O juiz Sergio Moro condenou o ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, a 14 anos e dois meses de prisão por lavagem de dinheiro e corrupção, mas inocentou a mulher dele, a advogada Adriana Ancelmo.
Na avaliação de Moro, não há qualquer prova de que Adriana Ancelmo
tenha participado do acerto da corrupção e seu nome não foi mencionado
por nenhum dos delatores. Para o juiz, ela beneficiou-se da propina,
pois usou o dinheiro, mas não cabe responsabilizá-la por corrupção,
porque o crime pressupõe que ela tivesse ciência direta do acerto
criminoso.
por Robson Pires
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