quinta-feira, 1 de julho de 2021

Renda e gastos de sócio da Precisa são incompatíveis, segundo documentos

 Francisco Maximiano é dono da intermediária da Covaxin

A Precisa Medicamentos é a representante da vacina indiana Covaxin no Brasil

Francisco Maximiano, sócio e presidente da Precisa Medicamentos, declarou ter uma renda anual de R$ 52.200 em 2020. Isso significa uma renda mensal de R$ 4.300. O valor é menor do que o registrado em suas movimentações financeiras, que mostram gastos com restaurantes e lojas de luxo.

Na declaração de imposto de renda, Maximiano afirma que sua fonte de receita é a Global Saúde, outra empresa da qual é sócio. Com a renda que afirmou ter, o empresário pagou R$ 545,75 de imposto no ano passado.

As informações estão nos documentos bancários e fiscais do empresário, entregues à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid, aos quais a TV Globo teve acesso.

A Precisa está sendo investigada pela comissão por supostas irregularidades no contrato de compra da vacina indiana Covaxin. A empresa brasileira é representante da vacina no Brasil.

Maximiano seria ouvido na CPI nesta 5ª feira (1º.jun.2021), mas seu depoimento foi adiado, ainda sem data definida. O adiamento ocorreu depois que ele conseguiu, na noite de 4ª feira (30.jun), o direito de ficar em silêncio.

Apesar da declaração à Receita Federal, as transações de Maximiano mostram gastos maiores do que o que o empresário disse receber por ano. Em 2020, segundo uma de suas contas pessoais, o empresário movimentou R$ 4 milhões. Outro R$ 1,2 milhão foi movimentado em outra conta pessoal.

Os hábitos do empresário também indicavam que ele gastava muito mais do que R$ 4.300 por mês. Em uma visita a uma churrasqueira de Barueri (SP), em março de 2020, ele pagou uma conta de R$ 5.204. Em fevereiro deste ano, gastou, em um único dia, R$ 6.500 em compras.

Os documentos bancários de Maximiano indicam que as principais fontes de sua renda eram das empresas que ele era sócio. Mas ele não declarou à Receita ter participação na Precisa Medicamentos nem na Global Saúde ou receber os dividendos das empresas.


Poder360

Se não tiver eleições limpas, “vamos ter problemas”, diz Bolsonaro

 Presidente pede contagem pública de votos e diz que eleição de Lula “não vai acontecer”

O presidente Jair Bolsonaro conversou com apoiadores na manhã desta 5ª feira (1º.jul.2021)

O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), afirmou que o Brasil terá problemas no ano que vem se não houver “eleição limpa”. Bolsonaro conversou com apoiadores na manhã desta 5ª feira (1º.jul.2021) em frente ao Palácio da Alvorada.

Tem uma articulação de 3 ministros do Supremo para não ter o voto auditável”, disse ele. “Se não tiver, eles vão ter que apresentar uma maneira de termos uma eleição limpa, com a contagem pública de votos. Caso contrário, vamos ter problemas ano que vem no Brasil”, continuou.

Como já mostrou o Poder360, o voto impresso acumula derrotas desde a primeira vez que foi sancionado, em 2002. Críticos afirmam que a medida colocaria em risco o sigilo do voto. No STF (Supremo Tribunal Federal), 10 dos 11 ministros da Corte já se manifestaram contra o voto impresso.

Nas últimas semanas ao menos 2 ministros se posicionaram abertamente contra a impressão do comprovante de voto. O atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Roberto Barroso, e o futuro presidente do TSE, Alexandre de Moraes.

Bolsonaro voltou a afirmar que o sistema eleitoral é fraudulento. “A fraude está escancarada. E não vai ser só para presidente, vai ser para governador, para senador. Fraude”, disse. Mas, novamente, o presidente não apresentou nenhuma prova de irregularidades no sistema eleitoral brasileiro.

O presidente também voltou a atacar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Como em outras ocasiões nas últimas semanas, Bolsonaro afirmou que o petista saiu da prisão para se tornar presidente do Brasil.

Porque tiraram o Lula da cadeia, tornaram elegível, para ele ser presidente na fraude. Isso não vai acontecer”, disse ele.

Bolsonaro também não explicou como seria a suposta fraude.


Poder360

46% da população adulta usou o Pix em algum momento, diz Campos Neto

 Aproximadamente 73 milhões de brasileiros usaram o sistema de pagamentos instantâneos do BC

O presidente do BC (Banco Central), Roberto Campos Neto

O presidente do BC (Banco Central), Roberto Campos Neto, disse nesta 5ª feira (1º.jul.2021) que aproximadamente 46% da população adulta do Brasil já usou o Pix em algum momento. A declaração foi feita durante live do Instituto Fenasbac. Eis a íntegra (214 KB).

O sistema de pagamentos instantâneos do BC foi lançado em novembro de 2020. Atualmente, registra 254,3 milhões de chaves Pix cadastradas, sendo 87,8 milhões de usuários pessoas físicas e 5,8 milhões de empresas.

Desde o seu lançamento, cerca de 73 milhões de brasileiros usaram o Pix, seja para pagar ou receber. Ou seja, cerca de 46% da população adulta do Brasil já usou o Pix em algum momento“, afirmou.

Ele destacou que a modalidade de pagamento superou as operações de TEDs, DOCs, cheques e boletos. Disse ainda que outras funcionalidades da tecnologia, como o Pix Saque e o Pix Troco, serão ofertadas ao público no 2º semestre de 2021.

Campos Neto falou sobre o Open Finance (ou Open Banking), que é a ferramenta de compartilhamento padronizado de dados e serviços pelas instituições do sistema financeiro. Disse que a tecnologia parte do pressuposto que o consumidor é titular de seus dados cadastrais e financeiros e que pode transferir essas informações que lhe pertencem para outra instituição, a qualquer momento, em busca de produtos melhores ou de serviços a preços mais baixos.

Com isso, ele recoloca o consumidor no controle da gestão de seus dados e de seus recursos financeiros. O Open Finance é uma medida que não só melhora e estimula o ambiente de competição no sistema financeiro, mas também traz ganhos para a sociedade sob o ponto de vista de maior transparência e inclusão financeira, além de educação financeira, auxiliando o planejamento das famílias e das empresas“, disse o presidente do BC.

O Open Finance foi adiado para ser finalizado em 2022. A implementação está sendo feita de forma gradual, em fases que começaram em fevereiro de 2021. “Até dezembro de 2021, o Open Finance englobará um conjunto amplo de produtos e serviços, como seguros, investimentos e previdência complementar“, afirmou.

Assista a participação de Roberto Campos Neto:

 

Sobre o cooperativismo, Roberto Campos Neto afirmou que o BC está interessado em expandir o setor, melhorando a organização sistêmica e eficiência do segmento, que cresceu 134% nos últimos 5 ano.

As cooperativas se destacam por aumentarem a capilaridade da rede de atendimento do sistema financeiro, facilitando a inclusão financeira. Costumam ter uma atuação voltada para determinadas regiões geográficas, reforçando a disponibilidade de serviços financeiros em locais em que entidades tradicionais podem não estar presentes, principalmente tendo em vista a tendência de redução das agências físicas por parte dos bancos“, afirmou.

Campos Neto afirmou que há municípios brasileiros onde a cooperativa de crédito é a única alternativa para obtenção de serviços financeiros. “Por não ter o lucro como finalidade precípua de suas atividades, as cooperativas podem oferecer produtos financeiros a preços mais competitivos“, disse.


Poder360

Dominguetti afirma à CPI que ex-diretor da Saúde pediu propina de US$ 1 por dose

 PM acusou Roberto Ferreira Dias de cobrar propina ao negociar doses da AstraZeneca com empresa dos EUA

Roberto Dias, ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde, teria cobrado US$ 400 milhões ao negociar compra da vacina da AstraZeneca

O representante de vendas autônomo Luiz Paulo Dominguetti Pereira afirmou à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid nesta 5ª feira (1º.jul.2021) que o ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde Roberto Ferreira Dias cobrou propina de US$ 1 por dose para fechar um contrato por 400 milhões de vacinas da AstraZeneca com a Davati Medical Supply. Ele foi convocado a depor na comissão depois de trazer a público a acusação sobre o pedido de vantagem indevida que teria recebido em um jantar em 26 de fevereiro deste ano em um restaurante na região central de Brasília.

Dominguetti, que é cabo da PM de Minas Gerais, disse ainda aos senadores que esteve 3 vezes no Ministério da Saúde para tratar da suposta oferta da vacina, inclusive com o ex-secretário-executivo da pasta Elcio Franco. Ele também citou os nomes do diretor do Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis, Laurício Monteiro Cruz, e do tenente-coronel Marcelo Blanco da Costa, dispensado na 4ª feira (30.jun.2021) da função de substituto eventual do diretor do Departamento de Logística do ministério.

ENTENDA O CASO

Dominguetti diz que se apresentou como representante da Davati Medical Supply ao diretor Roberto Dias e ofertou 400 milhões de doses da AstraZeneca. Dias, por sua vez, teria pedido US$ 1 a mais por dose para firmar o acordo. As negociações cessaram depois da suposta negativa de Dominguetti.

Dias foi demitido do Ministério da Saúde menos de 24 horas depois das acusações se tornarem públicas. O ex-diretor afirma que sofre uma “retaliação” por Dominguetti não ter provado que representava a AstraZeneca –motivo pelo qual o contato com a Davati teria sido interrompido, de acordo com Roberto Dias.

DAVATI E ASTRAZENECA

Hérman Cardenas, CEO da Davati, informou em nota ao Poder360 que Dominguetti Pereira não a representa no Brasil nem é seu empregado. “Nosso único representante no Brasil é Cristiano Alberto Carvalho”, afirmou o CEO. Eis a íntegra (73 KB) do comunicado.

Contudo, Dominguetti foi citado em e-mails entre a empresa e o Ministério da Saúde. Depois disso, a Davati publicou novo comunicado admitindo que Dominguetti intermediou o contato entre Alberto Carvalho e o governo, mas nega ter conhecimento das acusações de propina. Eis a íntegra (tamanho).

AstraZeneca disse ao Poder360 que vende sua vacina contra a covid-19 diretamente a governos e organismos multilaterais. Não entrega ao setor privado nem tem intermediários nessas operações. No Brasil, suas vendas estão baseadas em “acordos negociados com a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e o governo brasileiro”.

Poder360

Brasil cria 281 mil postos de trabalho em maio, diz Caged

 Estoque de vínculos somou 40,6 milhões, avanço de 0,7% ante o mês anterior

Rodoviária do Plano Piloto, na região central de Brasília, em 5 de março

O Brasil passou a ter 280,7 mil pessoas a mais com carteira assinada em maio. Foram 1.548.715 admissões contra 1.268.049 demissões no período. Esse foi o 5º mês seguido de resultado positivo na criação de empregos formais.

No acumulado do ano, foram criadas 1.233.372 vagas. Os dados constam do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). O indicador considera apenas os trabalhadores com carteira assinada, ou seja, não inclui os informais.

Os números foram divulgados nesta 5ª feira (1.jul.2021) pelo Ministério da Economia. Eis a íntegra do sumário (700 KB) e da apresentação (1 MB).

O ministro da Economia, Paulo Guedes, que a alta foi puxada pelos setores mais fragilizados na pandemia, como os serviços. Na avaliação dele, a recuperação está em “ritmo rápido” e “abrangente”.

SETORES

O resultado de maio foi puxado pelo setor de serviços, que abriu 111 mil postos. Eis o resultado por segmento:

  • serviços: 110.956;
  • comércio: 60.480;
  • indústria geral: 44.146;
  • agropecuária: 42.526;
  • construção civil: 22.611.

REGIÕES

Houve saldo positivo de contratações em 24 unidades da Federação. O melhor resultado foi em São Paulo, com 128 mil novas vagas.

Eis os números nas 5 regiões do Brasil, todas com resultado positivo:

  • Sudeste: 161.767;
  • Nordeste: 37.266;
  • Sul: 36.929;
  • Centro-Oeste: 26.926;
  • Norte:17.800.

SALÁRIO E ESTOQUE

O valor médio da remuneração do emprego formal chegou a R$ 1.797,10 . Houve queda de 4,07% frente a abril.

O estoque de trabalhadores com carteira é de 40,6 milhões, avanço de 0,7% ante abril.

METODOLOGIA

Analistas não recomendam a comparação dos dados atuais do Caged com o de anos anteriores, porque o Ministério da Economia alterou a metodologia do Caged em 2020.

A partir de 2020, a prestação de informações pelo empregador no Caged foi substituída pelo eSocial, sistema de escrituração que unificou diversas obrigações dos empregadores. Por isso, o “Novo Caged” considera uma base de informações mais ampla que a usada anteriormente para medir a geração de empregos formais no país.

Poder360

Psol protocola pedido de cassação do mandato de Ricardo Barros

 Bancada do partido na Câmara apresentou pedido ao Conselho de Ética da Casa. Barros é acusado de quebra de decoro parlamentar

Ricardo Barros, líder do Governo na Câmara dos Deputados, diz que citações ao seu nome na CPI "não têm embasamento"

A bancada do Psol na Câmara protocolou nesta 5ª feira (1º.jul.2021) no Conselho de Ética da Casa pedido de cassação do mandato do líder do Governo, Ricardo Barros (PP-PR), por envolvimento em um suposto esquema irregular de compra da vacina indiana Covaxin. Leia a íntegra do documento (567 KB).

O pedido cita o depoimento de Luis Miranda (DEM-DF) à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid no Senado. Na ocasião, o deputado disse que o presidente Jair Bolsonaro teria falado o nome de Barros como o congressista que “queria fazer rolo no Ministério da Saúde“.

A fala teria ocorrido quando Miranda e o seu irmão, Luis Ricardo Fernandes Miranda, se encontraram com o presidente e relataram a ele as suspeitas de corrupção na pasta, além de “pressão atípica” para acelerar a importação do imunizante.

O documento também diz que o Ministério Público Federal viu indício de crime no acordo de compra da Covaxin e determinou a abertura de investigação e lembra que Barros foi o autor da emenda a uma medida provisória que abriu caminho para a aprovação da importação da vacina ao incluir no rol de órgãos habilitados a dar essa autorização a agência de saúde indiana.

O que se observa aqui são interesses públicos sendo sobrepujados pelos pessoais e negociações bilionárias suspeitas privilegiando a Covaxin em detrimento de outras vacinas, tudo em meio a mais de 500 mil vidas brasileiras ceifadas. De todo o exposto verifica-se que o representado participou diretamente ou por interpostas pessoas, do começo, do meio e do fim de um processo bilionário eivado de suspeitas e ilegalidades“, diz o documento.

O pedido elenca além da quebra de decoro parlamentar, os crimes de advocacia administrativa, prevaricação e corrupção pois Barros estaria, segundo o Psol, estaria usando seu cargo para defender seus próprios interesses.

Poder360

Dominguetti diz à CPI que Luis Miranda procurou Davati para negociar vacinas

 PM reproduziu áudio em que supostamente o congressista promoveria intermediação de compra de imunizantes

O cabo da PM e representante de vendas autônomo Luiz Paulo Dominguetti Pereira reproduziu na CPI mensagem de áudio supostamente gravada por Luis Miranda

O cabo da PM de Minas Gerais Luiz Paulo Dominguetti Pereira afirmou à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid no Senado que o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) procurou o representante legal da Davati Medical Supply no Brasil, Cristiano Alberto Hossri Carvalho, para negociar com a empresa a compra de vacinas contra a covid-19.

Em seguida, Dominguetti reproduziu uma mensagem de áudio supostamente enviada pelo congressista a Carvalho. Nela, um homem diz ao interlocutor -que seria o representante da Davati- que teria um comprador de confiança, sem identificar para que tipo de produto.

“Se o seu produto estiver no chão, grava um vídeo, diz meu nome, para o meu comprador entender que é fato e encaminhar toda a documentação necessária, as amarras, as travas do contratos todos, bola para frente”, diz o homem identificado pelo depoente como Luis Miranda.

Em seguida, Dominguetti disse ter ouvido de Carvalho, representante da Davati, que o congressista tentava intermediar a aquisição de vacinas. O PM de Minas Gerais teria recebido a gravação logo depois do depoimento de Miranda e seu irmão, o servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda, à CPI da Covid na última 6ª feira (25.jun).

Poder360 enviou mensagens ao deputado Luis Miranda perguntando se ele havia procurado a Davati e gravado o áudio, mas não obteve retorno até o momento.


Poder360

Governo Alberone Neri quita a folha de junho dos servidores do Encanto

 


A prefeitura de Encanto informa, através da Secretaria Municipal de Finanças, que realizou nesta quarta-feira (30), o pagamento de todos os servidores municipais, efetivos e comissionados, mantendo assim, a dinâmica implantada pela Gestão Alberone Neri, de pagar rigorosamente em dia os servidores do município.

O prefeito Alberone Neri destaca que logo no primeiro mês de sua administração, em janeiro último, corrigiu todas as distorções existentes com relação ao pagamento do servidor, abolindo os salários em atraso e o pagamento que no governo anterior, era realizado por cara. 

"Estamos engatando a macha do desenvolvimento, a certeza do salário em dia e um instrumento importante para a dedicação cada vez maior do servidor", cita o prefeito Alberone.


Política na Pauta

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