Em março, a defesa de Dunga pediu ao
Supremo a condenação após diversas entrevistas em que o ex-jogador
criticou a atuação do técnico, que deixou o posto em junho. Segundo a
defesa, em uma delas, Romário disse: “Dunga está envolvido nessa sujeira
da CBF [Confederação Brasileira de Fitebol. Não sei se ele está sujo,
se participa, mas está vendo tudo”.
Ao analisar o caso, o ministro Marco
Aurélio, relator do processo, entendeu que as declarações do senador
estão abrangidas pela imunidade parlamentar, prevista na Constituição.
Blog do Seridó
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