O GloboEsporte.com lista cinco motivos que podem fazer a torcida rubro-negra confiar em uma temporada ainda melhor no próximo ano. Veja abaixo:
de volta à libertadores
Classificado para a Libertadores, o Rubro-Negro precisa vencer duas fases antes de entrar nos grupos da competição continental. O adversário na fase 2 da pré-Libertadores de 2017 é o Millonarios, da Colômbia. A ida será em 1° de fevereiro, às 21h45 (de Brasília), na Arena da Baixada, com o jogo decisivo marcado para 8 de fevereiro, no Estádio El Campín, em Bogotá. Se passar pelos colombianos, o Furacão terá que superar mais um adversário - Universitario (PER), Táchira (VEN) ou Deportivo Capiatá (PAR) - para chegar à fase de grupos. E se avançar, entraria no grupo 4, que já tem Flamengo, Universidad Católica (CHI) e San Lorenzo (ARG).
Para disputar a primeira fase, o Furacão vai receber US$ 400 mil (R$ 1,4 milhão) da Conmebol.
mesmo comando
A última vez que o Rubro-Negro havia encerrado um Brasileirão com o mesmo comandante foi há 17 anos, com o técnico Vadão, que ficou à frente do Rubro-Negro durante as 21 rodadas da primeira fase - a equipe terminou no nono lugar. Desde 1999 o Furacão não conseguia completar um Brasileirão com o mesmo técnico.
Autuori, inclusive, tem sido o diferencial do Atlético-PR para garantir reforços visando a disputa da Libertadores da América. Com grande prestígio da torcida e da diretoria, o comandante tem convidado jogadores para se juntar ao elenco atleticano, como foi o caso do lateral-direito Jonathan, um dos três reforços anunciados oficialmente pelo clube até o momento.
contratações
O faro de gols de Grafite, aliás, é a aposta do Furacão para tentar solucionar um setor que preocupou em 2016: o ataque. Vice-artilheiro do Campeonato Brasileiro, com 13 gols, o atacante experiente chega com a missão de resolver a deficiência na frente rubro-negra e melhorar os números na próxima temporada. Com 24 gols na temporada, só ficou atrás de Robinho, do Atlético-MG (que marcou 25). Com três disputas no currículo (2002 pelo Grêmio e 2004 e 2005 pelo São Paulo), ele é o jogador do grupo atual com o maior número de gols marcados pelo torneio: oito.
Em 2016, o Atlético-PR ficou com o quarto pior ataque do Brasileirão, com 38 gols em 38 rodadas, uma média de apenas um por jogo. O Furacão só ficou à frente de três times da zona de rebaixamento: Internacional, que fez 35, Figueirense, que marcou 30 vezes, e do lanterna América-MG, com apenas 23 gols. O rebaixado Santa Cruz, ex-clube de Grafite, por exemplo, balançou as redes 45 vezes.
cofre cheio
Com o cofre em dia, o Rubro-Negro investiu, por exemplo, nas contratações do atacante Grafite, do lateral-direito Jonathan e, principalmente, do meia Felipe Gedoz. O jogador rescindiu com o Club Brugge, da Bélgica, e assinou um contrato de três temporadas com o Furacão. Estima-se que a compra do atleta tenha custado por volta de 1,4 milhões de euros.
força do caldeirão
Com média de 15.133 pagantes durante o ano de 2016, o Rubro-Negro somou como mandante 21 vitórias, cinco empates e três derrotas em 29 jogos. No Campeonato Brasileiro, contando o Atletiba na Vila Capanema, a equipe teve 15 vitórias, três empates e apenas uma derrota, o que representa 84,2% de aproveitamento - terminou como o melhor mandante da competição.
A melhor presença de público foi na última rodada do Brasileirão, contra o Flamengo, que contou com 35.396 pagantes, o melhor na história da Arena da Baixada.
Por Monique SilvaCuritiba
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