Esse tipo de segurança foi o que impediu a empresa de acessar conteúdos específicos solicitados pela Justiça para investigações. “Até agora, ninguém me respondeu: como é possível guardar por mais tempo mensagens virais e excluir as outras?”, questionou, durante painel no 23º Seminário Internacional de Ciências Criminais do IBCCRIM (Instituto Brasileiro de Ciências Criminais), em São Paulo.
Sua dúvida é: já que a empresa diz que pode guardar por mais tempo mensagens virais para otimizar seu serviço, como ela consegue identificar o que é viral, já que para ordens judiciais responde que não tem acesso aos conteúdos devido a sua criptografia. Ela ressalta que a PGR não sabe “se a empresa utiliza mesmo a criptografia que diz utilizar”.
por Robson Pires
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