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Segundo o UOL Esporte apurou, o vale refeição não é pago desde janeiro, muitas pessoas estão sem vale transporte, o seguro de saúde só será válido até fevereiro, o FGTS de apenas dois dos últimos 16 meses foram pagos e membros da diretoria estão sem receber salários desde outubro.
A situação foi confirmada pela própria CBB após consulta da reportagem. A confederação alega uma série de complicações e diz não ter como dar uma previsão de quando tudo estará regularizado.
A não-renovação do contrato com o Bradesco, encerrado em dezembro, piorou ainda mais o panorama. O banco pagava cerca de R$ 8,5 milhões anuais. A entidade também está impedida de receber verba do Comitê Olímpico do Brasil (COB) por meio da Lei Agnelo/Piva enquanto não resolver sua situação com a Fiba. O repasse previsto neste ano é de R$ 3.467.205,08.
Consultado pela reportagem, o COB reafirmou que "só repassará recursos da Lei Agnelo/ Piva à CBB após decisão da Fiba em relação à suspensão da entidade máxima do basquete nacional".
Na sexta-feira, está marcada uma reunião na Suíça na qual será definido o que ocorrerá com a CBB. Participarão do encontro Usie Richards (presidente da Fiba Américas), Alberto Garcia (Diretor Executivo da Fiba Américas), Carlos Nunes (presidente da CBB), Gerasime Grego Bozikis (presidente da ABASU), João Fernando Rossi (presidente da LNB), Kourus Monadjemi (Comitê de Competições de Clubes e Ligas da Fiba Américas), Paulinho Villas Boas (ex-jogador da Seleção Brasileira e que trabalhou no Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016), além dos dois candidatos à presidência da CBB, Amarildo Rosa e Guy Peixoto.
Fábio Aleixo
Do UOL, em São Paulo
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