Para a federação, o resultado segue a tendência observada na última edição da Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico, realizada em março em parceria com a E-bit/Buscapé. Os economistas da FecomercioSP afirmam que o comércio eletrônico também tem sentido os efeitos da inflação elevada, dos juros altos, da escassez de crédito e do aumento do desemprego.
Segundo a projeção, o varejo físico terá recuo mais acentuado, de 6%, na mesma comparação. "Em um ano de incertezas, até o tradicional Dia das Mães deve ser afetado, afinal, a data chega junto com uma série de indicadores econômicos negativos. Mesmo assim, o desempenho das vendas online deve superar o do varejo físico e, no que depender dos consumidores virtuais, as mães não devem ser esquecidas", afirma Pedro Guasti, presidente do Conselho de Comércio Eletrônico da FecomercioSP.
A FecomercioSP diz ainda que o comércio eletrônico deve ganhar espaço no total das vendas em maio deste ano, na comparação com 2015, devidos aos avanços tecnológicos e às mudanças de comportamento do consumidor.
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