Segundo o IBGE, já foi registrado o roubo de 26 equipamentos utilizados para a coleta de informações.
O órgão informou que tem "total preocupação com a segurança dos recenseadores, e que faz comunicação institucionais e com líderes locais para evitar situação de perigo". O g1 também questionou a Polícia Militar, e aguarda retorno.
Em entrevista à Rede Amazônica, uma das agentes de coleta de dados para o Censo relatou que foi assaltada no momento em que entrevistava um morador da capital amazonense.
"Eu estava fazendo a entrevista com uma morador, e chegaram dois jovens que me abordaram por trás, e levaram o aparelho utilizando para fazer o Censo, porque o meu celular eu deixo em casa. Por conta disso, acabei ficando na mão, e passei quatro dias sem poder trabalhar", afirmou a recenseadora, que preferiu não se identificar.
De acordo com o próprio IBGE, desde o início da coleta, 184 recenseadores pediram demissão no Amazonas, sendo 146 pedidos só na capital. Os principais motivos alegados durante a solicitação de desligamento foram falta de adaptabilidade ao trabalho, assédio, importunação e os assaltos.
Outra queixa recorrente entre os coletores de dados do IBGE é que muitos moradores estão se recusando a recebê-los, por medo e falta de informação (veja abaixo como identificar um recenseador) .
No Amazonas, a previsão é que cerca de 1,1 milhões residências sejam visitadas. O levantamento realiza uma ampla coleta de dados sobre a população brasileira e permite traçar um perfil socioeconômico do país.
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Fonte: G1
Foto: Reprodução

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