
Até agora, ressaltou, sua equipe não foi informada de nenhuma ocorrência relacionada a agressões contra eleitores nem irregularidades.
Chinchilla declarou, ainda, que o eleitorado brasileiro tem demonstrado estar ciente da importância do voto, levando com seriedade a eleição. “E essa é a melhor forma de se resolver as diferenças políticas no país”, ressaltou a jornalistas, no colégio Sigma, uma das seções eleitorais da zona central de Brasília.
Para a missão da OEA, foram destacados 48 especialistas, provenientes de 38 países. Após acompanhar o andamento do segundo turno das eleições, a equipe, distribuída em 11 estados e no Distrito Federal, fará um relatório contendo suas percepções sobre o pleito. O documento deverá ser apresentado amanhã à imprensa, em horário a ser definido.
Um grupo de observadores foi designado para analisar o processo de votação no exterior em Buenos Aires, Cidade do México, Montreal, Paris, Santiago do Chile e Washington DC.
Na tarde de hoje, Chinchilla deverá seguir para o Centro Integrado de Comando e Controle das Eleições 2018 (CICCE) da Polícia Federal, para acompanhar suas atividades e monitoramentos.
Na última quinta-feira (25), Laura, que já presidiu a Costa Rica, classificou a disseminação de notícias falsas no Brasil como um cenário “sem precedentes”. As últimas eleições norte-americanas também foram marcadas por uma intensa propagação de informações inverídicas. Meses depois da posse do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em janeiro de 2017, o assunto ainda mobiliza jornalistas de todo país, que, em agosto deste ano, reagiram coletivamente contra declarações do republicano, segundo o qual a imprensa é “inimiga do povo”.
Agência Brasil
Nenhum comentário:
Postar um comentário