terça-feira, 5 de junho de 2018

Feminista, musa pentacampeã mundial de jiu-jitsu, Kyra Gracie diz que em casa a palavra final é do marido


Foto: André Rodrigues/UOL
Kyra Gracie, de 32 anos, é a primeira lutadora brasileira pentacampeã mundial. É também, a primeira mulher do clã Gracie a conquistar uma faixa preta. No rastro das vitórias profissionais, ela é ainda apresentadora dos programas “Viver para Lutar”, “Laboratório da Luta” e “Revista Combate”, na SporTV, e comanda o quadro “Vai pra Luta”, no mesmo canal. E tem mais: Kyra acaba de abrir uma academia de jiu-jitsu no Rio, vende quimonos cor-de-rosa, é mãe de duas menininhas, Ayra, de três anos, e Kyara, de um ano e 8 meses, e mulher de galã global, Malvino Salvador.
Posta toda essa força, é estranho ouvi-la dizer que: “Em casa, a palavra final é do Malvino.”?
Absolutamente, não, segundo a própria. “Isso é amor, parceria e confiança. Somos três mulheres em casa. E o Malvino ainda tem mais uma filha, Sofia, de um relacionamento anterior. Se deixar, a gente manda em tudo”, diz Kyra.
Nesta entrevista exclusiva à Universa, a atleta, que cresceu e venceu num universo 100% masculino, dá seus pitacos sobre feminismo. Alguns, com força de nocaute.
Em casa de lutadora, a palavra final é do marido
Em um lar de quatro mulheres, Malvino é rei: “A palavra final é dele. A gente conversa sobre a educação das meninas e dou minhas opiniões. Mas deixo ele decidir.” Para as feministas que se arrepiarem com a afirmação, Kyra dá um Ippon – no judô, o chamado “golpe perfeito”: “Isso é amor, é confiança.”
Kyra diz que a paixão pelo esporte é fundamental para aproximá-la do marido. “Ele ama luta. Fez jiu-jitsu em Manaus (onde nasceu), chegou a competir, e treinou boxe também. A gente analisa vídeos de lutadores e treina juntos, na varanda de casa. É uma delícia essa troca”, conta.
Ah, sim, e ela garante que não tem um pingo de ciúme do galã global. “Se vem uma fã muito atirada, deixo ele se virar, até saio de perto”.
Mãe de duas menininhas, Kyra pretende dar continuidade à produção de herdeiros Grace. “Quem sabe vem um menino? Malvino só faz mulher! Dia desses, nossa filha inventou de maquiá-lo. Passou batom nele todo. Ele ama isso”.
E Malvino ama mais coisa: “Sou terrível na cozinha. Não sei fazer nada. Mas o Malvino cozinha bem. Faz frutos do mar e uma caldeirada bem gostosa.”
Homem folgado, braço torcido
Kyra não tem problema nenhum em dizer que já usou técnicas de imobilização em homens que foram folgados com ela. E defende que mulheres pratiquem luta como forma de defesa pessoal. “Temos taxas absurdas de violência contra mulher”, justifica. “E muitos casos acontecem dentro de casa”.
Ela lembra que, quando era mocinha e ia pra balada com as amigas, muitos caras as seguravam pelo braço e tentavam beijá-las à força. “Eu conseguia imobilizá-los com facilidade. A tática é girar o braço da pessoa ao contrário”, conta aos risos.
No currículo, também já separou muita briga em bar, colocou bêbado em seu devido lugar e fez machão voltar pra casa envergonhado.
Ela reagiria a um assalto? Spoiler: resposta polêmica: “Sim, se a pessoa for me matar”.
Mais controvérsias? Aí vão:
“Não gosto que abra a porta do carro pra mim. Eu sou prática. Sempre trabalhei, corri atrás das minhas coisas. Por que precisaria disso?”
“Não gosto de receber flor o tempo todo. Não sou aquela que fico falando pro Malvino ‘ah, quero muito flores’. Se quiser dar, legal. Só não vai me surpreender”.
A mãe foi proibida pela família de lutar. Já Kyra, conquistou Madonna
“As mulheres eram proibidas de praticar luta, pelos Gracie, até quarenta anos atrás. Eles achavam que o homem era que tinha de levar o nome da família adiante. Meus tios que tinham filhas mulheres eram sacaneados”, conta Kyra, dando um vislumbre do ambiente que encontrou quando, pouco antes dos 15 anos, disse para os caras da família que queria lutar.
“Eles diziam que luta não era coisa para mulher”. Ela, sabiamente, ignorou o conselho. E a provocação continuava: “Me chamavam de mulher macho, falavam que eu ia virar sapatão e que nunca ia arrumar marido”.
Na época, Kyra viu muitas mulheres da família deixando o esporte de lado. “Minha mãe foi uma delas. Chegou até a faixa azul (tem branca, azul, roxa, marrom e preta) e meus tios a tiraram da luta. Uma pena, porque ela era um talento”, relembra.
Por causa desse histórico, Kyra tentou outro caminho profissional, antes de insistir na luta, e fez faculdade de Direito. No primeiro dia de estágio, farejou que estava no octógono errado. “Fui assistir a uma audiência no centro do Rio. Peguei um ônibus, passei uma hora e meia no trânsito, esperei o dia todo pela tal audiência e, no fim, não gostei do resultado dela”.
O jeito foi peitar o medo. E a família. “Liguei pro meu tio Renzo, que morava em Nova York. Desabafei, contei que queria muito tentar trabalhar com luta, e ele me mandou uma passagem para ajudá-lo numa academia que estava abrindo”.
E rolou. Com 19 anos, montou com o tio a maior academia de jiu-jitsu do mundo, no coração de Manhattan. Eram 1.600 alunos, e, entre eles, figurinhas do naipe de Madonna e David Beckham.
Em competições, homem ganha 50 mil. Mulher, mil
Foto: André Rodrigues/UOL
“Tem muita coisa errada na luta ainda. Por exemplo, nas competições dentro e fora do Brasil, as mulheres que vencem as lutas ganham muito menos que os homens. Elas ganham mil dólares. Eles, 50 mil”.
Nos campeonatos que Kyra organiza, o quadro é semelhante. Isso porque, segundo ela, a grana depende inteiramente da boa vontade dos patrocinadores. “Quando ganham bem, é porque elas são bonitas, chamam a atenção da publicidade e as marcas se interessam”.
Kyra diz lutar para que o quadro esteja mais equilibrado, quando suas filhas começarem a competir. As duas meninas adoram brincar de luta em casa, cada uma, vestindo um mini-quimono que a mãe mandou confeccionar.
Instada a falar de questões de maternidade, a atleta respira fundo. “Ser mãe é meu maior desafio. Tento perceber os pequenos detalhes, mostrar que sou a melhor amiga delas e estar presente, inteira, nos momentos certos”. Nesta altura da conversa com a atleta, Ayra chega da escola, trazida pela babá, agarra a mãe, tasca-lhe um beijo e um golpe: “eu te amo, mamãe”.
Se tem palmada na hora da birra? Não. “Em casa, temos um quadro de estrelinhas. Quando elas obedecem ou comem tudo, ganham estrela. Se fazem bobeira, perdem. Se ameaço tirar uma estrela, é pior que uma palmada”, diverte-se.
No quesito comida, Kyra é faixa preta preta: fritura, só come duas vezes por ano. “Refrigerante, nem existe. E as meninas não comem nada com farinha de trigo”.
Abuso contra atletas mulheres
A sacudida que o mundo esportivo vem levando, desde o ano passado, quando atletas passaram a relatar abusos sexuais sofridos pelos treinadores não passa despercebida por Kyra. E o caso que mais a sensibilizou foi o da judoca americana Kayla Harrison.
Kayla, que hoje treina jiu-jitsu em Nova York, contou que quando era novinha foi abusada por seu técnico de karatê. A atleta escreveu livro, dá palestras sobre o assunto e foi medalhista de ouro nos Jogos do Rio de 2016. “Temos que amparar a vítima, sempre. E é papel de todo mundo não deixar que esses absurdos aconteçam”, diz Kyra.
Por motivos quase óbvios, ela conta que não passou por tragédias como essa. “Meus mestres eram meus primos e tios. Não tem como negar que, para mim, foi mais fácil”, diz. Kyra analisa, com propriedade, que em um esporte no qual o contato físico é parte do treinamento, é mais difícil identificar uma ação abusiva. “Olhando de fora, quase ninguém percebe. Mas quem está ali, no dia a dia com os atletas e vê qualquer sinal de abuso, precisa colocar a boca no no trombone”. Ela garante que nunca viu nada.
Jair Bolsonaro: a única esquiva de Kyra
Um nome divide a família Gracie, o de Jair Bolsonaro, presença constante em eventos de lutas e candidato à eleição presidencial de 2018.
Alguns Gracie declaram abertamente apoio ao polêmico candidato. Outros, o repudiam. “É o cara que tem que usar a armadura branca da gente”, disse Renzo, mestre de Kyra. Reyson discorda do irmão. “Este ‘senhor’ é o representante atual dos torturadores que detiveram pais nos porões da ditadura”.
Neste assunto, Kyra se esquiva. “Ele tem uma aceitação muito grande com lutadores. Tem gente que depois da luta, agradece a ele no microfone. Mas eu prefiro não me posicionar. Sou professora, dou aula para pessoas de pensamentos diferentes.
Quimono rosa
No mundo empresarial, Kyra também já botou seu carimbo. Em parceria com a marca americana de quimonos Shoyoroll, ela faz a diferença no mar de quimonos brancos com seus modelos cor-de-rosa. “Pedi que o modelo feminino fosse mais acinturado e com o cós reduzido. O modelo masculino deixa a gente igual a um saco de batata”, diverte-se. Seus quimonos custam a bagatela de R$ 500.
“Anos atrás, eu pegava meu quimono branco e desenhava borboleta, coraçãozinho, até que um dia, o tingi de rosa. Ficou horrível, mas fui treinar com ele. Todo mundo me criticou”, conta. O que, claro, foi só um incentivo para que a atleta se aperfeiçoasse. “É meu jeitinho de colocar mais um toque feminino no jiu-jitsu. Isso ajuda mais mulheres a virem lutar”.
O jeitinho também fica evidente no trabalho que Kyra faz na TV. Amiga da apresentadora Fernanda Gentil, ela recorre aos conselhos profissionais da colega para mandar bem na tela. “Pego várias dicas com ela. Mando meus vídeos para ela ver e me dizer em que posso melhorar”. Ação entre amigas.
Vovô Gracie sendo vovô Gracie
Até hoje, Kyra ouve do avô Robson, de 85 anos, e filho do fundador do império Gracie, que mulher e jiu-jitsu não combinam. “Ele diz:: ‘Elas não deviam lutar tanto. São muito frágeis’. Eu só rio, né”, diverte-se Kyra, que, claro, tem um amor gigante pelo avô. “Isso é da época dele, quando mulher não tinha nem direito a voto. Tenho um papel na família, o de abrir a cabeça dos homens”.
BOL, via UOL

Lula pede a STJ e STF que garantam direito de recurso em liberdade

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou com novo pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) para que possa recorrer em liberdade contra sua condenação na segunda instância por corrupção e lavagem de dinheiro, no caso do tríplex no Guarujá.
O mesmo pedido foi também protocolado no Superior Tribunal de Justiça (STJ), de acordo com a defesa de Lula.
Entre os argumentos utilizados pela defesa, está o de que Lula é pré-candidato à Presidência da República pelo PT, sendo líder em pesquisas de intenção de voto. “Assim, além de ver sua liberdade tolhida indevidamente, corre sério risco de ter, da mesma forma, seus direitos políticos cerceados, o que, em vista do processo eleitoral em curso, mostra-se gravíssimo e irreversível”, escreveram os advogados.
As peças são assinadas pela equipe de oito advogados do ex-presidente, entre eles o ex-ministro do STF Sepúlveda Pertence e Cristiano Zanin Martins, responsável pela maioria das sustentações orais em julgamentos de Lula.
A defesa quer que as apelações contra a condenação, destinadas ao Supremo e ao STJ, tenham efeito suspensivo sobre a execução de pena, o que resultaria na libertação de Lula. Tal efeito suspensivo foi negado, no início do mês passado, pela vice-presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), ministra Maria de Fátima Freitas Laberrère.
A magistrada é a responsável por analisar a admissibilidade dos recursos extraordinário e especial, destinados respectivamente ao STF e STJ, contra a condenação. Antes de serem encaminhados às instâncias superiores, tais recursos precisam passar pelo crivo do segundo grau.
Lula está preso desde 7 de abril na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde cumpre sua pena de 12 anos e um mês imposta pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal da capital paranaense.
O ex-presidente foi preso após ter sua condenação confirmada pela segunda instância, de acordo com entendimento atual do Supremo Tribunal Federal (STF), que permite o cumprimento de pena mesmo que ainda reste a possibilidade de recurso a instâncias superiores.
Argumentos
Para dar corpo ao novo pedido, a defesa de Lula volta a citar diversas supostas irregularidades no processo que levou à condenação do ex-presidente, entre eles o argumento de que Moro não poderia ter sido o juiz responsável pelo caso, pois o próprio magistrado teria admitido na sentença que os fatos investigados não teriam conexão com contratos na Petrobras.
A defesa volta a alegar falta de imparcialidade do juiz e dos procuradores, citando episódios como a condução coercitiva de Lula e a divulgação do áudio de uma conversa entre ele e a ex-presidente Dilma Rousseff como provas dessa parcialidade. “O requerente [Lula] foi tratado como culpado desde a fase pré-processual; jamais lhe foi assegurada a presunção constitucional de inocência”, diz o texto.
Diante os argumentos, os advogados defendem que Lula seja solto devido à “visível probabilidade de êxito” dos recursos extraordinário e especial nas instâncias superiores, o que anularia a condenação.
“Os dias em que requerente é mantido indevidamente detido jamais lhe serão devolvidos”, escreveram os advogados. “De tão grave a situação, sequer existe mais o ‘iminente perigo’ de dano, eis que o dano já está consolidado, e seus perversos efeitos aumentam a cada dia em que o requerente se mantém injustamente no cárcere”, acrescenta o texto.
Agência Brasil

Após empate, STF adia julgamento sobre recebimento de denúncia contra Agripino

Após um empate de dois votos a dois no julgamento sobre o recebimento da denúncia contra o senador Agripino Maia (DEM-RN) nesta terça-feira (5), o presidente da Segunda Turma, ministro Luiz Edson Fachin, decidiu suspender o caso para coleta do voto de desempate do ministro Celso de Mello, que não estava presente à sessão. A análise da denúncia será retomada na próxima terça (12).
Agripino Maia foi acusado pela Procuradoria Geral da República por, como senador e presidente nacional do DEM, ter aceitado e recebido vantagens indevidas de R$ 1,15 milhão de um empresário para execução de contrato para inspeção veicular ambiental em Natal.
As acusações foram embasadas na delação premiada do advogado e empresário George Olímpio, investigado na Operação Sinal Fechado, deflarada no Rio Grande do Norte.
No começo de maio, o relator, ministro Ricardo Lewandowski, havia votado para o recebimento da denúncia, o que transformaria o senador em réu.
Ele considerou que havia indícios suficientes contra o senador, o que justificava a abertura de uma ação penal para aprofundamento da investigação. O ministro votou, no entanto, para arquivar acusações referentes à ex-governadora Rosalba Ciarlini, atual prefeita de Mossoró. A acusação indicou que ela teria ajudado o senador a obter vantagens indevidas. Na ocasião, Gilmar Mendes pediu vista.
Ao retormar o voto nesta terça, o ministro levantou um questionamento: propôs a anulação da delação de George Olímpio. Segundo o ministro, o acordo não poderia ter sido firmado pela PGR porque o caso corria na Justiça local.
Ele acrescentou que a delação foi firmada por dois procuradores designados, sendo um deles Marcelo Miller, investigado por supostamente ter orientado, enquanto ainda integrava o Ministério Público, executivos da J&F que firmariam delação. E que quem deveria ter assinado era o então procurador-geral, Rodrigo Janot.
“Essa lei já produziu efeitos diversos. Miller trouxe corrupção para dentro do processo da delação, o que é um fato grave. Vamos ter que escrutinar tudo o que esse senhor fez. Era o cérebro da Procuradoria na gestão Janot. Aquilo que não se conhecia nos Estados Unidos ocorreu aqui. Eu já tinha conhecido procurador preguiçoso, que não trabalhava. Procurador louco, procurador bêbado, mas não procurador ladrão. O Miller veio a revelar essa faceta, extremamente grave”, disse Gilmar Mendes.
O ministro Dias Toffoli concordou que era questionável o fato de o acordo não ter sido assinado pelo então procurador Rodrigo Janot. “Eu não posso delegar a juiz homologar acordo. O PGR tem que se responsabilizar institucionalmente”, disse. Mas ele foi contra anular a delação. Por três a um, os ministros rejeitaram anular a delação.
Depois, Gilmar Mendes votou sobre a acusação e votou para a rejeição da acusação. COnsiderou que não havia elementos suficientes e que já havia crime prescrito, quando não pode haver punição em razão do tempo decorrido dos fatos.
o relator, Ricardo Lewandowski, novamente apresentou argumentos dizendo que havia elementos mínimos e que a questão seria comprovada no curso do processo. Caso a denúncia seja aceita, o prazo de prescrição, que ocorre no fim deste mês, é zerado.
Toffoli concordou com Gilmar sobre a rejeição da denúncia. E Fachin ficou com Lewandowski para Agripino Maia virar réu. Fachin, como presidente da turma, anunciou que eles aguardariam a próxima semana para voto de Celso de Mello.
G1

Apple mostra o iOS 12 com dobro de velocidade e desafiando Google e Facebook

Foto: Elijah Nouvelage/Reuters
Se você tem um iPhone, provavelmente já passou por uma experiência ruim ao atualizar o iOS: o celular, que até então funcionava superbem, fica lento e engasgando. Durante anos, isso alimentou teorias conspiratórias de que a Apple agia de forma proposital, para estimular as pessoas a comprarem iPhones novos. Até que, em dezembro de 2017, descobriu-se que, sim, era intencional: o iOS 11 reduzia a velocidade do processador de certos iPhones. A Apple se justificou alegando que, se ela não fizesse isso, os smartphones poderiam desligar ou reiniciar sozinhos em situações de uso intenso, pois suas baterias já estavam desgastadas e não conseguiam mais fornecer a corrente necessária. Para se redimir, a empresa abaixou o preço das baterias novas, e distribuiu uma atualização permitindo que os usuários reabilitem a velocidade total. Mas o caso, que ficou conhecido como batterygate, arranhou a imagem da Apple.
O iOS 12, que foi apresentado hoje pela empresa, vai na direção oposta: promete aumentar dramaticamente a velocidade de iPhones e iPads mais antigos. A Apple usou como exemplo um iPhone 6 Plus, bem antiguinho: foi lançado em 2014. Segundo a empresa, o iOS 12 deixa esse celular muito mais ágil: os apps abrem 40% mais depressa (o teclado supostamente é 50% mais rápido, e a câmera 70%).
O novo sistema poderá ser baixado em todos os dispositivos compatíveis com o iOS 11. Isso é uma novidade para a Apple, que sempre costumou excluir iPhones e iPads mais antigos de seus updates. As promessas de performance só poderão ser comprovadas quando o iOS 12 for liberado, o que está previsto para os próximos meses (a versão beta, para desenvolvedores, sai hoje mesmo).
Fora isso, o iOS não mudou muito: ele tem um app novo (o Measure, que permite medir objetos usando a câmera do iPhone ou do iPad), e traz alterações relativamente sutis no Apple News, na Siri e no aplicativo CarPlay – que finalmente vai permitir que você use o Google Maps ou o Waze em vez do Apple Maps. Mas o mais útil são as notificações agrupadas: agora, o iOS vai juntar notificações que tenham a ver umas com as outras. Uma sequência de mensagens do WhatsApp, por exemplo, poderá ser exibida numa só notificação. É algo que o Android já faz há vários anos, e o iOS realmente estava devendo – porque ajuda muito no dia a dia.
A nova versão do navegador Safari, tanto no iOS quanto no macOS, irá bloquear os mecanismos que o Facebook e o Google usam para monitorar a navegação das pessoas na internet. “Nós vamos acabar com isso”, disse Craig Frederighi, vice-presidente da Apple, sem citar nominalmente as duas empresas (LEIA MAIS: Como não ser espionado pelo Google e pelo Facebook).
Outras coisas pontuais
– o iOS ganhou a função Do Not Disturb (não perturbe), que silencia automaticamente as notificações do iPhone enquanto você dorme e também pode ser acionada manualmente – durante uma reunião, por exemplo.
– no novo sistema, você poderá criar o seu próprio animoji, baseado no seu rosto.
– o aplicativo FaceTime agora permite fazer chats em grupo, com até 32 pessoas.
– a Apple fez uma demonstração de realidade aumentada com Lego: você coloca algumas pecinhas sobre a mesa e o iOS projeta um cenário virtual e interativo, com casas, prédios e bonecos feitos de Lego.
– o watchOS, sistema operacional do Apple Watch, agora detecta automaticamente quando você se exercita (não é preciso iniciar manualmente o registro do exercício). É algo que o app Google Fit faz no Android, e facilita bem as coisas.
– o Apple TV passa a ser compatível com as tecnologias Dolby Atmos (de som surround) e Dolby Vision (que aumenta o contraste da imagem).
– a nova versão do macOS se chama Mojave, e tem como destaques a função Dark Mode, que escurece o Dock e as janelas (para cansar menos os olhos), e o Desktop Stacks, que organiza os ícones da área de trabalho.
– ainda não rolou a aguardada migração do macOS para a arquitetura ARM. (A Microsoft já portou o Windows para essa arquitetura, que promete revolucionar os notebooks.). A Apple disse que o iOS e o macOS continuarão existindo separadamente, mas o macOS poderá rodar apps do outro sistema no futuro.
Super Interessante

sábado, 2 de junho de 2018

Apenas 7% dos veículos do RN são movidos a diesel


Reportagem do Agora RN traz um levantamento dos carros a diesel e no Estado. Dos mais de um milhão e duzentos mil veículos registrados no Departamento de Trânsito do Estado, o Detran/RN, apenas 92 mil são movidos a diesel. Isso significa dizer que só pouco mais de 7% da frota potiguar será beneficiada com a redução de R$ 0,46 do combustível, que entrará em vigor, segundo o Governo Federal, já partir desta sexta-feira, 1º.
A informação é do setor de estatística do Detran, baseado no banco de dados do próprio Departamento Estadual, de órgãos federais e estaduais da administração direta e indireta.
Da parte da frota potiguar movida a diesel, 28 mil veículos, ou melhor, 30% dela, está localizada em Natal. Outros 64 mil veículos movido a diesel estão no interior do Estado, correspondendo a quase 70% do total.
No Rio Grande do Norte, o combustível mais popular ainda é a gasolina, que abastece 608 mil veículos, ou seja, quase metade do total da frota potiguar. Os flex, que são movidos a álcool (etanol) e gasolina, correspondem a 455 mil e já representam 36% do total.
Agora RN

Petrobras Distribuidora já reduz preço do diesel em postos da rede


Foto: Paulo Whitaker/Reuters
A Petrobras Distribuidora informou na noite desta sexta-feira (1°), em nota, que além de todo o esforço logístico que vem empreendendo desde o dia 21 de maio para garantir o suprimento de combustíveis ao mercado, repassou integralmente as desonerações anunciadas pelo governo federal aos preços de diesel vendido à rede de postos, com o objetivo de contribuir para que essas reduções cheguem ao consumidor final.
A companhia cita como exemplo São Paulo, onde a redução foi de R$ 0,46 por litro e já é possível verificar em alguns postos Petrobras esta mesma diminuição no preço da bomba. No comunicado, a Petrobras Distribuidora reafirma seu compromisso com a sustentabilidade do seu negócio e da sua rede, continuando empenhada em adotar todas as ações operacionais e comerciais ao seu alcance para atender aos seus clientes em todo o Brasil.
A redução do preço do diesel é decorrente de negociações feitas entre o governo e entidades que representam os caminhoneiros após uma paralisação da categoria, que durou dez dias, ter prejudicado o abastecimento de combustível, de alimentos e de outros produtos praticamente em todo o país, além de ter causado prejuízos na agroindústria, nas exportações e em outros setores da economia.
O acordo com os caminhoneiros inclui também, entre outros pontos, a isenção da cobrança de pedágio dos caminhões que trafegarem com eixo suspenso e o estabelecimento de uma tabela de frete mínimo rodoviário.
Agência Brasil

Temer reajusta o Bolsa Família

Em meio às críticas pela concessão do Bolsa Caminhoneiro, fundeada com subsídios no preço do diesel e dos pedágios, o presidente Michel Temer decidiu reajustar o Bolsa Família.
O reajuste, que entra em vigor a partir de 1º de julho, será de 5,67%, bem acima da inflação oficial de 2,76 nos últimos 12 meses. A medida, segundo o site O Antagonista, foi publicada Diário Oficial da União desta sexta-feira, 1º de junho.
BR18

Transporte sobre trilhos depende de planejamento de longo prazo

POR MARCELO TOLEDO
Não se faz ferrovias de forma emergencial. A frase é consensual entre representantes do setor ferroviário e foi muito falada nas duas últimas semanas em virtude da paralisação dos caminhoneiros, que gerou desabastecimento em todo o país.
Para se desenvolver, o transporte de cargas e de passageiros por meio das ferrovias e trilhos urbanos brasileiros depende de planejamento de longo prazo, na avaliação de Fernando Paes, diretor-executivo da ANTF (Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários).
“Há um problema estrutural no país, de algumas décadas, que é a falta de planejamento de longo prazo. As ferrovias representam um setor de capital intensivo e longa maturação. É preciso tratá-lo como uma política pública estruturada”, afirmou.
Hoje, o setor responde por 15% do total de cargas transportadas no país, segundo a ANTF. Para a CNT (Confederação Nacional do Transporte), o índice é de 20,7%. Independentemente do patamar, há campo para crescimento, especialmente no agronegócio, segundo Paes.
O problema atinge também o transporte de passageiros por meio dos trilhos. Com malha viária –incluindo metrô, VLTs (Veículos Leves sobre Trilhos) e trens– de somente 1.040 quilômetros, o país já tem necessidade de pelo menos mais 800 quilômetros de trilhos, segundo João Gouveia, diretor-executivo da ANPTrilhos (Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos).
O investimento para que isso seja possível é estimado em R$ 167 bilhões. Mas, conforme Gouveia, a ausência de política pública para o setor é o grande entrave.
“Para conceber, fazer ordem de serviço, entrar em fabricação e colocar em operação são necessários três ou quatro anos. Curto prazo para a gente são quatro anos.”
De acordo com Paes, porém, um ponto positivo no setor de cargas foi que, mesmo com a mudança de comando na Presidência da República, houve a manutenção do processo de renovação das concessões das ferrovias.
“Com isso, abriu-se a possibilidade real para uma plataforma de investimentos muitíssimo significativos de curto e médio prazos, capazes, aí sim, de alterar a participação do modal na matriz de transportes.”
Segundo a CNT, o setor é o segundo em volume de cargas transportadas, atrás do sistema rodoviário (61,1%) e à frente do aquaviário (13,6%), dutoviário (4,2%) e aéreo (0,4%).
Sem impacto
Paes disse ainda que a paralisação dos caminhoneiros nas rodovias do país não gerou impactos perceptíveis na rede ferroviária nacional.
“Os contratos ferroviários são, em geral, bastante complexos e de longo prazo. Você não contrata um ou dois vagões de uma hora para outra para levar uma pequena carga de um lugar para o seu destino final. É preciso aqui também planejamento, neste caso, das empresas.”
Desde o início das concessões, em 1997, as ferrovias tiveram aumento de mais de 170% no volume transportado, de 137 bilhões de toneladas para 375 bilhões.
Folhapress

Justiça quer mais R$ 70 milhões de Palocci

Dos R$ 150 milhões estipulados pela Justiça Federal para repor os desvios na Petrobrás e cobrir danos gerados pelos crimes do ex-ministro Antonio Palocci, ainda faltam R$ 70 milhões, às vésperas do fim do processo de sequestro e arresto dos bens.
Segundo informação publicada pelo jornalista Fausto Macedo em seu blog no portal do Estadão, a Justiça bloqueou até agora imóveis, carros e investimentos em nome de Palocci, de sua empresa, a Projeto Consultoria Empresarial Ltda. (atual Projeto Administração Imobiliária), e de duas filhas, no valor de R$ 80 milhões.
BR18

Congresso tem mais de 30 propostas para mudar indicações ao STF

Foto: SCO/STF
O roteiro é sempre o mesmo: toda vez que uma vaga de ministro é aberta no Supremo Tribunal Federal (STF), começa a temporada de discussões sobre a forma de indicações à Corte constitucional do país. Hoje, a assunção ao cargo mais importante do Poder Judiciário brasileiro é feita por indicação exclusiva do presidente da República e aprovação por dois terços do Senado Federal. Os critérios são poucos: idade entre 35 e 65 anos, notável saber jurídico e reputação ilibada. E só.
No Congresso Nacional, 33 propostas de emenda à Constituição (PECs) defendem, como alternativa, as mais diversas e criativas fórmulas para a escolha de um ministro. Na maioria das vezes, entretanto, as discussões logo arrefecem, mostra levantamento a partir de dados do InteliGov, plataforma de inteligência em relações governamentais.
Só o deputado federal Jaime Martins (PSD-MG), por exemplo, já apresentou duas PECs. Na primeira, pouco depois da posse de Alexandre de Moraes — então ministro de Michel Temer (MDB), que o indicou —, propôs uma quarentena de dez anos entre a saída de uma função política ou de confiança e a nomeação para a Corte. Não contente, no dia 15 de março levou aos colegas outra PEC, acrescentando uma exótica fórmula, com a adoção de prazos a depender do motivo da abertura da vaga (aposentadoria ou mudança inesperada) e com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Coincidência ou não, a apresentação de projetos ganhou força com as nomeações mais recentes, que também foram as mais polêmicas: a do próprio Moraes, em 2017, e a de Edson Fachin, indicado por Dilma Rousseff em 2015, contestada por suas posições favoráveis aos pleitos de movimentos sociais, como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Se surgiram quatro PECs desde a indicação de Moraes, foram nada menos que nove propostas nos dois anos anteriores.
As demais PECs foram distribuídas a partir de 2001 de forma mais homogênea, com uma exceção para o ano de 2012, com cinco propostas do tipo. O caráter meramente retórico de muitos dos projetos fica explicado quando se percebe que vários propõem as mesmas coisas e, por isso, acabam sendo incorporados a projetos já existentes.
Seja por falta de vontade política ou por receio de contrariar os ministros e o Judiciário, fato é que até a proposta com mais capilaridade, a de PEC 473/2001, que abriga outras nove, não tem nenhuma movimentação desde 2015. Os principais pontos que parlamentares gostariam de mudar são a diminuição do papel do presidente da República na escolha, o aumento do número de critérios para a seleção e a adoção de mandatos.
A última mudança que, se não alterou a forma de indicação, teve reflexos diretos nas prerrogativas presidenciais foi a aprovação da chamada PEC da Bengala, em maio de 2015, que aumentou a idade de aposentadoria compulsória dos ministros do STF (de 70 para 75 anos), tribunais superiores e Tribunal de Contas da União (TCU).
Com Dilma às turras com o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (MDB-RJ), os deputados aprovaram a mudança, que tirou da petista a chance de nomear os sucessores de Celso de Mello, Marco Aurélio, Ricardo Lewandowski, Rosa Weber e Teori Zavascki, que sairiam entre novembro de 2015 e dezembro de 2018 — naquela ocasião, o impeachment ainda era uma hipótese remota.
Confira abaixo algumas das propostas que tramitam no Congresso, segundo o InteliGov:
1) Exigência de concurso público
Em abril deste ano, o deputado Rogério Peninha Mendonça (MDB-SC) defendeu que os ministros do Supremo fossem escolhidos a partir de concurso público, assumindo com mandatos de dez anos. Ele também propôs que ex-ministros fossem proibidos de disputar as eleições por cinco anos após a saída do cargo.
2) Cotas por regiões
Em dezembro de 2017, o deputado André Amaral (Pros-PB) propôs que fosse criada uma espécie de cota no Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir a representação de todas as cinco regiões do país. Pela sugestão de Amaral, das onze vagas, cada região teria direito a dois representantes. Hoje, de todo o Supremo, apenas um ministro não é natural do Sul ou do Sudeste: Gilmar Mendes, que nasceu em Diamantino (MT).
3) Cotas por funções
Boa parte dos projetos trata da reserva de vagas em listas de indicados e na própria Corte para pessoas oriundas de determinadas funções do sistema de Justiça e até da política. Um exemplo é o projeto do deputado Rubens Bueno (PPS-PR), que defende o rateio das vagas entre ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ), advogados indicados pela OAB, membros do Ministério Público escolhidos pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e até dos parlamentares – um indicado pela Câmara e outro pelo Senado.
Veja

Motoristas de alternativos protestam em Natal após morte de companheiro de trabalho


Motoristas de alternativos protestam em Natal após morte de companheiro de trabalho
Nesta madrugada um motorista de transporte alternativo foi baleado em condições ainda desconhecidas no Parque dos Coqueiros na região Norte da capital.
A vítima ainda foi levada ao hospital Walfredo Gurgel e faleceu horas depois vítima de tiro.
Em protesto ao acontecimento seus companheiros de trabalho estão saindo em carreata pelas ruas da cidade e prometem bloquear a Ponte Igapó.
Via Certa Natal

Abastecimento está normalizado na maioria dos estados


Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasi
O abastecimento de combustíveis líquidos e de GLP (o gás de cozinha) está sendo normalizado gradativamente no país e, ao longo da próxima semana, a expectativa é que todos os estados estejam com o fornecimento regularizado, avalia a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Na noite de ontem (1º), a agência divulgou um balanço do abastecimento de combustíveis no país, após a crise gerada ao longo dos 11 dias de paralisação dos caminhoneiros e bloqueios de estradas no país. Em 19 unidades da federação, o fornecimento de GLP e combustível líquido já está totalmente normalizado.
De acordo com a atualização divulgada pela ANP, o abastecimento está normalizado em todos os estados da Região Sudeste, tanto em relação aos combustíveis líquidos como em relação ao GLP: Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo não apresentam mais problemas decorrentes da falta de combustível.
No Nordeste o abastecimento também está restabelecido. A exceção é o Piauí, onde o GLP já está normalizado, mas o fornecimento de combustíveis líquidos ainda está voltando à regularidade.
Já no Centro-Oeste, Distrito Federal e Goiás estão em fase de normalização progressiva, tanto de combustíveis líquidos quanto de GLP. No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o abastecimento de combustíveis líquidos está normalizado e o de GLP está sendo regularizado.
Em seis dos sete estados da Região Norte, o abastecimento está normalizado para ambos os tipos de combustíveis. A exceção é o Tocantins, onde a situação está se normalizando progressivamente, tanto no caso dos líquidos como no do GLP.
Já na Região Sul, o Paraná registra abastecimento normalizado para líquidos e GLP. Já no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, o GLP está regularizado, mas os combustíveis líquidos estão em fase de normalização.
Agência Brasil

Policial militar é morto a tiros em Parnamirim

Está no Portal BO. Um policial militar identificado como Kelves Freitas de Brito foi assassinado a tiros, na manhã deste sábado (02), na rua Governador Rosado Maia, no bairro Cohabinal, na cidade de Parnamirim, região metropolitana de Natal. A vítima estava na frente de um estabelecimento comercial quando foi surpreendida pelos criminosos. A arma do PM foi levada.
De acordo com informações da assessoria de comunicação da Polícia Militar, Kelves foi abordado por uma dupla em uma motocicleta, o suspeito da garupa sacou uma arma e correu em direção a vítima atirando varias vezes atingindo a cabeça do policial. A arma do PM foi levada pelos criminosos. “O crime tem características de execução”, disse o Tenente Coronel Eduardo Franco assessor de imprensa da corporação.
Diligências foram realizadas, mas nenhum envolvido foi preso. A polícia investiga a suspeita de uma ordem para matar policiais partida de facções criminosas.
Portal BO

Após paralisação, 163 frigoríficos retomaram suas atividades

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informou que 163 unidades frigoríficas de todo o país reiniciaram suas atividades até ontem (1°). Balanço do dia 27 de maio apontava que 167 plantas frigoríficas estavam paradas, com mais de 234 mil trabalhadores com atividades suspensas .A expectativa da entidade é que todas as agroindústrias produtoras e processadoras da avicultura e da suinocultura voltem suas atividades até o fim da próxima semana.
As unidades frigoríficas de todo o país tiveram que suspender o abate e o processamento de animais em razão da paralisação dos caminhoneiros. Um dos problemas enfrentados foi a falta de ração para os animais. Segundo a ABPA, os prejuízos com a greve ultrapassam os R$ 3 bilhões, entre perdas de comercialização no mercado interno, animais mortos, custos logísticos e perdas de contrato na exportação.
A associação informou que a retomada do setor será feita de forma gradativa, mas que em 60 dias a produção deverá estar normalizada. Segundo a ABPA, pode ocorrer falta de produtos de aves, suínos e ovos nos postos de venda até que a produção e a distribuição sejam completamente restauradas.
Agência Brasil

Veja os citados na pesquisa Exatus para deputado federal no RN

  Faltando pouco mais de cinco meses para a eleição, seis em cada dez eleitores do Rio Grande do Norte ainda não decidiram em quem votar par...