Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que, caso seja eleito presidente do Brasil, pretende manter diálogo e relações de cooperação tanto com os Estados Unidos quanto com a China, defendendo uma política externa baseada nos interesses econômicos e estratégicos do país.
Em declarações anteriores, o candidato afirmou que sua postura seria “pragmática” e que o Brasil não precisaria escolher entre Washington e Pequim. Segundo Flávio, a prioridade seria negociar com países dispostos a investir no Brasil, transferir tecnologia e estabelecer parcerias consideradas vantajosas para o país.
A posição ocorre em um cenário de crescente disputa geopolítica entre Estados Unidos e China e de avanço de governos conservadores na América Latina. Uma eventual aproximação maior de Brasília com Washington poderia alterar o equilíbrio das relações brasileiras na região, mas a manutenção dos vínculos comerciais com Pequim também seria estratégica, especialmente diante da importância da China para o comércio exterior brasileiro.
Fonte: CNN Brasil / Reuters

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