A biografia do magistrado, publicada no site do tribunal, sustenta que ele é “feliz com a sua vida” e afirma que “escolhas como o celibato fazem parte de uma decisão de Deus”.
Em entrevista a uma agência de notícias católica, em 2012, ele afirmou que o rito de indicação dos ministros do Supremo era “ruim”, pois dependia “exclusivamente de vontade política” ou da “amizade do presidente com o candidato escolhido”.
por Robson Pires
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