O volume ofertado será diminuído para
1.300 litros por segundo. Para compensar a redução, a Aesa pretende
aumentar a capacidade de captação de água do açude Mãe D’água em 1.550
litros por segundo.
De acordo com o presidente da Aesa, João
Fernandes, a intenção da agência era operar com o Coremas até a
exaustão para só então utilizar o Mãe D’agua, que fica em um nível mais
elevado, mas a seca antecipou a medida.
Amanhã, o Ministério Público, a ANA,
Aesa e representantes da sociedade voltam a discutir a crise hídrica que
atravessa o estado. O encontro acontece em Campina Grande.
Na quarta-feira (31), diretores das duas
agências (ANA e Aesa) vão até a cidade de Monteiro, Cariri paraibano,
acompanhar os trabalhos do Eixo Leste da transposição do rio São
Francisco. “Vamos ver como estão caminhando as obras após 60 dias”,
disse Fernandes.
Blog do Seridó
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