Com
base em um relatório da Controladoria-Geral da União (CGU), o
Ministério Público Federal (MPF) ingressou com uma ação por improbidade
contra o ex-prefeito de São Miguel e atual deputado estadual, José
Galeno Diógenes Torquato. Outras sete pessoas e três empresas envolvidas
no desvio dos recursos destinados à construção de uma unidade de saúde
na zona urbana de São Miguel, em 2010, quando o parlamentar administrava
o Município, também foram denunciadas. De acordo com o MPF, a licitação
foi forjada e houve ainda superfaturamento de R$ 34 mil, cujo prejuízo
foi coberto com recursos públicos, sem que a empresa sofresse qualquer
sanção.
Por meio da assessoria, o deputado Galeno Torquato informou ao G1 que não irá se pronunciar antes de analisar a ação.
A fiscalização da CGU aconteceu em 2011. O procurador da República Marcos de Jesus é o autor da ação na qual o MPF aponta que Galeno Torquato e os demais envolvidos usaram documentos falsos para dar “ares de legalidade” à contratação que resultou no desvio de recursos em prol de uma construtora. O dinheiro desviado é fruto de um convênio firmado, em dezembro de 2007, entre o Município e o Ministério da Saúde.
Por meio da assessoria, o deputado Galeno Torquato informou ao G1 que não irá se pronunciar antes de analisar a ação.
A fiscalização da CGU aconteceu em 2011. O procurador da República Marcos de Jesus é o autor da ação na qual o MPF aponta que Galeno Torquato e os demais envolvidos usaram documentos falsos para dar “ares de legalidade” à contratação que resultou no desvio de recursos em prol de uma construtora. O dinheiro desviado é fruto de um convênio firmado, em dezembro de 2007, entre o Município e o Ministério da Saúde.
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