- Issouf Sanogo/AFP PhotoKabananga comemora gol pela República Democrática do Congo

Atual jogador do Astana, do Cazaquistão, Kabananga brilhou nos dois títulos nacionais obtidos por seu time. Mas seu primeiro destino fora da África foi o Anderlecht, da Bélgica. Ele mal ficou no time e acabou emprestado algumas vezes, mas o primeiro contrato teve um documento adulterado que alimenta até hoje uma briga internacional.
Time que o formou na República Democrática do Congo entre 2001 e 2005, o Eagle Verts acusou em 2011 o o Anderlecht de ter fraudado documento ao contratar o atacante do MK Étanchéité, também do Congo. A alteração indicava que Kabananga ainda era amador quando trocou o Étanchéité pelo Anderlecht, o que faria desse clube africano o último formador.
O Eagle Verts, no entanto, conseguiu provar que ele já era profissional e por isso cobra 100 mil euros do Anderlecht. Depois de muita disputa, o time belga assumiu o erro, mas disse que não houve intenção. E ainda apontou a pouca relevância futebolística do atacante para se justificar.
A briga segue nos órgãos internacionais, mas enquanto isso o atacante faz sua parte para ficar conhecido por suas atuações em campo. Na Copa Africana de Nações, ele fez gol nas três partidas da primeira fase, contra Marrocos (1 a 0), Costa do Marfim (2 a 2) e Togo (3 a 1). Os resultados garantiram a ele a artilharia isolada com três gols e o Congo na liderança do "grupo da morte".
Nas quartas de final, no entanto, Kabananga passou em branco e sua seleção acabou eliminada, perdendo por 2 a 1 para a forte Gana. Mas antes das semifinais, ele segue no topo da artilharia, chamando a atenção para seu lado goleador.
Do UOL, em São Paulo
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