. O presidente americano, Donald Trump, e os especialistas que orientam o governo federal pediram que os americanos se atenham às políticas de distanciamento social e disseram que as próximas duas semanas serão dramáticas.
“A pergunta é: o que aconteceria se não fizéssemos nada? O número subiria para entre 1,5 a 2,2 milhões de pessoas morrendo. Isso não seria possível, você veria pessoas morrendo nos lobbies de hotel, nos aeroportos. Isso não poderia continuar”, disse Trump.
“Estas serão duas semanas muito, muito dolorosas. Quando você olha à noite o tipo de morte que tem sido causada por esse inimigo invisível, é incrível”, disse Trump. O presidente disse que é “absolutamente crítico” que todos os americanos sigam as restrições de circulação pelos próximos 30 dias. “É uma questão de vida ou morte, francamente”, disse Trump. Ele pediu que os americanos se preparem para duas semanas “muito difíceis”.
Os gráficos mostrados pela Casa Branca mostram que em algum momento o número de mortes começa a desacelerar, mas serão registradas mortes até junho. Os dados são um modelo da Universidade de Washington, segundo os especialistas apresentaram, e levam em consideração as referências dos outros países que enfrentam o problema, como a Itália.
O número de mortos em razão do coronavírus nos Estados Unidos superou nesta terça-feira pela primeira vez o registrado oficialmente na China, onde a pandemia teve origem em janeiro. Os EUA têm 181 mil casos registrados no país e 3.606 mortes, segundo o acompanhamento da Universidade Johns Hopkins, referência no monitoramento da disseminação do vírus no país. A China contabilizou, até o momento, 3.309 mortes. Itália é o país com maior número de mortes registradas até agora, 12.428 casos. No mundo todo, 850,5 mil casos estão confirmados e 41.654 mortes.
Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas e médico que comanda a força-tarefa da Casa Branca contra a pandemia, disse que os casos irão continuar subindo nas próximas duas semanas, o que não pode desencorajar os americanos a manter o confinamento.
“As orientações dos últimos 15 dias claramente tiveram efeito, apesar de ser difícil quantificar. Agora não é hora de tirar o pé do acelerador, mas apertar mais firme”, afirmou Fauci. Segundo ele, só o isolamento evitará novos picos. “Nós temos esses números, mas não quer dizer que os aceitamos. O modelo é atualizado todos os dias. Faremos tudo o que puder para conseguir reduzir o número”, disse Fauci. “Todo cidadão está sendo chamado a fazer sacrifícios”, disse Trump.
A médica Deborah Birx, da força tarefa da Casa Branca, disse que não há “receita mágica” para combater o vírus. “Cada um dos nossos comportamentos se transforma em algo que muda o rumo dessa pandemia”, afirmou.
Segundo a médica, o trabalho é para controlar os picos já registrados, como a situação de Nova York, e evitar que outras regiões se tornem epicentro da disseminação, através dos métodos de distanciamento social.
No último dia 16, a Casa Branca começou a campanha intitulada “15 dias para desacelerar a disseminação”, que incluía políticas federais de distanciamento social. Cada um dos Estados afetados já vinha delimitando suas próprias diretrizes, mais duras do que as da Casa Branca. Restaurantes e comércio não essencial já estavam fechados na Califórnia, Nova York e Washington. No domingo, Trump anunciou que estenderia até o final de abril as políticas de distanciamento. As diretrizes agora são chamadas “30 dias para diminuir a disseminação”.
Nesta terça-feira, Trump voltou a se mostrar impressionado com imagens de trailers buscando corpos de mortos nos hospitais. No domingo, Trump se mostrou especialmente preocupado com a situação quando disse que um amigo está internado pelo vírus e disse ter assistido cenas dos mortos em hospitais no Queens, em Nova York, bairro onde ele cresceu.
O epicentro da disseminação do vírus nos EUA é o Estado de Nova York, que concentra quase metade de todos os casos no país. Só a cidade de Nova York registrou 932 mortes. A cidade tem recebido reforço federal para expansão da sua capacidade hospitalar, diante dos alertas da comunidade médica e autoridades locais de que não haverá leitos e ventiladores suficientes para garantir o tratamento dos infectados se o número continuar a crescer no ritmo atual.
Um navio-hospital das Forças Armadas, o UNSN Comfort, foi enviado à Nova York para atender os casos urgentes que não forem relacionados ao vírus. A embarcação tem capacidade para 750 leitos e conta com 1,2 pessoas trabalhando, entre marinheiros e equipe médica.
O Central Park, parque que fica no coração de Manhattan, também será usado para tratar os moradores da cidade que precisarem de atendimento durante a pandemia. Um hospital de campanha começou a ser montado em tendas no gramado principal do parque para atender pacientes infectados pelo coronavírus e ampliar a capacidade do hospital Mount Sinai.
O primeiro caso de coronavírus no país foi confirmado em 20 de janeiro e a primeira morte em consequência das complicações do vírus aconteceu cerca de um mês depois. Só em março a maior parte dos Estados passou a adotar medidas mais drásticas para conscientizar a população e estabelecer diretrizes de distanciamento social. As orientações federais aconteceram a partir de 16 de março, depois de o presidente Trump ter minimizado a gravidade da pandemia nos primeiros meses do ano.
Atualmente, três em cada quatro americanos vive em locais onde há determinação para que permaneçam em casa e saiam só para atividades essenciais, como ir ao mercado e ao hospital, se necessário. É o caso da capital americana, por exemplo. O Distrito de Columbia, assim como os Estados de Maryland e Virgínia, editaram uma determinação nesta segunda-feira de que moradores que desrespeitarem as restrições de circulação impostas podem ser apenados. No caso de Washington, a multa para quem descumprir o estabelecido pela prefeitura é de até US$ 5 mil dólares e até 90 dias de prisão.
Estadão Conteúdo

Mandetta diz que isolamento social evitou disparada de casos no Brasil


Foto: Divulgação
O Ministro da Saúde, Henrique Mandetta, disse nesta terça-feira que medidas de isolamento social impostas por governos estaduais e recomendadas pelo Ministério da Saúde evitaram que o Brasil registrasse um aumento no número de casos da Covid-19 nos moldes do que aconteceu em Nova Iorque, nos Estados Unidos. As medidas, no entanto, são criticadas pelo presidente Jair Bolsonaro.
– Nós temos hoje, nem sete dias que estamos ficando em casa. Por isso que é importante manter. Temos dois objetivos nessa fase: 1 – diminuir as nossas chances (de ser infectado) e de (a doença) chegar às grandes aglomerações; 2 – melhorar ao máximo as condições de trabalho e de equipamentos de proteção individual.
A declaração foi dada durante entrevista coletiva sobre o novo balanço de casos do novo coronavírus no Brasil. Segundo o último levantamento, o país tem hoje 5.717 casos confirmados e 201 mortes. Para Mandetta, já é possível afirmar que a velocidade de crescimento da doença no Brasil tem sido impactada pelas medidas para reduzir a circulação de pessoas.
– Uma coisa podemos afirmar categoricamente: o Brasil não entrou na espiral absoluta, a curva ascendente, na qual entrou Nova Iorque, porque houve essa conscientização de todo mundo – afirmou Mandetta.
O ministro disse, no entanto, que o “grau” de benefício dessas medidas ainda é incerto porque elas demorariam, em média, duas semanas para surtir efeito, que é o prazo de incubação da doença.
– Agora, o grau de benefício que a gente vai ter… (ainda é indefinido). A gente pára duas semanas para ver como isso vai replicar nas outras duas porque o tempo de incubação (da doença) são 14 dias. Muito caso que a gente está tendo hoje é reflexo de 14 dias atrás – disse o ministro.
O ministro defendeu a manutenção das medidas para evitar um “lockdown total” sem ter equipamentos de proteção aos trabalhadores. Ele lembrou que a China, maior produtora desses itens, parou por conta do coronavírus:
– Se a gente volta para uma atividade agora, pode acontecer de daqui a duas, três semanas começar uma ascendência e a gente não ter equipamento de proteção individual. E ter que ir para um lockdown total, para tentar proteger nossos trabalhadores. Não vamos fazer nada sem os números, epidemiologia e planejamento – disse Mandetta.
Número de curados
Questionado sobre número de curados, o secretário de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira, afirmou que é “todo mundo que pegou o vírus e não teve complicação”. O ministro Mandetta, então, disse que a Universidade Federal de Pelotas e a Universidade de São Paulo (USP) farão um inquérito sorológico para estimar a quantidade de pessoas que já tiveram coronavírus no país, comparando o processo como uma pesquisa eleitoral, em que escuta “3 mil pessoas”, com “margem de erro três a mais, três a menos”.
– Aquilo ali a gente faz nas cidades, nos bairros, por amostragem. Usa um modelo matemático e fala: olha, pelo número que tem aqui, a gente sabe que 20%, 30%, que 500 mil, um milhão de pessoas já têm anticorpos. Isso vai ser um dos bons indicadores para saber momentos de acelerar ou desacelerar- afirmou o ministro.
– Tem muita gente que não vai ter nada, simplesmente vai ter o anticorpo. Aquele pessoa que deu sorte, pega o vírus aos 47 minutos do segundo tempo, ele está bem baleadinho, mas dá conta de entrar no seu nariz, mas seu sistema de defesa dá conta de tirá-lo, sem que você tenha nada, nenhum sintoma.
Ao fim da coletiva, Mandetta lamentou a morte de um amigo, Kiko Cangussu, blogueiro de Mato Grosso do Sul. O ministro contou que na noite de ontem ele fez uma postagem: “Socorro, Henrique”, após outras publicações, sobre relação entre sinusite e coronavírus. Cangussu foi encontrado morto pelo filho, provavelmente vítima de infarto, segundo o ministro.
– Um grande amigo, um cara que me ajudou muito na vida. E como ele falou “Socorro: Henrique e eu nao pude estar lá para ajudar, transmito aqui meus pêsames_ disse Mandetta, citando o filho do blogueiro, com voz levemente embargada.
– Desculpa aí, meu amigo, não deu para te socorrer na hora.
O Globo

Flamengo consegue se manter por até três meses sem jogar

Imagem: reprodução
O Flamengo divulgou hoje seu balanço financeiro de 2019 e fez a projeção de que é possível ficar até três meses sem maiores danos diante da pandemia do novo coronavírus.
O time carioca registrou receita bruta recorde no ano passado: R$ 950 milhões. O superávit foi de R$ 62 milhões.
“Em relação a pandemia do COVID 19 que se alastrou pelo mundo e começou a impactar a região em meados de março, a Administração do CRF fez um teste de stress usando as informações disponíveis e projetando um cenário de interrupção de jogos por até 3 meses. A conclusão é de que os impactos financeiros são absorvíveis e não representam risco de continuidade nas operações. Acredita-se que a situação é transitória e que as receitas do clube, com exceção de bilheteria não sofrerão alterações significativas neste período, podendo ser compensados ainda ao longo do ano.”
O Antagonista

Itália, onde infecções dão sinal de estabilização, estuda plano para sair do confinamento

Foto: Flavio Lo Scalzo/Reuters
A Itália estuda um plano para sair do confinamento e retomar as atividades, após o anúncio do ministro da Saúde de prorrogação do isolamento até 12 de abril, devido à pandemia do novo coronavírus.
O número de mortos por Covid-19 no país foi de 837 nesta terça-feira (31). Em decorrência do surto da doença no país, 12.428 pessoas morreram até .
Os novos casos foram 4.053, contra 4.050 na segunda-feira (30). Há um indício de que a curva de infecções esteja começando a ficar plana. A região mais atingida, a da Lombardia, passa por um momento de queda brusca.
Volta gradual
Autoridades italianas, entre elas o primeiro-ministro, Giuseppe Conte, insistem em que o retorno do país a suas atividades tem que ser gradual.
Momento adequado
O momento adequado par retomar as atividades poderia ser quando o número de novas infecções for zero, ou próximo de zero, em todo o território. Para especialistas, este momento poderia acontecer entre 5 e 16 de maio, segundo a região.
Em Trentino-Alto Adige, extremo norte, esse limite poderia ser em 6 de abril; no Valle de Aosta (norte), em 8 de abril; em Puglia, no dia seguinte; e em Lazio, em 16 de abril, segundo estimativas do Instituto Einaudi de Economia e Finanças (Eief) publicadas pelo jornal “Il Corriere della Sera”.
Nas regiões do Norte, as mais afetadas pela doença, esse nível deve ser alcançado em 14 de abril, no Vêneto; em 22 de abril, na Lombardia; e em 28 de abril, na Emiglia-Romana. A Toscana concluiria o ciclo em 5 de maio. A incerteza persiste em algumas regiões, como a Campânia.
Os testes, um elemento-chave
O presidente do Conselho Superior de Saúde, Franco Locatelli, opina que, para reativar o país, é necessário realizar testes serológicos e comprovar a presença de anticorpos no sangue, de forma a identificar como o coronavírus se propagou, e contar com informações relevantes sobre a “imunidade de grupo”, elemento-chave para proteger toda a população.
“A prioridade é a saúde, mas deve ser compatível com os aspectos econômicos, para evitar uma crise ainda mais difícil”, assinalou hoje o jornal romano “Il Messaggero”.
A proposta do presidente da região do Vêneto, Luca Zaia, é estudada com atenção. O líder político quer introduzir uma “autorização de circulação” que certifique, com um teste serológico rápido, que um indivíduo não pode transmitir a doença.
“A experiênia científica nos diz que é um enfoque correto”, explica Maurizio Sanguinetti, especialista em doenças infecciosas da Fundação Hospital Gemelli, de Roma. O cientista considera que é possível usar uma máquina, que o hospital deverá receber na próxima semana, “que realiza cerca de 1,4 mil testes por dia”, afirmou.
Para o estudioso, é necessário combinar testes serológicos, que detectam anticorpos específicos, e testes moleculares, que buscam a presença do vírus no corpo.
“Deve-se levar em conta que há um intervalo de cinco dias durante o qual os anticorpos não se desenvolveram e o vírus pode estar presente”, adverte o estudioso, que pede a combinação das duas técnicas para obter resultados mais confiáveis.
O calendário
O Conselho de Ministros, que se reunirá esta semana, deverá aprovar o confinamento até o Domingo de Páscoa, 13 de abril, e deverá indicar, também, o plano a ser seguido se o número de pacientes diminuir de forma duradoura.
A reativação do país vai ser lenta, gradual, e tentará se evitar a qualquer custo que os “positivos” se desloquem pela península, advertiram os cientistas, segundo quem um novo surto poderia gerar uma nova emergência nacional.
G1

Covid-19 nos EUA: mais de 180 mil casos, mais de 3.500 mortes, superando a China

Foto: David Ryder/Reuters
Os EUA superaram hoje a marca de 180 mil casos do novo coronavírus são 182.203, no momento em que este post é escrito.
Nesta semana, o país tornou-se o de maior número de vítimas da doença. O número de mortes, por ora, está em 3.564.
Depois do ataque japonês a Pearl Harbor, o número de mortos pelo coronavírus nos EUA ultrapassa o de vítimas do ataque terrorista do 11 de Setembro.
O Antagonista

No Ceará, Governo deve zerar conta de energia de 534 mil famílias por três meses; Medida precisa ser aprovada na Assembleia Legislativa


Foto: Thinkstock
O governador do Ceará, Camilo Santana, anunciou nesta terça (31) que pretende zerar a conta de energia por três meses para famílias de baixo consumo. Conforme o governador, 534 mil famílias que pagam conta social serão beneficiadas. Camilo afirmou também que autorizou o funcionamento do comércio às margens de rodovias.
Para entrar em vigor, a proposta que zera a conta de energia deve ser aprovada na Assembleia Legislativa, onde Camilo Santana tem apoio de ampla maioria dos deputados.
A medida é uma forma de amenizar os efeitos da pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Um decreto do Governo do Estado determinou o fechamento de serviços não essenciais.
Com o decreto, trabalhadores informais e comércios como bares e restaurantes estão fechados, como forma de evitar a propagação da doença.
“Eu vinha negociando uma alternativa e queria garantir um política para a população mais vulnerável. São de 534 mil famílias. Estou enviando à Assembleia uma lei para que o Governo possa pagar a conta de quem consome até quem consome até 100 quilowatts por mês. É mais uma medida importante para proteger a população”, disse Camilo.
Na semana passada, o Governo do Estado havia anunciado a suspensão da conta de água para clientes de baixo consumo. A medida vale por três meses, entre abril e junho.
O Ceará tem quase 400 casos da doença e sete mortes. Fortaleza é uma das cidades mais afetadas do país, com mais de 300 casos confirmados. Como forma de conter o avanço da doença, a principal recomendação das autoridades é que as pessoas fiquem em casa, já que não há vacina ou tratamento contra a doença.
Na tarde desta terça, Camilo Santana anunciou a prorrogação, por mais 30 dias, do prazo de suspensão de aulas das escolas e universidades das redes pública e privada. As atividades presenciais em escolas, cursos e universidades estão suspensas até o dia 2 de maio, conforme a decisão publicada no Diário Oficial do Estado de segunda-feira (30).
Comércio em rodovias
Camilo Santana afirmou também que alterou o decreto da quarentena para permitir o funcionamento de comércio às margens de rodovias em todo o Ceará. Com a alteração, borracharias, lanchonetes, restaurantes e demais comércios podem funcionar normalmente.
Conforme o governador, a mudança é uma forma de garantir os serviços demandados por caminhoneiros, que cumprem serviço essencial de abastecimento de cargas pelas cidades de todo o estado.
G1-CE

Morre jovem por suspeita de coronavírus em Natal

Foto: Ilustrativa
O BLOG DO BG recebeu a informação de um médico, que infelizmente teríamos o segundo óbito no Rio Grande do Norte por COVID-19.
Se confirmando a causa, será o primeiro óbito em Natal. A Secretaria Estadual de Saúde Pública – Sesap, aguarda contraprova do exame para confirmar. Segundo a própria Sesap, há cerca de 1 mil pacientes aguardando resultados de testes do coronavírus no RN.
Em contato com um familiar, este também confirma a morte do parente de 23 anos, com quadro de obesidade, que estava infectado pelo coronavírus.
Esse familiar, relatou ao blog que o sepultamento será de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde para casos de morte pelo coronavírus.
Segundo ainda nossas fontes, ele estava internado no Hospital Antônio Prudente.

Blog do BG

Paulo Guedes se enrola e não diz concretamente quando vai pagar os R$ 600 dos informais


Foto: reprodução
Paulo Guedes rebateu hoje as críticas que apontam que os R$ 600 do coronavoucher ainda não foram repassados a trabalhadores informais — a transferência ainda depende da sanção de Jair Bolsonaro do projeto aprovado ontem pelo Congresso.
“Eu sugiro inclusive o seguinte: estamos com um problema técnico de fontes. E o presidente Rodrigo Maia pode nos ajudar muito. Se ele encaminhar e aprovar em 24 horas uma PEC emergencial que regularize isso, o dinheiro sai em 24 horas, por exemplo, pode sair rapidíssimo, se ele aprovar isso lá…”, disse.
“Eu não digo 24 horas, porque a implementação tem que ser nos períodos corretos. Por exemplo: a Caixa paga o Bolsa Família numa determinada data, dia 18. Se não receber a gente pode dizer que atrasou muito. Há toda uma logística, o dinheiro não cai do céu”, afirmou.
As fontes de receita para o pagamento, explicou depois, estão previstas na PEC emergencial.
O Antagonista

Ministério da Saúde: Brasil registra 201 mortes e 5.717 casos confirmados de coronavírus; 42 óbitos de segunda para terça

O Ministério da Saúde divulgou nesta terça-feira (31) o mais recente balanço nacional sobre os casos de Covid-19, doença causada pelo coronavírus Sars-Cov-2. Os principais dados são:
201 mortes
5.717 casos confirmados
No levantamento anterior, divulgado na segunda-feira (31), o Brasil tinha 159 mortes e 4.579 casos confirmados de pessoas infectadas pelo novo coronavírus.
G1

Lula: “A oposição vai ter que encontrar um caminho para ver o que fazer com o Bolsonaro porque ele hoje é um perigo, não só para o Brasil, mas para o mundo”




Foto: Reprodução/UOL
De quarentena há 21 dias em São Bernardo do Campo, desde que voltou da Alemanha, “sem por os pés para fora de casa”, o ex-presidente Lula não reclama da vida.
No final da tarde de segunda-feira, ele falou com o UOL por telefone sobre como está passando estes dias, outra vez confinado, agora por conta da pandemia.
A localização da casa alugada é mantida em sigilo, “para evitar aglomerações”, e respeitar o isolamento social imposto pelo Ministério da Saúde.
“Quando eu cheguei, consultei três médicos. Como eu não tinha nenhum sintoma, eles me falaram que não precisava fazer exames, só ficar em casa. Agora estou aqui, na bela companhia da Janjinha (apelido da namorada Rosângela da Silva, que acompanhou a entrevista por telefone). Não posso reclamar de nada. Aqui tem quintal, tem espaço para andar, bem melhor do que a cela em Curitiba, de 15 metros quadrados, onde passei 580 dias”.
Esta semana ele conversou bastante com Fernando Haddad, candidato do PT que o substituiu na última eleição presidencial, um dos articuladores do manifesto dos partidos de oposição que pede a renúncia do presidente Jair Bolsonaro, divulgado na véspera.
“Eu gostei da iniciativa do manifesto, acho que ficou muito bom. Na ideia inicial, era para ser assinado só pelos candidatos à Presidência da República em 2018 (além de Haddad, Ciro Gomes e Guilherme Boulos) e os governadores. Mas alguém vazou o documento enquanto esperavam as assinaturas dos governadores e só acabou entrando o Flávio Dino, do Maranhão, representando o PCdoB. Foi dado um passo importante pelos partidos de oposição porque, além da pandemia, temos um problema grave no Brasil hoje, que é o comportamento do Bolsonaro. Ele é o epicentro da crise que vivemos”.
Nesse ponto da conversa, Lula vira novamente líder da oposição e parte para o ataque como nos velhos tempos.
“Esse homem não respeita a ciência, os pesquisadores, não respeita nada. Para ele, a orientação científica para combater a epidemia vale muito pouco. O maior problema da crise é a falta de gerenciamento, tem que ter um comando centralizado. Ele tinha que conversar com os governadores e prefeitos, os partidos no Congresso, o movimento social, mas Bolsonaro não ouve ninguém, só os filhos e aquele guru dele lá da Virgínia. A oposição vai ter que encontrar um caminho para ver o que fazer com o Bolsonaro porque ele hoje é um perigo, não só para o Brasil, mas para o mundo”.
Aos que estranharam a ausência do nome dele no manifesto, Lula explica que não foi candidato em 2018, e a decisão coube aos partidos.
“O importante foi o Ciro Gomes ter entrado, não era correto eu assinar. PT, PDT, PSOL, PCdoB e o PSB têm-se reunido toda semana. Quando os partidos entenderem que eu devo participar dessas conversas, não terei problema nenhum, estarei pronto para falar com o Ciro. O importante agora é afastar o Bolsonaro”.
UOL, com informações da Coluna Balaio do Kotscho

Via Blog do BG

França registra mais 499 mortes por coronavírus nas últimas 24 horas



Foto: Pascual Guyot/AFP
Nesta terça-feira (31), a França registrou 499 mortes nas últimas 24 horas devido ao novo coronavírus. O número de óbitos aumentou para 3.523. Além disso, foram detectados 7.578 casos no intervalo de um dia.
O último balanço do novo coronavírus no mundo superou 40 mil mortos e 800 mil infectados, em uma escalada que deixou quase metade da humanidade confinada, em meio ao risco de uma recessão sem precedentes.
Diário de Pernambuco

OMS responde Bolsonaro e nega ter sido contra medidas de isolamento social

O que vale sobre as medidas de isolamento? A TV Globo perguntou à Organização Mundial de Saúde se as palavras de ontem do diretor-geral da Organização, Tedros Adhanom, podem justificar a afirmação do presidente Jair Bolsonaro de que, para o diretor da OMS, “os informais têm que trabalhar”.
A OMS respondeu que o diretor-geral não disse ser contra as medidas de isolamento. Segundo a organização, ele afirmou que as pessoas que perderam renda por causa da Covid-19 precisam receber apoio.
Agora há pouco, o próprio diretor da OMS postou uma mensagem nas redes sociais dizendo que apenas defendeu que os que ficaram sem renda devem ser beneficiados por políticas sociais dos governo, para que possam cumprir medidas de isolamento:
“Pessoas sem fonte de renda regular ou sem qualquer reserva financeira merecem políticas sociais que garantam a dignidade e permitam que elas cumpram as medidas de saúde pública para a Covid-19 recomendadas pelas autoridades nacionais de saúde e pela OMS.
Eu cresci pobre e entendo essa realidade. Convoco os países a desenvolverem políticas que forneçam proteção econômica às pessoas que não possam receber ou trabalhar devido à pandemia da covid-19. Solidariedade”.
G1

Veja os citados na pesquisa Exatus para deputado federal no RN

  Faltando pouco mais de cinco meses para a eleição, seis em cada dez eleitores do Rio Grande do Norte ainda não decidiram em quem votar par...