João Alberto Lazzari era acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de representar a OAS em contratos ideologicamente falsos firmados com empresas de fachada do doleiro Alberto Youssef. O objetivo, conforme a acusação, era lavar valores ilícitos relacionados a contratos da empreiteira com a Petrobras. Ele respondia pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
A certidão de óbito aponta que a morte ocorreu no dia 31 de maio no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. O enterro ocorreu na cidade de origem de Lazzari – Anta Gorda (RS). Ele tinha 63 anos e deixou quatro filhos.
Em março, a Justiça já havia liberado para tratamento médico R$ 226.028,54 que pertenciam a Lazzari e estavam bloqueados, "diante do quadro de saúde grave do acusado".
Além dele, são réus no processo da OAS Waldomiro de Oliveira, Paulo Roberto Costa, Alberto Youssef, Mateus Coutinho de Sá Oliveira, José Ricardo Breghirolli, José Aldemário Pinheiro, Fernando Augusto Stremel e Agenor Franklin Magalhães.
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