O deputado federal Beto Rosado (PP) não participou da votação do Projeto de Lei que permite as terceirizações irrestritas no Brasil. O parlamentar está licenciado, devido ao problema de saúde do pai, o ex-deputado Betinho Rosado
(PP). O parlamentar acompanha a recuperação do pai, que se submeteu a
uma cirurgia no coração. Deverá voltar às atividades parlamentares na
próxima semana.
por Robson Pires
quinta-feira, 23 de março de 2017
Somente Jácome
O único deputado federal potiguar a se abster, na votação do Projeto de
Lei que libera as terceirizações irrestritamente no Brasil, foi Antônio Jácome (PTN). Para evitar a ira dos trabalhadores e o desgaste com a base governista, ele preferiu não se comprometer.
por Robson Pires
por Robson Pires
Henrique está se babando
O ex-deputado Henrique Alves está trabalhando na Câmara dos Deputados para o Congresso Nacional aprovar a famosa lista fechada para vigorar nas chapas proporcionais da próxima eleição.
Henrique sabe que atolado na lama com encontra-se em face ao seu envolvimento e citações na Operação Lava Jato só terá possibilidade de ser eleito caso seja aprovada a lista fechada onde o eleitor vota sem saber quem está elegendo.
Segundo um bacurau desiludido, caso não seja aprovada a lista fechada, Henrique não deverá ser candidato.
O desgaste de Henrique é muito grande, e piorou depois que ele disse não saber quem depositou R$ 2,5 milhões numa conta dele no Uruguai.
Passando aprovação da lista fechada, Henrique será o primeiro da lista e eleito tranquilamente.
Do blogue do Primo
TCU considera inidôneas 4 empreiteiras
O Tribunal de Contas da União (TCU) declarou a inidoneidade de quatro
empreiteiras envolvidas no cartel da usina de Angra 3, esquema
descoberto pela Lava Jato. UTC, Queiroz Galvão, Techint e Empresa
Brasileira de Engenharia ficarão impedidas, por cinco anos, de
participar de licitações e firmar contratos bancados por recursos do
governo federal. O acórdão foi aprovado por unanimidade pelo plenário de
ministros. É a primeira vez que a corte aplica essa sanção a pessoas
jurídicas alvo da Lava Jato.
por Robson Pires
por Robson Pires
Felipe, Fábio e Rogério votam a favor das terceirizações
Durante a votação do Projeto de Lei que permite terceirizações
irrestritas em empresas privadas e no serviço público, nesta
quarta-feira (22), na Câmara Federal, somente três deputados federais da
bancada do Rio Grande do Norte votaram a favor: Felipe Maia (DEM), Rogério Marinho (PSDB) e Fábio Faria (PSD). A proposta foi aprovada.
por Robson Pires
por Robson Pires
Ele voltou? Alexandre de Moraes de toga é chamado de Voldemort.
Bem que ele disse que poderia viver para sempre. Lord Voldemort, o maior bruxo das trevas do universo de “Harry Potter”, parece ter voltado da morte e está no Brasil. Pelo menos é a brincadeira que circula nas redes sociais, onde internautas estão comparando o novo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, àquele que não deve ser nomeado.
Durante a posse, o ex-ministro da Justiça usou a toga característica dos magistrados da corte suprema, roupa que, para os tuiteiros de plantão, lembra e muito a capa de Tom Riddle.
por Robson Pires
terça-feira, 21 de março de 2017
Empresários suspeitos de fraude em licitações federais são alvos da polícia PF e CGU fazem a operação Licitante Fantasma contra grupo de MS. São cumpridos 4 mandados de busca e apreensão, em Campo Grande.
A Polícia Federal e a Controladoria Geral da União (CGU) fazem nesta terça-feira (21), em Campo Grande, a operação Licitante Fantasma, contra empresários suspeitos de fraudar licitações federais.
De acordo com a PF, são cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, com participação de 20 policiais. Documentos foram apreendidos. Um revólver calibre 32, um calibre 38 e uma carabina, todos sem registros, foram encontrados durante as buscas em um dos endereços. Um homem foi preso em flagrante.
A ação é resultado de três anos de investigação contra o grupo, que de forma sistemática, fraudava compras realizadas no sistema de pregão eletrônico federal (ComprasNet) e outros certames da administração pública.
Conforme a PF, eles acertavam o preço e fraudavam lances efetuados nas licitações. Em um dos casos foi constatado ágio de 600% sobre o valor unitário dos produtos adquiridos, devido à intervenção da grupo.
No caso de licitações, os valores oferecidos pelos vencedores eram previamente ajustados, em violação aos princípios regulamentadores das licitações públicas, impedindo a livre concorrência e causando prejuízos de grande monta ao erário.
O grupo também é suspeito de abrir empresas para participar das licitações e certames, atuando como concorrentes, mas que não existiam de fato. Elas eram registradas, porém, pertenciam a donos de outras que participavam da concorrência e existiam de fato.
Do G1 MS
Fraude em licitações federais causou prejuízo de R$ 25 milhões, diz PF Dois empresários foram presos em MS suspeitos de esquema fraudulento. Grupo de empresas venceu 380 pregões simulando falsa concorrência.
O esquema fraudulento que burlava licitações federais no sistema de pregão eletrônico federal (ComprasNet) causou prejuízo de pelo menos R$ 25 milhões aos cofres públicos, segundo informações da Polícia Federal (PF). Dois empresários foram presos nesta terça-feira (21) em Campo Grande durante a operação Licitante Fantasma e sete armas de fogo foram apreendidas durante cumprimento dos mandados de busca e apreensão.
Os presos são suspeitos de comandar o esquema que venceu 380 pregões entre 2011 e 2014 simulando falsa concorrência.
Cléo Mazzotti, delegado da PF e diretor regional de combate ao crime organizado, disse, em coletiva de imprensa nesta manhã, que o esquema foi denunciado por um empresário que recusou convite para participar da fraude.
"Esse empresário conseguiu vencer a licitação sem participar do esquema e foi procurado por uma das empresas fraudulentas, que ofereceu que ele saísse da licitação para que uma das empresas do esquema ganhasse e eles dividissem valor superfaturado", explicou.
Táticas
Segundo o delegado, o grupo tinha três modalidades de fraude. Na primeira, duas empresas do grupo propostas muito altas, próximas do valor inicial da licitação, e iam concorrendo com empresas sérias que não faziam parte do esquema.
Quando eles percebiam que não ganhariam a concorrência, outra empresas fraudelentas, participantes do certame, fazia uma proposta muito baixa, quase sem lucro, para afastar as empresas sérias que acabavam desistindo da licitação por conta da oferta muito baixa da empresa fraudadora.
Na etapa seguinte, a empresa fraudadora vencedora não entregava os documentos, saindo da disputa, assim como a outra empresa que tinha proposto valor alto. Quem assumia a licitação era a empresa do esquema que havia feito a proposta mais alta.
"O objetivo era fraudar a concorrência e vencer a licitação com preço muito mais próximo do que o oferecido", explicou Mazzotti.
busca e apreensão (Foto: PF/ Divulgação)
E na terceira forma de fraude, todas as empresas fraudadoras combinavam quem participaria da licitação e somente as empresas vencedoras faziam ofertas muito próximas do valor estipulado pela administração pública, sem nenhuma concorrência.
Senhas
A investigação ainda apurou que, em algumas situações, os lances eram feitos quase que simultaneamente por uma mesma pessoa do grupo, através de senhas de cada uma das empresas participantes do esquema.
A partir disso, a Controladoria-Geral da União (CGU) vai buscar medidas para aperfeiçoar o sistema de pregão eletrônico federal (ComprasNet) e reforçar a segurança para evitar fraudes desse tipo, segundo o chefe da CGU em Mato Grosso do Sul.
"Não trata-se de crítica ou falha do sistema, foram oportunidades que essas empresas vislumbravam de fraudar o sistema
Ele também reforçou que, a princípio, não existem evidências de participação de servidores federais no esquema, já que a fraude acontecia na fase inicial da licitação.
Gabriela Pavão Do G1 MS
Ministério da Cultura cria teto para Lei Rouanet e promete maior controle Projetos pequenos terão limite de R$ 700 mil; de grandes empresas, R$ 10 milhões. Objetivo é garantir maior fiscalização sobre repasses, diz pasta.
Secretário de Fomento, José Paulo Martins, o ministro da Cultura,
Roberto Freire, e o secretário executivo, João Batista de Andrade, em
coletiva de imprensa (Foto: Graziele Frederico/G1)
O Ministério da Cultura anunciou nesta terça-feira (21) a criação de um
teto para liberação de recursos pela Lei Rouanet. A legislação permite a
captação de verbas para projetos culturais por meio de incentivos
fiscais para empresas e pessoas físicas. Pelas novas regras, o limite
será de R$ 700 mil para pessoas físicas e microempreendedores, e R$ 10
milhões para grandes empresas.
Os cachês individuais também não poderão ultrapassar R$ 30 mil por
artista. Todas as despesas dos produtores serão pagas com cartões e
lançadas automaticamente no Portal da Transparência. Pela regra antiga
não havia limite de captação de recursos e isenção fiscal.
Os produtos gerados a partir da Lei Rouanet também vão sofrer mudança.
Livros e ingressos deverão ter valor médio de R$ 150. Antes o valor
limite era de R$ 200. Na prática, uma peça de teatro pode custar bem
mais caro do que R$ 150, mas se o valor médio (considerando também o
número de meias em relação ao total de ingressos comprados) ficar até
este limite, está autorizado.
Por exemplo, uma peça de teatro pode custar R$ 300, mas fazendo a média
com número de cadeiras de estudantes, o valor médio abaixa para R$ 150.
As regras ainda estabelecem que os lucros do produtor cultural não
poderão ultrapassar o índice de 20% do total do valor aprovado para o
projeto. Estão isentos dos limites de captação projetos que trabalhem
com área de patrimônio e museologia.
"Garantir a continuidade da Lei Rouanet foi nossa prioridade zero e isso significava responder às críticas feitas à lei. Algumas corretas e outras advindas de uma demonização que ocorreu logo após o período do impeachment", afirmou o ministro da Cultura, Roberto Freire.
"Decidimos que talvez pudéssemos responder a esse desgaste do
ministério e da Lei Rouanet internamente por meio de uma instrução
normativa, que foi construída com a ideia de que não vamos engessar a
lei. Se não funcionar, podemos mudar novamente", completou Freire.
O novo ministro da Cultura, Roberto Freire, em Brasília (Foto: José Cruz/Agência Brasil)
Segundo o Ministério da Cultura, o objetivo é trazer maior controle
sobre a gestão e aproveitamento dos recursos destinados para incentivar a
cultura.
De acordo com a nova resolução, que substitui as regras aprovadas em
2013, o ministério vai priorizar projetos que já tenham captado 10% dos
recursos do orçamento aprovado. Na opinião do governo, essas são
propostas com maior chance de serem executadas. Atualmente, um a cada
quatro projetos consegue patrocínio suficiente para começar a fase
preparatória e ser considerado executável pelos pareceristas do
ministério.
Os repasses da pasta foram alvos de uma operação da Polícia Federal deflagrada em junho de 2016, a Operação Boca Livre,
que segue investigando a liberação de R$ 180 milhões em projetos
fraudulentos com recursos da lei. Em 2016, a Lei Rouanet aprovou
projetos no valor total de R$ 1,142 bilhão.
"Nós vinculamos a prestação de contas em tempo real. Isso é um grande
avanço porque a gente vai responder a uma responsabilidade que foi feita
no ministério. Temos um passivo de quase 18 mil projetos com análise da
prestação de contas pendentes. Esperamos que isso não gere outras
'Bocas Livre', mas com um passivo desses não podemos garantir", afirmou
Freire.
Agentes carregam malotes na sede da Polícia Federal em São Paulo, na
operação que apura fraudes na Lei Rouanet (Foto: Rafael Arbex/Estadão
Conteúdo)
Descentralizar
Outro ponto da resolução desta terça (21) é o incentivo para projetos
que forem realizados nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do país.
Em 2016, o ministério informou que 93,3% das liberações de recursos
pela Lei Rouanet foram para projetos no Sul e Sudeste. A mesma
concentração foi registrada nos dois anos anteriores.
Para reduzir esse índice de desigualdade, o limite de orçamento poderá
ser 50% maior caso o produtor cultural apresente algum projeto a ser
realizado nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do país.
Atualmente, os números do ministério mostram que enquanto 62% dos
projetos beneficiados se concentram na região Sudeste; o Nordeste conta
com 8,13% dos favorecidos e Centro-Oeste e Norte com 3,5% e 1,2%
respectivamente.
Por Graziele Frederico, G1 DF
Mulher substitui tijolos por garrafas pet para construir casa própria no TO Moradora de Araguaína viu a ideia na internet e a casa fica pronta em abril. Engenheiro civil diz que construção é segura e mais barata.
Para realizar o sonho da casa própria, a projetista Arlete Maria de
Sousa, moradora de Araguaína, norte do Tocantins, está usando um
material que é considerado lixo para muita gente: a garrafa pet. Além de
sustentável, o projeto é mais barato do que o convencional. A ideia foi
vista na internet. Nas paredes, nada de tijolo, apenas as garrafas de
plástico e cimento. (Veja o vídeo)
A Arlete já fez inúmeros desenhos de casas, com decoração de ambientes. Mas o sonho da casa própria ficou parado por muitos anos. Quando ela ficou desempregada, a situação só piorou. "Comecei a pesquisar e olhar formas que eu poderia alcançar o meu sonho de uma maneira que não pesasse tanto no bolso".
Engenheiro diz que casa construída com garrafas
tem vantagens (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
A projetista já tinha o terreno, mas ainda faltava o dinheiro para
comprar o material. Ela pesquisou e acabou decidindo construir a casa
com o material reciclável.
"Fui ver os tipos de casa construídas com garrafas, têm várias formas, mas essa foi a que eu mais agradei porque não foge do que eu estava esperando, as paredes, a estrutura, tudo do jeito que eu sonhava. Esse é o meu sonho realizado e ajudando o meio-ambiente também".
Mais de duas mil garrafas foram recicladas. O mestre de obras é o pai da projetista, João Evangelista de Sousa. "Ela falou para mim: 'Pai, eu quero fazer uma casa e tem de ser com garrafa pet. O senhor consegue fazer?' Eu disse: 'consigo. Se você arrumar os litros eu faço'. E está aí, quase no final da obra", relata com orgulho.
Mais de duas mil garrafas já foram usadas na
construção (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
A dúvida de muitas pessoas é se uma casa construída com o material
reciclável é realmente segura. O engenheiro civil, Renan Modesto, conta
que para dar certo todos os projetos precisam estar integrados. "Projeto
estrutural, elétrico, hidráulico, arquitetônico. Eles precisam se
comunciar para que não tenha nenhum tipo de interferências negativas no
processo executivo".
Segundo ele, a construção oferece inúmeras vantagens. Além de segura, ela é mais barata, 30% a menos que uma casa de alvenaria, por exemplo. "Das vantagens que a gente pode ressaltar, a gente tem um ganho de acústica, um ganho térmico, um cronograma enxuto pela rapidez da obra. A gente tem uma economia no custo da obra, a gente tem uma resistência bem maior e um ganho ambiental".
A obra termina em abril, mês em que Arlete terá o sonho realizado. "Eu fico imaginando assim, tantas garrafas que a gente vê jogadas no rio. Se ao invés de jogarmos no lixo, achassemos um destino para elas, olha que maravilhoso", reflete a projetista.
Do G1 TO, com informações da TV Anhanguera
A Arlete já fez inúmeros desenhos de casas, com decoração de ambientes. Mas o sonho da casa própria ficou parado por muitos anos. Quando ela ficou desempregada, a situação só piorou. "Comecei a pesquisar e olhar formas que eu poderia alcançar o meu sonho de uma maneira que não pesasse tanto no bolso".
tem vantagens (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
"Fui ver os tipos de casa construídas com garrafas, têm várias formas, mas essa foi a que eu mais agradei porque não foge do que eu estava esperando, as paredes, a estrutura, tudo do jeito que eu sonhava. Esse é o meu sonho realizado e ajudando o meio-ambiente também".
Mais de duas mil garrafas foram recicladas. O mestre de obras é o pai da projetista, João Evangelista de Sousa. "Ela falou para mim: 'Pai, eu quero fazer uma casa e tem de ser com garrafa pet. O senhor consegue fazer?' Eu disse: 'consigo. Se você arrumar os litros eu faço'. E está aí, quase no final da obra", relata com orgulho.
construção (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Segundo ele, a construção oferece inúmeras vantagens. Além de segura, ela é mais barata, 30% a menos que uma casa de alvenaria, por exemplo. "Das vantagens que a gente pode ressaltar, a gente tem um ganho de acústica, um ganho térmico, um cronograma enxuto pela rapidez da obra. A gente tem uma economia no custo da obra, a gente tem uma resistência bem maior e um ganho ambiental".
A obra termina em abril, mês em que Arlete terá o sonho realizado. "Eu fico imaginando assim, tantas garrafas que a gente vê jogadas no rio. Se ao invés de jogarmos no lixo, achassemos um destino para elas, olha que maravilhoso", reflete a projetista.
Do G1 TO, com informações da TV Anhanguera
Fiscais acham abatedouros irregulares e destroem 530 kg de carne Eles funcionavam sem registro e fora das normas sanitárias. Em um dos locais, inspetores encontraram animais em contato com a carne.
Durante uma fiscalização da Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec) em Lajeado, a 50 km de Palmas, os fiscais encontraram dois abatedouros clandestinos na região. Os locais não tinham registro e atuavam fora das normas higiênicas-sanitária. Em um deles, foram apreendidos 530 quilos de carne impróprios para o consumo, que foram destruídos no aterro sanitário da capital. O responsável foi multado em R$ 5 mil.
A ação foi realizada nesta terça-feira (24). A Adapec informou ainda que o abate era feito em uma estrutura precária e sem qualquer condição de higiene. O órgão emitiu um termo de orientação e adequação às normas legais para funcionamento do abatedouro.
O outro local fica em uma fazenda a 9 km do centro da cidade. O proprietário abatia os animais e vendia no comércio local. Segundo a Adapec, o ambiente não possuía estrutura adequada para o abate. No local, foram encontrados animais e aves. Além disso, a carne estava em contato com a madeira e o escoamento do sangue era feito diretamente no solo.
Do G1 TO
Ibama investiga frigoríficos do TO por compra de gado de áreas desmatadas Empresa de Paraíso do Tocantins foi autuada, nesta terça-feira. Ação não está ligada à Operação 'Carne Fraca' da Polícia Federal.
O frigorífico Plena Alimentos, localizado em Paraíso do Tocantins, região central do estado, foi autuado pelo Ibama nesta terça-feira (21) por compra de gado de áreas embargadas por desmatamento ilegal. A informação é do chefe substituto da Divisão Técnica do instituto, Sandoval Santos. Essa fiscalização não tem relação com a operação Carne Fraca, da Polícia Federal.
Outros dois frigoríficos são investigados, um em Palmas e outro em Gurupi, porém os nomes não foram divulgados. A operação no Tocantins é chamada de 'Carne Fria'.
desmatada (Foto: Cassiano Rolim/TV Anhanguera)
Assim que autuadas, as empresas têm 20 dias para apresentar defesa. Os estabelecimentos que compram ou transportam produtos de áreas embargadas ficam sujeitos às penalidades previstas no decreto 6.514. Neste caso, a multa é de R$ 500 por unidade de produto, ou por gado. No caso dos frigoríficos do Tocantins, o Ibama não informou se eles foram multados.
O Ibama ressaltou que a ação não está ligada à operação Carne Fraca da Polícia Federal deflagrada na última sexta-feira (17), que desmontou um esquema de funcionários do Ministério da Agricultura que teriam recebido propina para liberar carne para venda sem passar pela devida fiscalização.
O objetivo, segundo o instituto, é fiscalizar fazendas e empresas que compraram gado de áreas que foram desmatadas ilegalmente. A operação é realizada em parceria com o Ministério Público Federal, no Pará.
Outro lado
O gerente do frigorífico de Paraíso do Tocantins disse que não foi autuado, mas somente notificado para apresentar documentação. Segundo João Elísio Beltrão Molento, a empresa compra carne de 15 pecuaristas, sendo que muitos têm múltiplas propriedades.
"De cinco mil compras, seis acusaram ser de áreas embargada. Tem pecuaristas que tem várias fazendas, pode ser que outra propriedade esteja embargada, mas não as que compramos. Nós já reunimos toda a documentação e estamos embasados para apresentar defesa", explicou.
Do G1 TO
Cidade em emergência pela cheia no AM vai receber 8t de ajuda humanitária Ipixuna tem 1.651 famílias impactadas por conta da enchente. Cestas básicas e kit´s com medicamentos serão entregues.
Oito toneladas de material de ajuda humanitária começam a ser enviadas ao município de Ipixuna, nesta terça-feira (21), pela Defesa Civil. A cidade está em situação de emergência por conta da subida do Rio Juruá. Ao todo, 1.651 famílias são impactadas pela enchente.
Segundo a Defesa Civil, moradores do município vão receber cestas básicas, kit´s medicamentos (antibióticos, vitaminas, sais de hidratação, analgésico), kit´s dormitório (lençol, mosquiteiro, rede), kit´s de higiene pessoal e hipoclorito de sódio, para purificação da água.
Os próximos municípios beneficiados devem ser Guajará (segunda fase de atendimento), Eirunepé e Itamarati.
Os municípios localizados na calha o Juruá (Juruá, Carauari e Envira), no Alto Solimões (Tabatinga, Benjamin Constant, São Paulo de Olivença, Amaturá, Santo Antônio do Iça, Tonantins e Atalaia do Norte), continuam em “Alerta”, estágio que antecede a Situação de Emergência.
Em “Atenção” permanecem os municípios que compõem a calha do Baixo Amazonas (Parintins, Barreirinha, São Sebastião do Uatumã, Nhamundá, Urucará, Boa Vista do Ramos, Maués).
Do G1 AM
Presa quadrilha suspeita de desviar dinheiro de rede de eletrodomésticos Sete funcionários foram presos suspeitas de desviar faturamento de loja. Suspeitos atuavam há cerca de um ano, diz polícia em Manaus.
Sete suspeitos de fraude em loja foram apresentados à imprensa junto a outros presos em Manaus (Foto: Ive Rylo/G1 AM)
Seis homens e uma mulher foram presos pela polícia, suspeitos de desviar parte do faturamento de uma loja de móveis e eletrodomésticos, no Centro de Manaus. A quadrilha composta por vendedores e um gerente foi detida nesta segunda-feira (20), durante operação "O Poderoso Chefão". A estimativa é que o prejuízo da filial que pertence a uma rede nacional, varie entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão.
A prisão temporário de 5 dias atendeu mandado expedido pelo juiz da 1ª vara criminal, Luiz Alberto Nascimento Albuquerque, na sexta-feira (17). Entre os suspeitos estão, o gerente Julio Monteiro Ribeiro, de 52 anos; e os vendedores Caio Roberto Azevedo da Silva, 23 anos; Danilo Almeida de Carvalho, 25 anos; Jonatas Tavares da Silva, 35 anos; João Paulo Estevam Caldas, 35 anos; Julles André Lima de Moura, 44 anos; Themes Souza da Silva, 49 anos.
As investigações foram iniciadas em agosto de 2016, por equipes da 24º Distrito Integrado de Polícia (DIP) com a 1ª Seccional Sul. De acordo com o delegado do 24º Dip, Aldeney Goes, o grupo emitia notas fiscais com valor alterado e dividia a diferença do valor pago nas mercadorias pelos clientes.
“Os funcionários bolaram uma maneira de ganhar dinheiro. Quando o cliente realizava a compra, o vendedor o encaminhava ao caixa, com um comprovante não fiscal. No caixa, ele realizava o pagamento e não era emitida a nota fiscal de imediato. Quando o cliente saia da loja, eles emitiam a nota dando um desconto que o gerente poderia autorizar. Por exemplo, um cliente comprava um produto de R$ 1mil, esse produto sofria desconto de 20%, e entrava para o caixa da empresa, apenas o valor com desconto. O restante que sobrava era dividido entre o gerente e os vendedores”, disse o delegado Aldeney Goes.
A margem de desconto retirada após o pagamento do cliente variava entre 20% a 40%. “Com isso, havia lesão causada tanto ao cliente que deixava de ganhar o desconto oferecido a ele, quanto para a arrecadação estadual e o prejuízo à própria empresa”, disse o delegado.
Os investigadores acreditam que o grupo agia há cerca de um ano. A estimativa é que tenham sido desviados até R$ 1 milhão da loja. Ainda não foi recuperado nenhuma quantia. "Acreditamos que o gerente comandava. Houve um prejuízo grande ano passado e isso pode ser um dos fatores que levou a empresa a se retirar do Amazonas, levando a demissão de diversas pessoas", apontou Goes.
Em depoimento para a polícia, os suspeitos informaram que reduziam o valor da venda em nota, para poder – com a diferença – pagar o transporte das mercadorias até a casa do cliente, uma vez que a empresa não dispunha deste serviço.
“Eles disseram, em defesa, que faziam isso em prol de ajudar os clientes e não para obter vantagem. Segundo eles, a empresa não dava transporte [da mercadoria até a casa do cliente] e eles faziam esse desconto, escondiam esse dinheiro da empresa para ajudar o cliente a pagar o transporte da mercadoria. É no mínimo enganoso, porque já esta fazendo uma nota fiscal com o valor menor do produto. Eles disseram que os clientes tinham ciência disso”, explicou o delegado.
Para a imprensa, os suspeitos informaram que não têm envolvimento com desvio de faturamento da loja. "Não tenho envolvimento com isso e vamos provar nossa inocência", disse Júlio Monteiro.
O grupo foi indiciado pior furto qualificado e associação criminosa. Após serem ouvidos, eles permanecerão nas celas do 24º DIP.
Ive Rylo Do G1 AM
Rio Branco tem meta de arrecadar R$ 59 milhões com IPTU 2017 Carnês são entregues a pelo menos 100 mil imóveis, diz secretaria. Vencimento da parcela única vai até o próximo dia 11 de abril.
A Prefeitura de Rio Branco espera arrecadar R$ 59 milhões com o pagamento do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) deste ano. A taxa deve ser cobrada de pelo menos 100 mil imóveis na capital acreana. A data de vencimento da parcela única será no próximo dia 11 de abril.
A Secretaria de Finanças informou que os contribuintes sem débitos podem ter 20% de desconto se optarem pela parcela única. Há a possibilidade também de quitar em cinco parcelas pelo carnê, desde que nenhuma seja inferior a R$ 60,30, valor correspondente à Unidade Fiscal, ou ainda em seis vezes pelo cartão de crédito.
O secretário de Finanças, Marcelo Macêdo, ressaltou que a administração municipal tem tentado melhorar os índices de inadimplência considerados altos, superiores a 50%. Por isso, nos últimos anos, existe a tentativa de facilitar os canais de acesso, além da tradicional entrega dos carnês nas residências.
"Temos incentivado com campanhas de premiação e mantemos isso aos que têm o IPTU adimplente, com prêmios como carro e eletrodomésticos. Lançamos o portal de serviços online, ferramenta para facilitar o acesso ao documento e devemos ter um terminal de consulta online rápida", disse.
Macêdo acrescentou que em caso de não pagamento, o imóvel fica em situação irregular, com risco ser alvo de demanda judicial, podendo ser executado pelo município. "Temos buscado dialogar com a comunidade para dizer que é um imposto de extrema importância para a manutenção da cidade, limpeza, construção de creches e tantas outras funções", falou.
A secretaria salientou que, se o carnê não chegar à residência, o contribuinte pode fazer a retirada no site da prefeitura; na divisão de IPTU, na sede do Executivo, Rua Rui Barbosa, 285, Praça da Revolução, Centro; nos CACs Sobral, Rodoviária, Mercado da Estação; ou ainda na Central de Serviço Público (OCA).
Vencimentos das parcelas:
1ª parcela ou cota única – 11 de abril de 2017;
2ª parcela – 11 de maio de 2017;
3ª parcela – 12 de junho de 2017;
4ª parcela – 10 de julho de 2017;
5ª parcela – 11 de agosto de 2017.
Caio Fulgêncio Do G1 AC
Blairo Maggi anuncia intervenções em superintendências da Agricultura
O ministro Blairo Maggi decidiu realizar intervenções nas superintendências do Miinistério da Agricultura no Paraná e em Goiás.
Ao Blog, ele justificou a medida sob o argumento de que é necessário uma apuração profunda dos esquemas identificados pela Polícia Federal na Operação Carne Fraca.
Blairo Maggi afirmou que vai nomear para o comando das superintendências servidores públicos sem vínculos políticos dos dois estados.
"Vou levar servidores de fora para Goiás e Paraná, e, se precisar, para outros estados também. É preciso uma intervenção para ser ter uma visão isenta do que está acontecendo nesses locais", disse.
Segundo o ministro, se forem identificadas suspeitas de irregularidades em outros estados, também haverá intervenção como em Goiás e no Paraná. "Aqui é corte raso", declarou.
"Até porque sempre há disputa política nos estados. Por isso, é preciso colocar um funcionário público sem vínculos locais", disse ao Blog Blairo Maggi.
Nesta segunda-feira, o "Diário Oficial da União" publicou a exoneração dos superintendentes Gil Bueno, do Paraná, e Julio Cesar Carneiro, de Goiás, indicados por PP e PTB, respectivamente.
China
Maggi manifestou otimismo com a videoconferência na noite desta segunda-feira (20) entre técnicos do ministério e autoridades chinesas.
A China decidiu reter nos portos do país a carne importada do Brasil até que receba esclarecimentos sobre a condição sanitária desse produto.
"Estou otimista que depois dessas explicações, a carne brasileira poderá ser desembaraçada [liberada] na China", afirmou.
"Neste momento, a melhor reação do Brasil é transparência. Temos de dar todas as explicações solicitadas de forma rápida, para minimizar o estrago na imagem do produto brasileiro no exterior", afirmou.
Ao Blog, ele justificou a medida sob o argumento de que é necessário uma apuração profunda dos esquemas identificados pela Polícia Federal na Operação Carne Fraca.
Blairo Maggi afirmou que vai nomear para o comando das superintendências servidores públicos sem vínculos políticos dos dois estados.
"Vou levar servidores de fora para Goiás e Paraná, e, se precisar, para outros estados também. É preciso uma intervenção para ser ter uma visão isenta do que está acontecendo nesses locais", disse.
Segundo o ministro, se forem identificadas suspeitas de irregularidades em outros estados, também haverá intervenção como em Goiás e no Paraná. "Aqui é corte raso", declarou.
"Até porque sempre há disputa política nos estados. Por isso, é preciso colocar um funcionário público sem vínculos locais", disse ao Blog Blairo Maggi.
Nesta segunda-feira, o "Diário Oficial da União" publicou a exoneração dos superintendentes Gil Bueno, do Paraná, e Julio Cesar Carneiro, de Goiás, indicados por PP e PTB, respectivamente.
China
Maggi manifestou otimismo com a videoconferência na noite desta segunda-feira (20) entre técnicos do ministério e autoridades chinesas.
A China decidiu reter nos portos do país a carne importada do Brasil até que receba esclarecimentos sobre a condição sanitária desse produto.
"Estou otimista que depois dessas explicações, a carne brasileira poderá ser desembaraçada [liberada] na China", afirmou.
"Neste momento, a melhor reação do Brasil é transparência. Temos de dar todas as explicações solicitadas de forma rápida, para minimizar o estrago na imagem do produto brasileiro no exterior", afirmou.
Blog do Camarotti
Deputados articulam novo partido para a disputa de 2018
Como está muito em cima para coletar assinaturas de apoio à criação de uma nova legenda, o movimento é para mudar o nome do Partido Trabalhista Nacional (PTN), atualmente com 14 deputados.
Presidente nacional do PTN, a deputada Renata Abreu (SP) articula pessoalmente a mudança de nome do partido com o objetivo de formar um novo grupo político.
A pretensão é ter um candidato competitivo para disputar a sucessão presidencial de 2018.
Alguns senadores já foram convidados para integrar o partido, entre eles Álvaro Dias (PV-PR), Reguffe (sem partido-DF) e Lasier Martins (PSD-RS).
(Correção: inicialmente, o Blog havia afirmado que o partido seria inspirado em um partido de mesmo nome da Venezuela. A assessoria do PTN informa que o partido não tem inspiração em legendas do mesmo nome tanto na Venezuela quanto na Espanha, sim no slogan de campanha do ex-presidente norte-americando Barack Obama [Yes, we can].
Blog do Camarotti
Polícia Ambiental flagra rinha de galo em Itabaiana Alguns animas estavam debilitados e sofreram maus-tratos. Cerca de 50 pessoas participavam de um torneio.
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) divulgou nesta terça-feira (21) que flagrou no Povoado Bom Jardim, em Itabaiana, Região Agreste de Sergipe, uma rinha de galo com dezenas de pessoas que participavam de um torneio.
O flagrante foi neste domingo (19), em que os policiais encontraram 48 pessoas em torno de duas arenas de alvenaria, onde quatro galos disputavam duelos.
Segundo a polícia, um senhor de 46 anos se apresentou como dono da propriedade e responsável pela realização do torneio. A guarnição constatou maus-tratos aos animais, em uma gaiola havia um animal já bastante debilitado, após um combate com outro.
No local foi apreendida uma balança digital, utilizada para pesagem dos animais foi aprendida. E todos os envolvidos assinaram um termo circunstanciado por crime ambiental.
Do G1 SE
Debate na Alese marca Dia Internacional da Síndrome de Down Houve sugestão da Frente em Defesa das Pessoas com Deficiência. Participaram representantes de movimentos ligados a causa.
O dia 21 de março é conhecido por celebrar o Dia Internacional do Portador de Síndrome de Down e nesta terça-feira (21) a data foi lembrada em um debate no plenário da Assembleia Legislativa de Sergipe.
Deputados e representantes de associações se debruçaram, entre ouras problemáticas, sobre o projeto de lei de autoria do presidente da Casa, o deputado estadual Luciano Bispo (PMDB), que institui o Programa Estadual de Orientação sobre Síndrome de Down no Estado de Sergipe. E a sugestão de instalação da Frente Parlamentar das em Defesa das Pessoas com Deficiência.
“A aprovação deste projeto poderá ser um importante instrumento para garantir o ensino, o trabalho e a saúde das pessoas com Down, tendo como preceito fundamental o combate ao preconceito e a garantia do conhecimento aos seus pais sobre a Síndrome. Nós precisamos enfrentar e quebrar tabus”, afirma o deputado.
A proposta garante a realização, por parte das maternidades, hospitais e instituições similares do exame do estudo cromossômico, denominado teste de cariótipo, nos recém-nascidos com hipótese diagnóstica da Síndrome, além de estimular atividades de divulgação, proteção e apoio às pessoas com Down e seus familiares. “O que nós precisamos é de respeito, que é a chave de ouro para um novo caminho e a certeza de um novo futuro”, observa o representante da OAB/SE, Paulo Silva Filho.
O pediatra Byron Ramos, que acompanha até pacientes idosos com Down, explicou eu é preciso desenvolver ações eficientes desde muito cedo. “O cuidado já começa com o Pré-Natal. Nem sempre os exames passam um diagnóstico preciso. Agora o importante é que a semente seja plantada. Mas alguém tem que semeá-la, porque Jesus semeou”.
Do G1 SE
Após polêmica do lixo, polícia faz buscas na Emsurb, Torre e Sindilimp Investigação é referente a contratos referentes a 2016. Polícia investiga possível irregularidades em contratos.
A Polícia Civil cumpre 13 mandados de busca e apreensão na Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), na prestadora de serviços Torre e no Sindicato dos Trabalhadores da Limpeza Pública e Comercial do Estado de Sergipe (Sindilimp) na manhã desta terça-feira (21). A 'Operação Babel', do Departamento de Crimes contra a Ordem Tributária e Administração Pública (Deotap), tem objetivo de apurar possíveis irregularidades na contratação de empresa para a coleta de lixo em Aracaju (SE) referentes ao ano de 2016.
"São muitos documentos para analisar", disse o delegado-geral da
Polícia Civil, Alessandro Vieira. O resultado da operação será
apresentado em entrevista coletiva na quarta-feira (22).
Sobre a investigação da Polícia Civil o presidente da Emsurb, Mendonça Prado resumiu. “A polícia veio para requisitar documentos, administração pública empresa Cavo e empresa Torre. A Emsurb nessa gestão não cometeu nenhum erro. Estamos à disposição da polícia e de qualquer outro órgão”, disse.
Entenda o caso
O contrato de prestação do serviço de coleta de lixo firmado entre a Cavo e a Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb) terminou no dia 5 de março deste ano.
Dias antes do fim do contrato com a Cavo, no dia 24 de fevereiro, a Emsurb apresentou documentos no Tribunal de Contas de Sergipe (TCE) para a contratação temporária e emergencial de empresa de coleta de lixo para executar serviços na capital por 180 dias.
A Cavo, empresa do grupo Estre Ambiental, divulgou que não participaria da concorrência para esse contrato porque encontrou irregularidades no edital, como ausência de informações e prazos suficientes para a apresentação de uma proposta. A licitação foi suspensa em 2 de março após uma decisão da Justiça, que acatou os argumentos apresentado pela Estre.
Já no dia 6 de março, a Torre assumiu a coleta domiciliar de lixo e a varrição das ruas da capital. A Emsurb informou que um contrato emergencial foi feito com a Torre por um prazo de 180 dias, devendo ocorrer uma licitação pública em um prazo de 90 dias.
Operação Babel cumpre mandados também na sede da Torre (Foto: Denise Gomes/TV Sergipe)
Atendendo a uma solicitação do Ministério Público Estadual (MPE), a
Justiça determinou que a Prefeitura de Aracaju prorrogasse o serviço de
coleta de lixo através da empresa Cavo por mais 70 dias, até que fosse
organizado um novo processo de licitação para o serviço. O presidente da
Emsurb, Mendonça Prado, informou que a Prefeitura de Aracaju foi notificada da decisão em 7 de março.
Ele disse que a gestão municipal iria recorrer da decisão da Justiça e que e empresa Torre tem condições de realizar o serviço emergencial. Mendonça Prado confirmou ainda que o valor do contrato da Torre é superior ao da Cavo por causa da contração de mais equipes e serviços.
Já no dia 8 de março, o líder da bancada de oposição, vereador Elber Batalha Filho (PSB), protocolou na Câmara Municipal de Aracaju (CMA) o requerimento que pede a instauração da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Lixo. O motivo foi o processo de contratação emergencial da empresa Torre, que voltou a operar na capital com um contrato de mais R$ 42 milhões.
No dia seguinte, o Ministério Púbico moveu uma ação de improbidade administrativa por desobediência de decisão judicial e pediu o afastamento do presidente da Emsurb, Mendonça Prado. Segundo o MPE, o gestor teve tempo suficiente para realizar o trâmite necessário para substituir a empresa Cavo, já que ele tinha conhecimento de que o contrato seria encerrado no dia 5 de março. E, que por isso, não era necessária a contratação da empresa Torre em caráter de emergência.
A Torre interrompeu os serviços em 10 de março. A Emsurb disse que a coleta de lixo só foi realizada simultaneamente entre a Torre e a Cavo na segunda-feira (6) e em parte da terça-feira (7). O pagamento do serviço à Torre será proporcional aos dias de trabalho, conforme divulgado pela Emsurb.
Na última quinta-feira (16), a Emsurb disse que o edital de contratação emergencial da empresa de coleta de lixo está sendo discutido pela assessoria jurídica e equipe de licitação do órgão municipal. O prazo para que a nova licitação fique pronta termina em 15 de maio.
Sobre a investigação da Polícia Civil o presidente da Emsurb, Mendonça Prado resumiu. “A polícia veio para requisitar documentos, administração pública empresa Cavo e empresa Torre. A Emsurb nessa gestão não cometeu nenhum erro. Estamos à disposição da polícia e de qualquer outro órgão”, disse.
Entenda o caso
O contrato de prestação do serviço de coleta de lixo firmado entre a Cavo e a Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb) terminou no dia 5 de março deste ano.
Dias antes do fim do contrato com a Cavo, no dia 24 de fevereiro, a Emsurb apresentou documentos no Tribunal de Contas de Sergipe (TCE) para a contratação temporária e emergencial de empresa de coleta de lixo para executar serviços na capital por 180 dias.
A Cavo, empresa do grupo Estre Ambiental, divulgou que não participaria da concorrência para esse contrato porque encontrou irregularidades no edital, como ausência de informações e prazos suficientes para a apresentação de uma proposta. A licitação foi suspensa em 2 de março após uma decisão da Justiça, que acatou os argumentos apresentado pela Estre.
Já no dia 6 de março, a Torre assumiu a coleta domiciliar de lixo e a varrição das ruas da capital. A Emsurb informou que um contrato emergencial foi feito com a Torre por um prazo de 180 dias, devendo ocorrer uma licitação pública em um prazo de 90 dias.
Ele disse que a gestão municipal iria recorrer da decisão da Justiça e que e empresa Torre tem condições de realizar o serviço emergencial. Mendonça Prado confirmou ainda que o valor do contrato da Torre é superior ao da Cavo por causa da contração de mais equipes e serviços.
Já no dia 8 de março, o líder da bancada de oposição, vereador Elber Batalha Filho (PSB), protocolou na Câmara Municipal de Aracaju (CMA) o requerimento que pede a instauração da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Lixo. O motivo foi o processo de contratação emergencial da empresa Torre, que voltou a operar na capital com um contrato de mais R$ 42 milhões.
No dia seguinte, o Ministério Púbico moveu uma ação de improbidade administrativa por desobediência de decisão judicial e pediu o afastamento do presidente da Emsurb, Mendonça Prado. Segundo o MPE, o gestor teve tempo suficiente para realizar o trâmite necessário para substituir a empresa Cavo, já que ele tinha conhecimento de que o contrato seria encerrado no dia 5 de março. E, que por isso, não era necessária a contratação da empresa Torre em caráter de emergência.
A Torre interrompeu os serviços em 10 de março. A Emsurb disse que a coleta de lixo só foi realizada simultaneamente entre a Torre e a Cavo na segunda-feira (6) e em parte da terça-feira (7). O pagamento do serviço à Torre será proporcional aos dias de trabalho, conforme divulgado pela Emsurb.
Na última quinta-feira (16), a Emsurb disse que o edital de contratação emergencial da empresa de coleta de lixo está sendo discutido pela assessoria jurídica e equipe de licitação do órgão municipal. O prazo para que a nova licitação fique pronta termina em 15 de maio.
Marina Fontenele
Do G1 SE
Quatro presos fogem da Cadeia Pública de Natal, registra delegacia Agente que registrou boletim informou que fuga aconteceu no dia 16. Jodelci Pascoal, delegado da 12ª DP, disse que registro foi feito dia 20.
Quatro presos fugiram da Cadeia Pública de Natal, como é mais conhecido o Presídio Provisório Raimundo Nonato, no último dia 16. É o que consta em um Boletim de Ocorrência registrado nesta segunda-feira (20) na 12° Delegacia de Polícia Civil. “Não houve registro de arrombamento, nem de violação que justifique a fuga desses presos. Vamos apurar se houve facilitação”, afirmou o delegado Jodelci Pinheiro Borges, titular da 12° DP.
No Boletim constam os nomes dos presos fugitivos: Wilson Alves da silveira, Marcone Torres Lima de Souza, Antônio Marcos Sena da Silva e Francisco Argemiro Ferreira dos Santos.
O G1 entrou em contato com a Secretaria de Justiça e Cidadania, que ficou de se pronunciar por meio de uma nota.
A possibilidade de facilitação não é a única linha de investigação. A polícia apura que eles podem ter pulado o muro da unidade. “A demora para fazer o Boletim de Ocorrência pode ter sido em função de alguma recontagem. Na apuração do inquérito vamos esclarecer os fatos”, explicou o delegado.
Fugas de 2017 no sistema prisional potiguar:
- Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta: 56 presos em 1 fuga (janeiro);
- Penitenciária Agrícola Dr. Mário Negócio, em Mossoró: 4 fugitivos em 2 fugas (1° de janeiro e 20 de março);
- Penitenciária Estadual de Parnamirim, em Parnamirim: 14 fugitivos em 1 fuga (7 de janeiro);
- Centro de Detenção Provisória da Zona Norte, em Natal: 6 fugitivos em 1 fuga (3 de janeiro);
- Presídio Provisório Raimundo Nonanto Fernandes (Cadeia Pública de Natal), em Natal: 4 fugitivos em 1 fuga (16 de março)
Do G1 RN
Segundo suspeito de matar irmã de desembargador na PB é preso no RN Prisão aconteceu na manhã desta terça-feira (21) na Zona Norte de Natal. Célia Cirne era irmã do ex-presidente do TJRN, Cláudio Santos.
Foi preso na manhã desta terça-feira (21), na Zona Norte de Natal mais um dos suspeitos de participação no latrocínio (roubo seguido de morte) da irmã do desembargador do Rio Grande do NorteCláudio Santos. Célia Marcia Santos Cirne foi baleada durante um assalto ocorrido no dia 24 de dezembro do ano passado em Campina Grande, na Paraíba. No dia 29 do mesmo mês, um primeiro suspeito foi preso na cidade.
"Nossas investigações nos levaram a informação de que ele estaria aqui no Rio Grande do Norte. Chegamos até ele escondido em uma casa no bairro de Nossa Senhora da Apresentação, e cumprimos o mandado de prisão preventiva", explicou a delegada Ana Paula Diniz.
Ainda segundo a delegada, o suspeito será levado para a Paraíba.
Primeira prisão
Um homem de 24 anos foi preso cinco dias depois do crime, em Campina Grande. “Apesar de ter sido reconhecido, o homem nega a autoria do fato e não nos ajuda com relação ao seu comparsa. Por isso a investigação ainda se aprofunda mais. Temos trabalhado na participação de outras pessoas. Com relação aos funcionários da empresa [terem participação no crime], a gente continua com a investigação, mas até então não existe nenhuma informação que leve a crer diretamente a isso. Agora por ser cedo pra dizer isso”, disse a delegada Ellen Maria.
Segundo os policiais, a vítima não reagiu à abordagem do assaltante. O vidro do veículo dela estava fechado, a empresária ficou nervosa e não conseguia abrir, após ser rendida pelo suspeito. Ele então atirou no vidro e acabou atingindo a mulher.
O crime
"Ela ficou em pânico, porque quem tem uma arma de fogo apontada contra si fica em pânico, e ela não conseguia abrir a porta do veículo. Tratava-se também de uma pessoa idosa. Ele [o suspeito] ficou forçando a porta e a porta não abria. A partir daí ele decidiu disparar contra o vidro do veículo, numa decisão totalmente desastrosa, que comprometeu a vida dessa pessoa. Não houve uma reação dela em dizer: “não abro” ou qualquer outra coisa”, explicou a delegada.
Polícia Civil em Campina Grande (Artur Lira/G1)
“Nenhuma quantia foi levada da vítima. Infelizmente, isso mostra o absurdo do fato. A vítima não carregava consigo grande quantia em dinheiro e quantia que levava em uma carteira, essa carteira caiu no local do crime. A carteira chegou até nós e contia uma quantia em torno de R$300, que sequer chegou a ser levada pelos criminosos. A bolsa dela foi levada, porém não estava com os celulares”, contou Ellen Maria.
Do G1 RN
Defesa faz novo pedido de liberdade a acusado de matar fisiculturista no RN Alexandre Furtado Paes participou de audiência de instrução nesta terça (21). Ele é acusado de matar a própria mulher, crime ocorrido em 2012, em Natal.
Terminou no início da tarde desta terça-feira (21) a última audiência de instrução do caso Fabiana Caggiano, fisiculturista paulista de 36 anos. No dia 28 de dezembro de 2012, ela foi enforcada dentro de um hotel em Natal, entrou em coma e morreu no dia 2 de janeiro de 2013 em um hospital da cidade. O acusado é o empresário Alexandre Furtado Paes, viúvo da atleta. O casal passava férias na capital potiguar quando aconteceu o crime. Ao final da audiência, a defesa de Alexandre requereu novamente que ela seja solto. A Justiça deve dar uma resposta em 48 horas.
A assessoria de comunicação do Tribunal de Justiça do RN explicou ao G1 que a alegação de liberdade feita pela defesa do empresário é a mesma feita em fevereiro -- e que foi negada: falta de fundamento para a manutenção da prisão preventiva, a crise no sistema penitenciário potiguar e o excesso de prazo processual. Diante da solicitação, a promotoria pediu vistas e agora tem dois dias para analisar o pedido. Depois disso, o juiz decide se solta ou se mantém Alexandre encarcerado.
Após essa decisão, independente de Alexandre continuar atrás das grades ou de ser posto em liberdade, tanto a promotoria quanto a defesa terão cinco dias para que sejam apresentadas as alegações finais. Passados esses 10 dias, é que o magistrado se pronunciará, decidindo se o acusado vai a júri popular ou se é inocentado.
Instrução
Presidida pelo juiz Gustavo Marinho, a audiência foi realizada na 3ª Vara Criminal de Natal, no Fórum Desembargador Miguel Seabra Fagundes, bairro de Lagoa Nova, na Zona Sul. Além do depoimento de Alexandre Paes, o magistrado também ouviu três testemunhas de defesa. Outras duas testemunhas faltaram e foram dispensadas.
Dono de uma academia em Osasco, no interior paulista, Alexandre Paes foi preso no dia 30 de novembro de 2015 em Ibiúna, na Grande São Paulo. Depois, foi trazido à capital potiguar, onde aguarda julgamento. Alexandre nega ter matado a mulher. Segundo ele, Fabiana levou uma queda na suíte do quarto do hotel em que estavam quando tomava banho. Porém, perícia realizada no corpo da atleta revela que ela sofreu asfixia mecânica, ou seja, estrangulamento.
Segundo a versão de Alexandre Paes, na manhã de 28 de dezembro de 2013, a mulher estava tomando banho quando ela teria sofrido uma queda repentina. O Samu foi acionado e já encontrou a paulista desacordada. No dia 2 de janeiro, no entanto, a fisiculturista morreu na UTI de um hospital particular da capital potiguar. Familiares disseram que ela, enquanto esteve internada, permaneceu o tempo todo em coma induzido.
Em razão da suposta queda, o corpo de Fabiana foi removido para necropsia no Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep), em Natal. Laudos preliminares revelaram que a vítima havia sofrido asfixia mecânica, com características de estrangulamento.
No dia 23 de janeiro, após a conclusão dos laudos realizados pelo Itep, o delegado Frank Albuquerque confirmou que a fisioculturista havia sido assassinada. “As suspeitas foram confirmadas. Exames toxicológicos deram negativos. No entanto, os laudos complementares realmente apontam que Fabiana foi vítima de asfixia mecânica (estrangulamento)”, afirmou.
Anderson BarbosaDo G1 RN
Instalação de tornozeleiras em presos é suspensa por 30 dias no Piauí Secretaria fará licitação para aquisição de 3 mil novos equipamentos. Subsecretário afirmou que 624 detentos continuam sendo monitorados.
A Secretaria Estadual de Justiça (Sejus) suspendeu temporariamente a instalação de novas tornozeleiras por um prazo máximo 30 dias. A Sejus explicou que a suspensão aconteceu em virtude da empresa fornecedora estar impossibilitada de garantir o material. A empresa responsável é a Spacecomm Monitoramento S/A.
Durante entrevista ao Bom Dia Piauí desta terça-feira (21), o subsecretário de Justiça,Carlos Edilson Sousa, explicou que a medida foi tomada até que seja feita licitação para aquisição de novos equipamentos e esclareceu que em Teresina e no interior do estado existem 624 detentos sendo monitorados com tornozeleiras.
“Juízes criminais do Piauí estão proibidos de expedirem liminares determinando o uso de tornozeleiras eletrônicas para presos no estado. Isso porque o sistema não comporta mais presos com tornozeleira, já que na gestão passada foi feito um contrato para aquisição de 400 equipamentos e a capacidade de 625 monitorados. Estamos no nosso limite e por isso esse serviço encontra se suspenso neste momento”, afirmou o subsecretário de Justiça.
Carlos Edilson Sousa disse ainda que o governo iniciou a licitação para aquisição de três mil novas tornozeleiras. “Estamos providenciando a aquisição de mais de três mil tornozeleiras, mas isso será possível quando terminar essa fase de licitação. Os equipamentos serão distribuídos nas cidades de Floriano e Picos”, afirmou o subsecretário.
Para Carlos Edilson Sousa, o monitoramento tem reduzido o número de presos dentro do sistema carcerário e contribuído para resolução de crimes. “Nós tivemos alguns crimes que foram solucionados graças ao monitoramento dos presos”, finalizou.
Eficiência
Em agosto do ano passado, o G1 publicou matéria mostrando os casos de beneficiados com a tornozeleira e que foram presos novamente cometendo algum crime. De acordo com a Polícia Militar, 154 pessoas foram presas no estado desde 2013 cometendo algum tipo de delito mesmo estando com o equipamento eletrônico.
O número representa 36% do total de apenados monitorados atualmente pela Secretaria de Justiça (Sejus). No Piauí, conforme a secretaria, são 426 pessoas usando o equipamento eletrônico, sendo 365 em Teresina e 61 nas cidades de Parnaíba e Luís Correia. O sistema de monitoramento por tornozeleira foi implantando no estado em 2013 e funciona com uma Central de Vigilância Eletrônica instalada na Sejus.
Na época, a Secretaria informou ainda ao G1 o número de monitorados flagrados descumprindo a medida, o que ocorre quando eles deixam o equipamento descarregado, tiram o aparelho ou saem da zona de circulação delimitada pela Justiça. A Sejus explicou que esse descumprimento não engloba os suspeitos presos praticando delitos, sendo, portanto, um dado distinto do fornecido pela polícia sobre a quantidade de prisões.
Os descumprimentos somaram 167 em todo o Piauí, sendo 154 na capital e 13 nas cidades de Parnaíba e Luis Correia. Nesses casos, a Central de Vigilância chega até mesmo a alertar o apenado por telefone para que ele recarregue o equipamento. Em caso de não atendimento o apenado pode ser preso por infringir a medida.
Do G1 PI
HDM abre processo seletivo para médicos especialistas em Petrolina Inscrições devem ser feitas pela internet até o domingo (26). Há vagas para neonatologia, pediatria e ginecologia/obstetrícia.
Estão abertas as inscrições para o processo seletivo para contratação de médicos especialista para o Hospital Dom Malan (HDM), em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. Há vagas para neonatologia, pediatria e ginecologia/obstetrícia. As inscrições podem ser feitas até o domingo (26), exclusivamente pela internet.
Os candidatos interessados devem realizar o cadastrado do currículo ou atualizar os dados no site do Instituto Materno Infantil Professor Fernando Figueira (Imip), no link 'Contato'. Em seguida é necessário acessar a guia 'Trabalhe Conosco', fazer o login com o CPF e a senha gerados no cadastro e clicar na opção 'Clique aqui para verificar processo seletivo'.
A primeira etapa da seleção será feita através de triagem. Na segunda parte os candidatos selecionados serão convocados para uma entrevista.
Do G1 Petrolina
Produção de vinhos está em alta nas vinícolas do Vale do São Francisco Região é responsável por produzir 8 milhões de litros da bebida por ano. Esses vinhos abastecem cerca de 15% do mercado interno nacional.
A produção de vinhos está em alta no Vale do São Francisco com na
proximidade da Semana Santa. A região é responsável por produzir cerca
de 8 milhões de litros da bebida por ano. Esses vinhos abastecem cerca
de 15% do mercado interno nacional.
O Vale do São Francisco é a segunda maior região produtora de vinhos e movimenta com essa produção, entre R$600 milhões a R$1 bilhão de reais por ano. Este é o único local no mundo onde se produz duas safras por ano de uvas de mesa e de uvas usadas na fabricação de sucos e vinhos.
Vinho orgânico no Vale do São Francisco
(Foto: Reprodução/ TV Grande Rio)
A vinícola de Izanete Bianchetti está com a produção acelerada. A
aposta é nas vendas do vinho e dos sucos com selo de produto orgânico.
“O pessoal que procura uma vida mais saudável tem bastante interesse nos
produtos orgânicos. Atualmente a gente sente um aumento muito grande na
procura”.
Para quem não quer beber vinho e nem suco de uva, Izanete apresenta outra opção que é o caldo de cana orgânico. Este ano, ela expandiu os mercados. “Esse ano nós entramos no mercado do sul da Bahia mais para o litoral e o interior do Ceará e continuamos vendendo na região de Pernambuco e São Paulo que a gente tem uma distribuição dos nossos produtos orgânicos”, explica a proprietária.
Em outra vinícola, a estimativa é aumentar a produção este ano para 1 milhão e 420 mil litros. No ano passado foram envazados 1 milhão e 300 mil litros. Com a produtividade, cresceu a geração de emprego. Segundo o Instituto do Vinho, o Vale do São Francisco gera cerca de 30 mil empregos diretos e indiretos nas seis vinícolas da região.
Produção de vinhos no Vale do São Francisco
(Foto: Reprodução/ TV Grande Rio)
O auxiliar de cantina José Eldo Evangelista tem a garantia de trabalho
todos os dias. “Com certeza, tem um aumento na demanda, como todo ano
você sabe, nesse período aqui e para a gente trabalhando a gente só
agradece”.
De acordo com o Instituto do Vinho, no ano passado saíram do Vale do São Francisco cerca de 8 milhões de litros da bebida, que abasteceram quase 15% do mercado interno, com esse número os produtores de vinho da região ficaram animados. Este ano esperam que haja um aumento estimado entre 15% e 20%. “Na páscoa e na semana santa, a tendência é de ser um dos principais picos de vinhos durante todo o ano. Chega o final de ano e o natal, a semana santa acaba ser o maior pico de vendas”, ressalta o enólogo Ricardo Henriques.
Do G1 Petrolina
O Vale do São Francisco é a segunda maior região produtora de vinhos e movimenta com essa produção, entre R$600 milhões a R$1 bilhão de reais por ano. Este é o único local no mundo onde se produz duas safras por ano de uvas de mesa e de uvas usadas na fabricação de sucos e vinhos.
(Foto: Reprodução/ TV Grande Rio)
Para quem não quer beber vinho e nem suco de uva, Izanete apresenta outra opção que é o caldo de cana orgânico. Este ano, ela expandiu os mercados. “Esse ano nós entramos no mercado do sul da Bahia mais para o litoral e o interior do Ceará e continuamos vendendo na região de Pernambuco e São Paulo que a gente tem uma distribuição dos nossos produtos orgânicos”, explica a proprietária.
Em outra vinícola, a estimativa é aumentar a produção este ano para 1 milhão e 420 mil litros. No ano passado foram envazados 1 milhão e 300 mil litros. Com a produtividade, cresceu a geração de emprego. Segundo o Instituto do Vinho, o Vale do São Francisco gera cerca de 30 mil empregos diretos e indiretos nas seis vinícolas da região.
(Foto: Reprodução/ TV Grande Rio)
De acordo com o Instituto do Vinho, no ano passado saíram do Vale do São Francisco cerca de 8 milhões de litros da bebida, que abasteceram quase 15% do mercado interno, com esse número os produtores de vinho da região ficaram animados. Este ano esperam que haja um aumento estimado entre 15% e 20%. “Na páscoa e na semana santa, a tendência é de ser um dos principais picos de vinhos durante todo o ano. Chega o final de ano e o natal, a semana santa acaba ser o maior pico de vendas”, ressalta o enólogo Ricardo Henriques.
Do G1 Petrolina
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