
Dados de um serviço de disparo de mensagens em massa via WhatsApp a que a reportagem do UOL teve acesso trazem novos indícios sobre o esquema revelado na semana passada pela Folha.
Os dados revelam que o sistema deixou rastros que mostram que, na tarde de 18 de outubro, foram apagados os registros de envio de mensagens disparadas pela campanha de Bolsonaro -horas depois da publicação da reportagem da Folha.
As campanhas dos presidenciáveis Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) fizeram uso da mesma plataforma digital. As duas campanhas negam ter cometido irregularidades.
Folhapress
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