Henrique Pizzolato é um exemplo acabado de que o crime compensa no Brasil.
Condenado a 12 anos e 7 meses de prisão por formação de quadrilha, peculato e lavagem de dinheiro, incorreu em novos crimes ao usar documentos do irmão morto para fugir.
Plano de fuga, aliás, que já estava pronto. Registros eleitorais revelaram que o irmão morto na juventude votou nas eleições de 2008, sugerindo que seus documentos foram ‘esquentados’ para eventual utilização ilegal.
Por Robson Pires
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