terça-feira, 29 de maio de 2018

Caminhoneiros começam a deixar mobilização na BR-101, em Alagoas PRF e PM foram acionadas para auxiliar saída dos motoristas que queriam deixar o local, entre Messias e Rio Largo. Caminhoneiros ocupam o acostamento e um posto de combustíveis.


Pista da BR-101, em Alagoas, fica livre de caminhões após chegada da PRF e PM (Foto: Carolina Sanches/TV Gazeta)Pista da BR-101, em Alagoas, fica livre de caminhões após chegada da PRF e PM (Foto: Carolina Sanches/TV Gazeta)
Pista da BR-101, em Alagoas, fica livre de caminhões após chegada da PRF e PM (Foto: Carolina Sanches/TV Gazeta)
Alguns manifestantes começaram a deixar, nesta terça-feira (29), a mobilização na rodovia BR-101, entre Messias e Rio Largo, na Região Metropolitana de Maceió. A greve de caminhoneiros no local começou na última terça (22). A saída deles foi intermediada pela polícia, embora outros se recusem a deixar a via.
Por volta das 15h, foram enviadas ao local equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e de diversos batalhões da Polícia Militar, seguindo ordens vindas de Brasília. Ao todo, 30 viaturas participam da ação. Não há informação sobre quanto tempo a polícia permanecerá no local.
Segundo o policial rodoviário federal Mário, o Governo Federal determinou que fosse pedido o apoio da PM para negociar a liberação e resguardar a segurança dos motoristas que não quisessem mais permanecer na mobilização.
O almirante Ademir Sobrinho, chefe do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas, confirmou em entrevista coletiva que, além de Alagoas, caminhoneiros também começam a deixar rodovia em Caruaru (PE).
O presidente do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Bens no Estado de Alagoas (Sindicam-AL), Valdir Kummer, estima que 200 veículos já deixaram a mobilização e que a saída tem sido tranquila. "Tem muita gente ainda, mas espero que com a saída de alguns, os que ainda estão aqui resolvam sair também e entendam que a mobilização acabou".
Alguns motoristas tentaram impedir a saída dos outros sentando na pista em frente aos caminhões, mas a polícia conseguiu tirá-los de lá.
PM e PRF negociam com caminhoneiros na BR-101, em Messias, para permitir a saída dos que concordam em encerrar a mobilização (1) (Foto: Gerenciamento de Crises/PM-AL)PM e PRF negociam com caminhoneiros na BR-101, em Messias, para permitir a saída dos que concordam em encerrar a mobilização (1) (Foto: Gerenciamento de Crises/PM-AL)
PM e PRF negociam com caminhoneiros na BR-101, em Messias, para permitir a saída dos que concordam em encerrar a mobilização (1) (Foto: Gerenciamento de Crises/PM-AL)
A pista foi fechada por uma hora pela PRF, o que provocou um grande congestionamento. Após a saída dos caminhoneiros, a via foi fechada novamente, com o objetivo de resguardar a segurança dos veículos menores.
Os caminhoneiros haviam bloqueado o trecho da rodovia em Messias, mas o protesto cresceu e chegou até Rio Largo. Eles, a princípio, impediam a passagem de veículos na via, mas depois passaram a ocupar o acostamento e um posto de combustíveis.
A paralisação, que em Alagoas já dura 8 dias, foi mantida mesmo após o governo estabelecer redução de R$ 0,46, no litro do diesel no preço do diesel e outras medidas, mas com algumas mudanças. Rodovias antes bloqueadas foram liberadas, e outras que não tinham protesto até então, passaram a ter bloqueios.
Além da BR-101, havia caminhoneiros mobilizados na BR-316, em Palmeira dos Índios; e na BR-423, Povoado Maria Bode, em Delmiro Gouveia. A PRF não informa se ainda há manifestantes nestes trechos.
Pipeiros, motoristas de vans e outras categorias fizeram bloqueios na AL-130, em Pão de Açúcar, e na AL-220, entre Olho D’Água das Flores e São josé da Tapera, mas o Batalhão de Polícia Rodoviário (BPRv) não soube informar se a manifestação nestes locais tinha sido encerrada ou não.
Apesar da saída de alguns manifestantes, alguns caminhoneiros se recusam a deixar a mobilização (Foto: Carolina Sanches/TV Gazeta)Apesar da saída de alguns manifestantes, alguns caminhoneiros se recusam a deixar a mobilização (Foto: Carolina Sanches/TV Gazeta)
Apesar da saída de alguns manifestantes, alguns caminhoneiros se recusam a deixar a mobilização (Foto: Carolina Sanches/TV Gazeta)
Por Derek Gustavo e Carolina Sanches, G1 AL e TV Gazeta

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