Um policial militar foi condenado a 14 anos de prisão, em regime fechado, pela morte do pintor Jorge Mauro, de 51 anos. O crime ocorreu em maio de 2025, durante um pagode em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
De acordo com as investigações, o policial e a vítima teriam se desentendido antes do episódio. A família de Jorge, no entanto, contesta essa versão e afirma que o pintor não conhecia o agente, sustentando que ele foi morto de forma aleatória.
A condenação representa um desdobramento judicial do caso, cujas circunstâncias envolveram versões distintas sobre a relação entre o policial e a vítima antes do homicídio.

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