Investigações apuram desvio nas obras da Usina Nuclear de Angra 3.
Presidente atual foi levado para a PF; juiz pediu afastamento dele do cargo.
A Polícia Federal cumpriu, na manhã desta quarta-feira (6), mandados no
Rio de Janeiro e em Porto Alegre relacionados à Operação Lava Jato. O
desdobramento da investigação no Rio apura desvio de recursos na
Eletronuclear. Dez mandados de prisão foram expedidos para alvos da
operação no Rio e um de condução coercitiva em Porto Alegre.
Às 11h, os 10 mandados de prisão — sete preventivas e três temporárias —
já tinham sido cumpridos, incluindo o principal alvo da operação, o
ex-diretor-presidente da Eletronuclear Othon Luiz Pinheiro da Silva. A
operação também levou em condução coercitiva para a superintendência da
PF no Rio o atual presidente da Eletronuclear, Pedro Figueiredo Diniz.
Os mandados foram expedidos pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal
Criminal do Rio, que coordena a força-tarefa da Lava Jato no Rio de
Janeiro. No despacho, ele também pede o afastamento de Pedro Diniz do
cargo.
As investigações da PF dizem que um clube de empreiteiras desviava
recursos da Eletronuclear, principalmente os destinados às obras da
Usina Nuclear de Angra 3. A operação, que foi batizada de Pripyat, apura
crimes de corrupção, peculato, organização criminosa e lavagem de
dinheiro.
Othon já cumpria prisão domiciliar e foi preso na Barra da Tijuca. O
benefício da prisão domiciliar foi retirado porque as investigações
indicam que, mesmo de casa, ele estaria atuando na Eletronuclear.
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Fonte: Mahomed Saigg - G1
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