
Durante o julgamento do registro de candidatura de Lula para as eleições desse ano, a defesa do ex-presidente tentou protelar a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas em vão.
A defesa pediu o adiamento do julgamento pelo prazo de cinco sessões até que os outros impugnantes se manifestem acerca das alegações apresentadas por eles. O ministro Edson Fachin defendeu a tese de dar o prazo para que os impugnantes pudessem se manifestar. Com isso o julgamento só seria retomado na próxima quinta-feira (6). O pedido foi posto para apreciação da Corte e terminou sendo negado.
Com a decisão, o julgamento segue. O ministro Luis Barroso já votou contrário ao registro de candidatura com base na Lei da Ficha Limpa. O ministro Edson Fachin é o próximo a apresentar o voto.
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