O candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) afirmou que, apesar de ter sido contrário a alguns pontos da reforma tributária aprovada pelo Congresso, reconhece que a medida pode simplificar o sistema de impostos no Brasil.
Em entrevista à Record TV, Zema defendeu uma regulamentação cuidadosa da reforma e disse ser contrário a qualquer aumento da carga tributária. Segundo o candidato, a redução das despesas da máquina pública poderia abrir espaço para cortes de impostos.
“Eu fui contrário a alguns pontos, mas reconheço [...] que ela vai simplificar a vida de quem paga impostos, porque hoje nós temos um manicômio tributário no Brasil”, afirmou.
Zema também defendeu uma reforma administrativa, à qual atribuiu um potencial de economia de R$ 2 trilhões. Segundo ele, a proposta teria como objetivo aumentar a racionalidade do serviço público, citando como exemplos os aumentos automáticos, salários iniciais elevados e estruturas que considera excessivamente grandes.
“A reforma administrativa é para dar mais racionalidade no serviço público. Tem muito aumento automático, tem muito salário inicial altíssimo, tem muita estrutura gorda”, declarou.
As afirmações foram feitas durante entrevista concedida na quarta-feira (16). Os valores de economia mencionados pelo candidato representam uma estimativa apresentada por ele, e não uma economia já realizada ou oficialmente assegurada.
Fonte: Agência Estado/UOL
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