Em entrevista ao Estadão, Luís Roberto Barroso, ministro do STF e futuro Presidente do TSE foi questionado se, depois das acusações de Sergio Moro sobre Jair Bolsonaro, o Brasil aguentaria mais um processo de impeachment.
O ministro respondeu:
“Impeachment não é a maneira ordinária de se administrar a decepção nas democracias. A maneira ordinária de se administrar a decepção numa democracia é com eleições. Para que haja um impeachment, é preciso que os fatos sejam graves, demonstrados. Eu, de novo, estou falando em tese. Impeachment não é a primeira opção. É a última opção.”
O ANTAGONISTA
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