Tribunal cobra explicações da empresa sobre a neutralidade das plataformas digitais às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais no Brasil.
A Justiça Eleitoral brasileira deu à Meta, empresa responsável pelo Facebook e pelo Instagram, um prazo de 24 horas para comprovar que suas plataformas não estão favorecendo nenhum dos candidatos à Presidência da República na reta final da campanha eleitoral.
A medida ocorre às vésperas do segundo turno, marcado para domingo, e busca esclarecer se os mecanismos de distribuição de conteúdo das redes sociais estão atuando de maneira imparcial em relação aos concorrentes.
O caso coloca novamente em evidência o papel das grandes plataformas digitais durante as eleições e a preocupação das autoridades com a transparência, a igualdade de condições entre os candidatos e a influência das redes sociais na formação da opinião pública.
A Meta deverá apresentar os esclarecimentos solicitados dentro do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral.
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