quarta-feira, 3 de junho de 2020

Comissão de Ética da Presidência proíbe Moro de advogar por seis meses


Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Comissão de Ética da Presidência da República decidiu, nesta terça-feira (2), proibir que o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, advogue por um período de seis meses.

Ele foi autorizado a dar aulas e escrever artigos para a imprensa. No período em que durar a proibição, Moro seguirá recebendo o salário de R$ 31 mil, pago aos integrantes do primeiro escalão.

O impedimento de exercer atividades profissionais imposto aos ex-ministros tem como justificativa o fato de eles terem tido informações privilegiadas no governo.

CNN Brasil

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