Apuração parcial mostra disputa equilibrada por regiões; Estados Unidos e Portugal podem ser decisivos no resultado entre os brasileiros que votam no exterior.
As urnas já foram fechadas em países da Ásia e da Oceania, e os primeiros boletins indicam um movimento semelhante ao observado no primeiro turno: cada candidato ampliou sua votação nos países onde já tinha vantagem.
No Japão, Flávio Bolsonaro avançou de 24.601 para 28.538 votos, enquanto Lula passou de 5.234 para 7.098. Com isso, a vantagem de Flávio aumentou de 19.367 para 21.440 votos.
Na Austrália, o cenário foi favorável a Lula. O petista subiu de 4.562 para 6.017 votos, enquanto Flávio passou de 2.579 para 3.465. A diferença em favor de Lula cresceu de 1.983 para 2.552 votos.
Nova Zelândia, China e Coreia do Sul também registraram vantagem para Lula. Considerados em conjunto, esses três países ampliaram em 233 votos a margem do candidato. Já na Malásia, Flávio conseguiu virar o resultado e venceu por 44 votos a 41.
Na soma dos países que já encerraram a votação, Flávio conquistou aproximadamente 1,3 mil votos líquidos adicionais em relação ao primeiro turno. O avanço, porém, ainda é modesto diante da vantagem de 13.487 votos que Lula havia construído no exterior na primeira etapa da disputa.
Com Estados Unidos e Portugal ainda em votação, a disputa permanece aberta. O desempenho dos candidatos nesses dois países poderá ter peso importante para definir quem terminará à frente entre os brasileiros que votam fora do país.
Quem levará a disputa no exterior? Os números parciais mostram que Flávio avança em seus redutos, mas Lula continua competitivo em diferentes regiões. O resultado dependerá, sobretudo, do comportamento do eleitorado nos países com maior peso na votação brasileira no exterior.
Fonte: (TSE), Poder360.

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