'pílula do câncer'
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) voltou a criticar o
projeto de lei 4639, que autoriza o uso, distribuição e fabricação da
fosfoetanolamina sintética, conhecida como 'pílula do câncer'. Nesta
terça-feira (22), o projeto foi aprovado no Senado e vai para a sanção
da presidente Dilma Rousseff.
Em nota divulgada nesta quarta-feira, a agência afirmou ver com preocupação a liberação de uma substância que não passou por testes que garantam sua segurança e eficácia "como é exigido pela Anvisa e por todas as agências reguladoras do mundo".
A substância é apontada por pesquisadores que desenvolveram um método de síntese do produto como possível cura para diferentes tipos de câncer, mas não passou por testes em humanos e não tem eficácia comprovada, por isso não é considerada um remédio.
Ela não tem registro na Anvisa e seus efeitos nos pacientes ainda são desconhecidos. Pelo projeto aprovado, pacientes com tumor maligno poderão usar a “pílula do câncer”, desde que exista laudo médico que comprove a doença
Em nota divulgada nesta quarta-feira, a agência afirmou ver com preocupação a liberação de uma substância que não passou por testes que garantam sua segurança e eficácia "como é exigido pela Anvisa e por todas as agências reguladoras do mundo".
A substância é apontada por pesquisadores que desenvolveram um método de síntese do produto como possível cura para diferentes tipos de câncer, mas não passou por testes em humanos e não tem eficácia comprovada, por isso não é considerada um remédio.
Ela não tem registro na Anvisa e seus efeitos nos pacientes ainda são desconhecidos. Pelo projeto aprovado, pacientes com tumor maligno poderão usar a “pílula do câncer”, desde que exista laudo médico que comprove a doença

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