sexta-feira, 1 de novembro de 2024

RN é ‘farol’ para cajucultura brasileira, avalia Embrapa

 Estado tem produtividade acima da média do NE e se fortalece como referência

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Foto: Reprodução.

O uso de tecnologia e de inovação está ajudando a elevar o Rio Grande do Norte à condição de referência na cajucultura nacional. Em plena curva de expansão no quesito produtividade, o estado desponta como exemplo bem-sucedido da aplicação do conceito de produção tecnificada. Os bons resultados já atraem cajucultores de diversas regiões produtoras no Brasil, que buscam replicar iniciativas potiguares exitosas e elevar o nível da cajucultura em seus territórios.

Essa condição de referência ficou evidente no Seminário da Cajucultura, que integra a segunda edição do Caju Conecta, realizado pela Embrapa Agroindústria Tropical, com o apoio do Sebrae no Rio Grande do Norte, nesta quarta-feira (30), no auditório da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), em Mossoró.

Segundo o chefe-geral da Embrapa Agroindústria Tropical, Gustavo Saavedra, a participação no evento de especialistas e produtores dos estados da Paraíba, Piauí, Ceará, Bahia e Roraima demonstra a relevância que a cajucultura potiguar alcançou nos últimos anos. Conforme o pesquisador, o setor no RN é um “farol” para o desenvolvimento do segmento no país.

O Rio Grande do Norte vem se tornando esse farol, mostrando que a cajucultura tem grande potencial. A constatação está em outras regiões potiguares, como Porto do Mangue, Serra do Mel e São Miguel do Gostoso, e em outros estados, começando a copiar as experiências exitosas registradas em alguns municípios. E é justamente essa cajucultura mais pujante que queremos. Esse é o propósito: mostrando que, se estruturar a cadeia produtiva com tecnologia, ela dá lucro”, assevera Saavedra.

Os bons resultados citados pelo chefe-geral da Embrapa Agroindústria Tropical são frutos de iniciativas que envolvem incorporação de tecnologia, especialmente a clonal, que substitui cajueiros gigantes por clones anões precoces, mais resistentes e produtivos. Mas vai além, com implantação de técnicas adequadas de manejo, poda, controle fitossanitário e nutrição dos pomares.

“Esses resultados envolvem todo um pacote tecnológico, que é agregado ao sistema produtivo do clone, pois não basta substituir o plantel de árvores antigas e gigantes pelo clone de cajueiro anão precoce. É necessário assistência técnica qualificada, e o entendimento de que o fortalecimento da cadeia produtiva é possível, a partir do uso de elementos tecnológicos que a Embrapa e parceiros oferecem”, orienta.

Referência

E é justamente o uso desse pacote tecnológico que tem elevado o Rio Grande do Norte a um patamar de destaque no quesito produtividade dentro do setor da cajucultura. Em 2023, o estado alcançou produtividade acima da média no Nordeste. Enquanto, na região, a produtividade média chegou a 290 quilos de amêndoa por hectare, o RN registrou média de 550 quilos por hectare.

De acordo com Franco Marinho, gestor de Fruticultura do Sebrae RN, a tendência é de que os índices registrados no estado sigam ascendentes. Para isso, além de chuvas mais regulares registradas nesse ano e suporte tecnológico da Embrapa, ele enfatiza a atuação decisiva de iniciativas do Sebrae estadual, seja na revitalização de pomares ou orientação técnica, contribuirão sobremaneira para o bom desempenho da cajucultura estadual.

“Em todo o estado, são mais de 650 produtores atendidos pelo Sebrae, num trabalho que segue durante todo o ano e, certamente, contribuirá fortemente para que a cajucultura potiguar siga crescendo e se tornando referência. Associado a isso, o apoio a eventos como o Caju Conecta, que aproxima o produtor do conhecimento e boas iniciativas, fortalece o setor e mostra que a cajucultura pode, sim, ser viável e sustentável”, pontua.

O Rio Grande do Norte ocupa o terceiro lugar no ranking nacional, ficando atrás apenas dos estados do Ceará (1º) e Piauí (2º). Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Rio Grande do Norte produziu, em 2023, pouco mais de 32 mil toneladas de castanha de caju. O volume representa um quarto da produção nacional, que foi de 127 mil toneladas no ano.

O Caju Conecta segue até hoje (31). Além do Seminário da Cajucultura, o evento também contou com visitas técnicas aos municípios potiguares de Apodi e Severiano Melo (dia 29), detentores de farta produção de caju, e seguirá nesta quinta-feira para Serra do Mel (dia 31), em visita à Cooperativa de Beneficiamento Artesanal de Castanha de Caju do Rio Grande do Norte (Coopercaju).

FONTE: POLÍTICA EM FOCO

Gasolina e diesel devem ficar mais caros em 2025; saiba quando e por quê

 Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) divulgou novos valores do ICMS

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Foto: Flávio Tavares / O Tempo.

O preço da gasolina e do diesel nos postos deve ficar mais caro a partir de fevereiro de 2025. O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) publicou, nessa quinta-feira (31/10), a atualização anual das alíquotas de ICMS dos combustíveis. O reajuste pode ter um impacto de quase R$ 0,10 no valor do litro da gasolina e de praticamente R$ 0,06 no do diesel, calcula a consultoria Raion.

Com a decisão do Confaz, será cobrado R$ 1,47 de ICMS por litro de gasolina e R$ 1,12 por litro do diesel em todo o Brasil a partir de 1º de fevereiro do próximo ano — antes, os valores eram R$ 1,37 e R$ 1,06, respectivamente. Atualmente, o preço médio da gasolina no Estado é R$ 6,12, e o do diesel, R$ 5,80, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O reajuste é parte da política adotada pelo Confaz em 2022. A lei alterou o cálculo do ICMS sobre os combustíveis. Antes, ele variava entre cada Estado. Com a mudança, passou a ser igual para todos. Além disso, agora é calculado em reais por litro, e não mais percentualmente.

Este é o terceiro reajuste realizado desde a instituição da nova lei. Confira o histórico de variações do imposto:

Gasolina

  • 2023: R$ 1,22/litro
  • 2024: R$ 1,3721/litro
  • 2025: R$ 1,47/litro

Diesel

  • 2023: R$ 0,9456/litro
  • 2024: R$ 1,0635/litro
  • 2025: R$ 1,12/litro

O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Minas Gerais (Minaspetro) chama atenção ao valor acumulado do imposto. “O acúmulo de reajustes do Confaz em um ano e meio está trazendo um aumento excessivo na carga tributária, trazendo à gasolina um aumento de R$ 0,25 nesse período, 20% de aumento dessa alíquota, e R$ 0,18 no diesel, um aumento de 19%. Acreditamos que o Confaz possa ser mais sensível ao contexto econômico vivido pelo país. De nada adiantará uma alíquota fixa que seja alta, e voltaremos ao patamar da carga tributária antes de 2022”, diz o vice-presidente da entidade, Ricardo Pires. Ele também afirma que o sindicato está vigilante sobre eventuais repasses antecipados dos aumentos pelas distribuidoras de combustíveis. 

A atual política foi desenhada em um momento de explosão do preço dos combustíveis, em 2021 e 2022, às vésperas de um período eleitoral. A justificativa para a mudança era a redução dos preços e o combate à guerra fiscal entre os Estados. Antes da medida, a alíquota do ICMS variava entre 25% e 34% entre cada um — a de Minas Gerais, de 31%, era uma das mais altas.

O economista Eric Gil Dantas, do Instituto Brasileiro de Estudos Políticos e Sociais (Ibeps), lembra que os Estados tiveram uma queda brusca de arrecadação inicialmente. Em 2023, foi aprovada uma lei de repasse de uma compensação do governo federal aos estaduais a fim de minimizar as perdas. Ao mesmo tempo, os reajustes promovidos pelo Confaz, gerenciado pelas secretarias estaduais de Fazenda, aumentam a arrecadação.

“A mudança conseguiu cumprir o objetivo, que era diminuir o preço dos combustíveis, mas depois houve uma reação para normalizar a arrecadação e estamos vendo uma nova fase. O Confaz a utiliza para aumentar a arrecadação dos Estados”, pontua o economista.

Há ganhos para o consumidor, de toda forma, prossegue ele: "antes de toda essa mudança, o ICMS médio dos Estados era de 27%. Então, mesmo com todos esses reajustes, do Confaz e esses aumentos de ICMS, temos ainda um valor menor do que antes, e o imposto ainda é inferior ao que a gente tinha em 2022". 

Procurada pela reportagem, a Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais (Sefaz-MG), que faz parte do Confaz, afirmou que as decisões do conselho são colegiadas, ou seja, representam as deliberações das 27 unidades da federação. "Vale esclarecer que os reajustes nas alíquotas entrarão em vigor em fevereiro de 2025. Visto que o último reajuste ocorreu em fevereiro de 2024, os valores terão ficados congelados por um ano", continuou, em nota. Ela também destacou que os valores de arrecadação perdidos foram compensados na dívida com a União.

Gás de cozinha mais barato

Por outro lado, o Confaz reduziu o ICMS do gás de cozinha de R$ 1,41 para R$ 1,39. Em Minas, o preço médio de revenda atual é R$ 103,79, de acordo com a ANP. 

O Tempo.

RN possui 26 cidades com nível de desenvolvimento sustentável muito baixo, aponta índice

 Baraúna ocupa a última posição no estado, com apenas 36,87% de índice

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Foto: Anderson Riedel/PR .

A terceira atualização do Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades (IDSC-BR), divulgada nesta sexta-feira (1º) em Brasília, revelou um cenário preocupante para o Rio Grande do Norte. Segundo o levantamento, 26 municípios potiguares foram classificados com um nível de desenvolvimento sustentável considerado muito baixo, ou seja, com grande dificuldade para atender aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Entre as cidades potiguares com o menor índice está Baraúna, que ocupa a posição de número 5.216 na lista nacional e registra apenas 36,87% de desenvolvimento sustentável. Este índice coloca Baraúna como a cidade com a menor pontuação no estado, destacando-se negativamente entre os 5.570 municípios brasileiros avaliados pelo IDSC-BR.

As cidades do Rio Grande do Norte que apresentaram os menores índices de desenvolvimento sustentável são: Lagoa de Pedras, Lagoa Salgada, Marcelino Vieira, Alexandria, Luís Gomes, Serra do Mel, Várzea, Taipu, Januário Cicco, Patu, Rio do Fogo, Paraú, Angicos, Poço Branco, São Miguel, Santana do Matos, Ipanguaçu, Governador Dix-Sept Rosado, São Pedro, Encanto, Barcelona, Caiçara do Norte, Apodi, Grossos, Porto do Mangue, Upanema e Baraúna.

Os indicadores utilizados na pesquisa analisam mais de 100 variáveis nacionais e medem o avanço dos municípios em áreas essenciais, como a erradicação da pobreza e a proteção ambiental. No cenário nacional, o levantamento mostrou que 2.885 cidades brasileiras, ou 51,3% do total, registraram um nível de desenvolvimento sustentável baixo, enquanto 934, o equivalente a 16,8%, foram classificadas com índices muito baixos, categoria em que se enquadram as 26 cidades do Rio Grande do Norte.

De acordo com o relatório, nenhuma cidade brasileira atingiu o nível muito alto de desenvolvimento sustentável. Por outro lado, apenas 91 municípios – ou 1,6% do total – chegaram a um nível alto de sustentabilidade, indicando que os desafios para o alcance dos ODS ainda são grandes em todo o país.

A atualização do IDSC-BR destaca a necessidade de investimentos e políticas públicas urgentes, especialmente nas cidades com índices muito baixos, para que possam progredir em direção a um desenvolvimento sustentável mais robusto.

Com informações da Agência Brasil. 

Moderados, Kassab, Baleia e Tarcísio são os grandes vencedores das eleições municipais e podem dar as cartas em 2026

 Na comemoração de domingo, Kassab e Baleia Rossi celebraram a reeleição de Nunes com a presença de Tarcísio, peça-chave no apoio ao prefeito.

A noite de domingo, 27, coroou uma vitória significativa para os partidos de centro, liderados por figuras como Gilberto Kassab (PSD), Baleia Rossi (MDB) e o governador de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas. Unidos pela estratégia de uma política moderada, o grupo assegurou uma expansão expressiva nas prefeituras, mostrando força em redutos como São Paulo, onde garantiram a reeleição de Ricardo Nunes (MDB). Kassab, Baleia e Tarcísio agora se posicionam como protagonistas para 2026, desafiando a tradicional polarização entre Lula e Bolsonaro.

Na comemoração de domingo, Kassab e Baleia Rossi celebraram a reeleição de Nunes com a presença de Tarcísio, peça-chave no apoio ao prefeito. Bolsonaro, por outro lado, sugeriu um apoio oscilante, chegando a sugerir outra candidatura no meio do pleito. A vitória da aliança entre PSD e MDB também se estendeu pelo Brasil: juntos, os partidos conquistaram mais de 1.700 prefeituras e um orçamento de quase R$ 500 bilhões para administrar nos próximos anos.

O crescimento do PSD e MDB nas urnas reflete, em grande parte, a popularidade de lideranças locais que representam o centro político. Prefeitos como Eduardo Paes (PSD), no Rio de Janeiro, e Fuad Noman (PSD), em Belo Horizonte, foram reeleitos com folga, reforçando a força do partido nas capitais. Pelo MDB, Nunes assegurou São Paulo, enquanto Sebastião Melo manteve a liderança em Porto Alegre. Esse desempenho fortaleceu os partidos moderados, cuja base de apoio se estendeu tanto a áreas urbanas quanto rurais.

Com o controle de um orçamento conjunto de R$ 489 bilhões — R$ 254 bilhões do MDB e R$ 234 bilhões do PSD —, Kassab e Baleia consolidaram uma base política robusta, que já desponta como alternativa forte para 2026. Ambos saem desse pleito com cacife para moldar uma nova frente política em âmbito nacional, pautada pelo pragmatismo e pela busca de alianças que evitem os extremos.

O êxito de Tarcísio e Kassab em São Paulo também aponta para o aumento de influência da centro-direita moderada, capaz de dialogar com uma ampla gama de eleitores. A atuação eficaz de Tarcísio, mesmo após o aviso de Bolsonaro para evitar o apoio direto a Nunes, fortaleceu sua imagem de liderança independente e bem-sucedida. Observadores apontam que o modelo de centro ampliado poderá ser um diferencial competitivo na corrida presidencial, uma vez que Kassab e Baleia se firmaram como alternativas viáveis à polarização tradicional.

Com o aumento expressivo de prefeituras e uma base política que cresce nas principais cidades, Kassab, Baleia e Tarcísio se destacam como grandes vitoriosos de 2024, agora com as cartas na mesa para definir os rumos das próximas eleições.


AGORA RN

Rede de corrupção em tribunais expõe venda de sentenças e propinas milionárias

 Com cerca de 3,5 mil arquivos encontrados no celular de um dos principais operadores do esquema, o caso expande seu alcance para o núcleo da Justiça brasileira


A corrupção parece estar profundamente enraizada em setores do Judiciário brasileiro. Uma recente operação da Polícia Federal, que resultou no afastamento de cinco desembargadores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ-MS), trouxe à tona uma rede de venda de sentenças, conectando agentes judiciais de diferentes estados e chegando até o Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Na terça-feira (29), após investigações realizadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal, o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a transferência das investigações para seu gabinete. Com cerca de 3,5 mil arquivos encontrados no celular de um dos principais operadores do esquema, o advogado Roberto Zampieri, o caso expande seu alcance para o núcleo da Justiça brasileira.

O advogado Zampieri, peça-chave nas investigações, foi assassinado em dezembro de 2023, em Cuiabá, quando chegava ao trabalho. A apuração inicial do homicídio levou a polícia a descobrir, quase por acaso, uma extensa rede de corrupção, envolvendo desde escritórios de advocacia com acesso privilegiado ao Judiciário até serviços de lobby, servidores de alto escalão, magistrados e propinas milionárias. Zampieri, também suspeito de atuar como lobista e corruptor, seria o elo entre diversos atores envolvidos.

Os cinco desembargadores afastados do TJ-MS incluem o presidente do tribunal, Sérgio Fernandes Martins, além de Vladimir Abreu da Silva, Marco José de Brito Rodrigues, Sideni Pimentel e Alexandre Aguiar Bastos. O ministro do STJ Francisco Falcão determinou que os magistrados afastados fossem monitorados por tornozeleiras eletrônicas e proibidos de acessar os prédios dos tribunais. Em uma das residências investigadas, a Polícia Federal apreendeu R$ 3 milhões em dinheiro.

A operação policial não se limita a Mato Grosso do Sul. Suspeitas de práticas semelhantes já levaram ao afastamento de desembargadores em outros estados. Segundo dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o STJ afastou, apenas em 2023, dez desembargadores em seis estados: seis em Mato Grosso do Sul, dois no Mato Grosso, um em São Paulo e outro em Goiânia. Na Bahia, a Operação Faroeste, deflagrada em 2019, resultou no afastamento de oito desembargadores e três juízes de primeira instância, todos suspeitos de envolvimento em venda de sentenças, especialmente em casos de conflitos fundiários.

Em Brasília, o caso ganhou destaque após o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão do Ministério da Fazenda, identificar movimentações financeiras atípicas nas contas bancárias do ministro Paulo Moura Ribeiro, do STJ. Ao assumir o inquérito, Zanin delegou à Polícia Federal a continuidade das apurações. Em sua defesa, o ministro negou qualquer ato ilícito, afirmando que os valores recebidos seriam oriundos de aulas, palestras e reformas de um imóvel familiar.

A repercussão do caso acendeu o alerta entre parlamentares, especialmente os que defendem maior fiscalização do Judiciário. O senador Alessandro Vieira (MDB-SE), defensor da criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Toga, apontou que as suspeitas de corrupção entre os Tribunais de Justiça reforçam a necessidade de uma investigação ampla do sistema judiciário, particularmente nos tribunais superiores. Vieira afirmou que as suspeitas de corrupção integram uma “corrupção generalizada” nos três poderes e enfatizou a necessidade de novos mecanismos de combate, direcionados principalmente à lavagem de dinheiro, o que, segundo ele, seria um elemento comum entre os crimes investigados.

Na Câmara, o deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL) trabalha para angariar apoio para a instalação da CPI da Venda de Sentenças, ponderando sobre o interesse político necessário para essa iniciativa e a disposição do Judiciário em investigar a si mesmo.

O caso evidencia que, embora o Judiciário seja um dos poderes mais corporativos da República, as suspeitas de corrupção estão cada vez mais sendo enfrentadas. Nos últimos anos, as operações de combate a desvios nos tribunais estaduais têm gerado uma crise de credibilidade para o setor, que se vê pressionado a adotar medidas de autocontrole e transparência. No entanto, conforme apontam os críticos, resta saber se o Judiciário estaria disposto a “cortar na própria carne” para evitar que as raízes da corrupção continuem a contaminar suas instituições.


AGORA RN

Bandeira amarela passa a valer hoje e conta de luz ficará mais barata

 Redução na cobrança extra ocorre após aumento do volume de chuvas

Com o aumento no volume de chuvas, a bandeira tarifária amarela começa a valer nesta sexta-feira 1º, ou seja, a conta de luz ficará mais barata. A cobrança extra passará a ser de R$ 1,885 na conta de luz para cada 100 quilowatts-hora (kWh) de energia elétrica consumidos.

Em outubro, a bandeira estava no nível vermelho patamar 2, a mais cara de todas, com a cobrança de R$ 7,877 por 100 kWh. Desde agosto de 2021 que a tarifa mais alta não era acionada.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), um dos fatores que determinaram a redução da bandeira tarifária para amarela foi a melhoria nas condições de geração de energia no país. A agência reguladora, no entanto, informou que a previsão de chuvas e de vazões nas regiões das hidrelétricas continua abaixo da média, o que justifica o acionamento da bandeira tarifária para cobrir os custos da geração termelétrica para atender às necessidades dos consumidores.

Uma sequência de bandeiras verdes, sem a cobrança de tarifas extras, foi iniciada em abril de 2022. A série foi interrompida em julho deste ano, com a bandeira amarela, seguida da bandeira verde em agosto, e da vermelha patamar 1, em setembro. Com as ondas de calor e as fortes secas no início do segundo semestre, a Aneel acionou a bandeira vermelha patamar 2 em outubro.

Bandeiras tarifárias

Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos de R$ 1,885 (bandeira amarela), R$ 4,463 (bandeira vermelha patamar 1) e R$ 7,877 (bandeira vermelha patamar 2) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. De setembro de 2021 a 15 de abril de 2022, vigorou uma bandeira de escassez hídrica de R$ 14,20 extras a cada 100 kWh.

O SIN é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte.

Praticamente todo o país é coberto pelo SIN, à exceção de algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima. Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel.

Segundo a Aneel, as bandeiras permitem ao consumidor um papel mais ativo na definição de sua conta de energia. “Mesmo que as condições de geração sejam favoráveis, é necessário continuar com bons hábitos de consumo que evitam desperdícios e contribuem para a sustentabilidade do setor elétrico. Com o acionamento da bandeira amarela, a vigilância quanto ao uso responsável da energia elétrica é fundamental. A orientação é para utilizar a energia de forma consciente”, recomenda a agência reguladora.

AGORA RN

Dorival convoca última Seleção Brasileira de 2024; veja convocados

 Brasil enfrentará Venezuela e Uruguai na Data Fifa de novembro

O técnico Dorival Júnior convocou nesta sexta-feira (1º) a Seleção Brasileira para os dois próximos jogos pelas Eliminatórias, contra Venezuela e Uruguai.

Brasil enfrenta a Venezuela no dia 14, às 18h (de Brasília), no Estádio Monumental de Maturín. Já a partida diante do Uruguai será disputada no dia 19, às 21h45, na Arena Fonte Nova, em Salvador.

A equipe de Dorival Júnior ocupa a quarta colocação das Eliminatórias, com 16 pontos, seis a menos que a líder Argentina.

Veja a lista de convocados para a Seleção Brasileira

  • Goleiros: Bento (Al-Nassr), Ederson (Manchester City) e Weverton (Palmeiras)
  • Defensores: Danilo (Juventus), Vanderson (Monaco), Abner (Lyon), Guilherme Arana (Atlético-MG), Éder Militão (Real Madrid), Gabriel Magalhães (Arsenal), Marquinhos (PSG) e Murillo (Nottingham Forest)
  • Meio-campistas: André (Wolverhampton), Andreas Pereira (Fulham), Bruno Guimarães (Newcastle), Gerson (Flamengo) e Lucas Paquetá (West Ham),
  • Atacantes: Raphinha (Barcelona), Estevão (Palmeiras), Igor Jesus (Botafogo), Luiz Henrique (Botafogo), Rodrygo (Real Madrid), Savinho (Manchester City) e Vinicius Júnior (Real Madrid)

AGORA RN

Dólar fecha a R$ 5,86, no segundo maior valor nominal da história

 Alta da moeda americana chega a 20% em 2024


dólar voltou a fechar em alta nesta sexta-feira (1°), desta vez no segundo maior valor nominal da história (descontada a inflação): R$ 5,8698. No dia 13 de maio de 2020, a moeda americana chegou aos R$ 5,9007, seu recorde.

Em meio às turbulências econômicas no Brasil e no mundo, o dólar acumula alta de 20% em 2024. O Ibovespa, principal índice da bolsa de valores, fechou em queda.

Nesta semana, investidores esperavam definição do governo federal sobre o corte de gastos previsto para este fim de ano, o que não aconteceu. A equipe econômica busca cumprir a meta de déficit zero para as contas públicas em 2024.


AGORA RN

Escolha do candidato em 2026 será guiada por pesquisas, diz Agripino

 Ex-senador disse que é preciso dialogar com vertentes do centro acerca das alternativas para o pleito de daqui a dois anos


Ex-senador e presidente estadual do União Brasil, José Agripino disse em entrevista nesta terça-feira 29 que o partido deverá escolher um candidato ao Governo do Estado em 2026 baseado em pesquisas. A declaração foi dada durante o Jornal da Cidade, da rádio 94 FM.

“Quem é, na minha opinião, que deve ser o candidato a governador? Aquele que nas pesquisas demonstrar ser a melhor alternativa perante o eleitorado. O que for o preferido. Não tem porque desconfiar de pesquisa. Basta que você faça uma sequência e você consegue chegar. E aí, é respeitar a vontade antecipada do povo, antecipada de pesquisa”, disse ele.

agripino e allyson

Presidente do União Brasil no RN, José Agripino, discursa ao lado do prefeito reeleito de Mossoró, Allyson Bezerra. Foto: Repeodução

O ex-senador disse ainda que é preciso dialogar com vertentes do centro acerca das alternativas para o pleito. “E tentar convencer os partidos de que se querem ganhar, se o centro quer ganhar, as alternativas são essa, essa e essa. É a tentativa que eu vou fazer com a isenção de quem não quer nada, se não escolher alguém com bom perfil para ganhar a eleição e para governar bem. Porque candidato eu não sou, interesse pessoal eu não tenho. Eu tenho interesse, sim, na vitória que leve o Estado de novo a se movimentar”, pontuou.

José Agripino ressaltou o destaque do União Brasil no cenário político local, que resultou na eleição de dois deputados federais e obteve destaque nas eleições municipais deste ano. “Carla Dickson, que agora vai ser deputada federal, não foi diplomada por dois mil e poucos votos. E agora, essa quantidade importante de candidatos a prefeito eleitos. Isso é produto de experiência e articulação”.

Ele apontou que Paulinho Freire venceu a disputa em Natal por causa da junção de vários partidos. “Foi a visão que nós tivemos de que a hora era do centro. Não era de extrema direita, nem de extrema esquerda. É tanto que o conjunto de partidos que nós conseguimos reunir, e o mérito é de Paulinho. Paulinho foi o costurador disso tudo, dessas alianças. É que fez com que o candidato do União Brasil tivesse o maior tempo de rádio e televisão. E tivesse apoio de Styvenson Valentim, de Rogério Marinho, de Álvaro Dias com o Republicanos, que foi um apoio importantíssimo. Nós montamos uma constelação de partidos importante”.

E continuou: “Se você juntar com muita gente, você tem chance de ganhar a eleição. Se você for para a luta sozinho, isolado, a sua capacidade de ganhar diminui muito. Por melhor candidato que você seja, carece estrutura, apoios e capacidade de se comunicar”.

José Agripino citou nomes possíveis para concorrer ao Governo do RN, a depender dos resultados das pesquisas eleitorais. “Styvenson Valentim é um nome bom, Rogério Marinho é um nome bom, Allysson Bezerra é um nome bom, é excelente, Álvaro Dias é um bom, é excelente, é claro”.

União Brasil deve dialogar com Ezequiel Ferreira e João Maia

Ainda acerca das articulações para 2026, José Agripino informou que o União Brasil deverá dialogar com o deputado estadual Ezequiel Ferreira, presidente estadual do PSDB, e o deputado federal João Maia, presidente estadual do PP.

“Eles serão bem-vindos? Serão. O que aconteceu na campanha de 2024 vai ser relembrado? Vai. É preciso modificar o comportamento para que eles sejam, porque eles vão querer ter protagonismo. Porque João Maia deverá ser candidato a alguma coisa e Ezequiel também.

Para ser candidato eles têm que botar a cara do partido e botar a cara deles próprios. Então eles serão chamados para a conversa? Claro que serão chamados. Qual vai ser a participação deles? Proporcional ao interesse deles se elegerem. Aquilo para o que foram candidatos. Do contrário, não interessa nem a nós, nem a eles. É uma questão de pragmatismo”, argumentou ele, ao comentar sobre o distanciamento de ambos os deputados no pleito municipal.

José Agripino reconheceu que o tempo de televisão do PSDB e do PP, usado por Paulinho Freire, foi importante. “Agora, teria sido melhor se eles tivessem botado a cara, tivessem feito como outros fizeram. Rogério Marinho teve algumas aparições na TV. Eu cheguei a me encontrar com ele em palanque. Álvaro Dias nem se fala, o Solidariedade também deu a sua participação”.


AGORA RN

Político e administrador consagrado, Allyson Bezerra é a grande novidade para 2026, diz Agripino

 Em entrevista à imprensa da capital, presidente do União Brasil no Rio Grande do Norte reitera lançamento do nome do prefeito de Mossoró a governador do Estado


O ex-senador e presidente estadual do União Brasil no Rio Grande do Norte, José Agripino Maia, declarou que Allyson Bezerra, prefeito reeleito de Mossoró, é uma “grande novidade” para o cenário político do estado. Segundo Agripino, Bezerra se destaca não apenas como administrador, mas também como figura política promissora, com um futuro brilhante pela frente. “É um administrador consagrado, um político consagrado, e uma pessoa com um futuro político, pela idade que tem, muito promissor pela frente,” afirmou o ex-senador em entrevista ao jornal Diário do RN, reforçando o potencial de Bezerra para as eleições de 2026.

A análise de Agripino sobre as recentes eleições foi em entrevista ao jornal Diário do RN foi otimista quanto ao desempenho do União Brasil. Ele apontou que o partido obteve um desempenho “muito bom” no Rio Grande do Norte, vencendo em 28 municípios e alcançando cerca de 34% do eleitorado sob o comando de prefeitos. O resultado incluiu vitórias significativas em Mossoró, com Allyson Bezerra, e em Natal, com Paulinho Freire, e nas eleições de Nilda e Kátia Pires em Parnamirim. Para Agripino, o União Brasil, além de ser um dos grandes vitoriosos de 2024, funcionará como um ponto de convergência para manter a unidade entre as legendas da centro-direita para as próximas disputas eleitorais, incluindo a eleição para governador em 2026.

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Prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, com seu mentor político, ex-senador José Agripino Maia - Foto: reprodução

Na entrevista, Agripino falou também sobre a importância de construir uma unidade em torno de um nome bem avaliado nas pesquisas para 2026, mas sem citar diretamente possíveis candidatos. Ele explicou que o partido deverá agir com “sensatez” para respeitar a vontade popular e que seu papel será apoiar o nome que mostrar maior força nas pesquisas, para fortalecer a aliança de centro-direita. “O meu papel vai ser fazer com que os preferidos em opinião pública sejam anunciados aos partidos, e os partidos considerem essa preferência como elemento importante na aglutinação e na composição da chapa,” afirmou o ex-senador.

Agripino também comentou sobre o papel da deputada federal Natália Bonavides, do PT, nas eleições deste ano, ressaltando que ela foi uma exceção no desempenho da legenda no estado e no país. Para o ex-senador, Natália foi “um ponto fora da curva” no PT, que teve um desempenho abaixo das expectativas, especialmente no Rio Grande do Norte. Ele afirmou que a deputada é uma “figura muito importante dentro do PT,” cujo papel deve ser considerado pelos líderes do partido, como a governadora Fátima Bezerra e Fernando Mineiro. Ele também criticou o desempenho do PT no estado, afirmando que o partido teve um desempenho fraco, elegendo apenas sete prefeitos.

Além de destacar Allyson Bezerra e a importância do União Brasil na construção de uma coalizão forte para 2026, Agripino comentou sobre outros personagens da política local, como o prefeito de Natal, Álvaro Dias. Ele afirmou que Dias teve uma participação “eficiente e solidária” na campanha de Paulinho Freire e que sua gestão em Natal foi validada pela eleição do novo prefeito. Sobre as prioridades da administração de Freire, Agripino destacou a geração de emprego como o foco mais urgente, especialmente considerando as potencialidades do turismo em Natal, e mencionou a importância de melhorias em áreas como transporte coletivo, saúde, educação e creches.

Agripino ainda mencionou Styvenson Valentim (Podemos), senador que colaborou espontaneamente com a campanha de Paulinho Freire em Natal, classificando-o como “muitíssimo bem-vindo” para futuros diálogos políticos. Questionado sobre um possível acordo com Styvenson para 2026, Agripino negou que haja qualquer compromisso firmado, mas expressou que ele é um parceiro de diálogo importante para o União Brasil.

Quanto ao cenário econômico e social do Rio Grande do Norte, Agripino foi direto: “Tudo está mal.” Para ele, é essencial reequilibrar as finanças estaduais, promovendo uma receita sustentável que permita investimentos nas principais áreas, como geração de emprego, educação e saúde. O ex-senador concluiu ressaltando que o estado precisa urgentemente de um “resgate completo,” pois, em sua visão, há um atraso em áreas cruciais para a população potiguar.

A análise de José Agripino sobre as eleições de 2024 e seu otimismo em relação ao potencial do União Brasil e de novos líderes políticos como Allyson Bezerra evidenciam uma visão positiva e estratégica para a atuação do partido nos próximos anos.

FONTE AGORA RN

"JUSTIÇA É LENTA, É CEGA, É BURRA, É INJUSTA, É TORTA, MAS CHEGA", DIZ JUÍZA AO LER SENTENÇA PARA ASSASSINOS DE MARIELLE

 "Talvez Justiça fosse que o hoje o dia jamais tivesse ocorrido, talvez Justiça fosse Anderson e Marielle vivos", acrescentou.

Ao ler a sentença da condenação de Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, a juíza Lúcia Glioche chamou a atenção para os anos de dor que os familiares de Marielle Franco e Anderson Gomes passaram e disse que a decisão dos jurados não acaba com o sofrimento.

"Talvez Justiça fosse que o hoje o dia jamais tivesse ocorrido, talvez Justiça fosse Anderson e Marielle vivos", disse.

A magistrada lembrou que durante muito tempo os condenados negaram participação no crime, apesar de provas já terem sido coletadas. Mas reafirmou que ainda assim a Justiça chegou.

"A Justiça por vezes é lenta, é cega, é burra, é injusta, é errada, é torta, mas ela chega. A Justiça chega mesmo para aqueles que como os acusados acham que jamais serão atingidos pela Justiça", acrescentou.

Exatos 6 anos, 7 meses e 17 dias após o crime, o 4º Tribunal do Júri do Rio condenou nesta quarta-feira (30) os assassinos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. O crime chocou o país e – até hoje – gera repercussão em todo o mundo.

O ex-policial militar Ronnie Lessa, o autor dos disparos naquela noite de 14 de março de 2018, recebeu a pena de 78 anos e 9 meses de prisão.

O também ex-PM Élcio Queiroz, que dirigiu o Cobalt usado no atentado, foi condenado a 59 anos e 8 meses de prisão.

Fonte: G1

Foto: Reprodução/Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

MEC TERÁ CONCURSO UNIFICADO PARA PROFESSORES DE ESCOLAS PÚBLICAS

 Estados e municípios terão a liberdade de escolher se querem aderir à realização de prova única

O Ministério da Educação (MEC) fará uma prova única para ajudar estados e municípios a selecionar professores para escolas públicas de todo o país. O concurso unificado ficará disponível para estados e municípios que quiserem aderir a avaliação. Atualmente cada ente federado é responsável pelas seleções.

Apelidado de Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) dos professores, a seleção fará parte de um pacote de ações para valorizar os professores brasileiros da educação básica. Entre as medidas está também um “Pé-de-Meia” para as licenciaturas, ou seja, bolsas para apoiar estudantes que ingressem na universidade para seguir a carreira docente.

As medidas deverão ser anunciadas pelo governo em novembro, como afirmou o ministro da Educação, Camilo Santana, à imprensa, durante as reuniões do G20, em Fortaleza.  

O secretário executivo do MEC, Leonardo Barchini, detalhou como deverá ser o Enem dos professores.

“A ideia é que o ministério forneça as ferramentas para uma boa avaliação e que estados e municípios utilizem essa ferramenta da melhor maneira possível. Especialmente em municípios pequenos há uma dificuldade muito grande em organizar uma prova e organizar concursos”, afirmou.

Segundo o secretário executivo, essa é uma demanda tanto de estados quanto de municípios. “A seleção de professores é um gargalo nesse país hoje, nós temos um movimento crescente de professores temporários em estados e municípios”, disse o secretário.

De acordo com Barchini, esses entes federados poderão escolher a melhor forma de usar a avaliação elaborada pelo MEC e poderão, inclusive, seguir com os próprios concursos.

“Há um incentivo muito grande que é a organização da prova, que não é algo simples. A gente vai economizar muitos recursos de estados e municípios que gastam bastante fazendo concurso. Então, diria que o maior incentivo que o estado e município poderia ter, além de uma boa seleção e a garantia de uma boa prova, realizada pelo Ministério, é essa questão de poder aderir gratuitamente e de poder economizar recursos para utilizar em outras fontes”, ressaltou, Barchini.

Perguntado a respeito do orçamento para o Enem dos professores, ele garantiu que estão assegurados. “É algo que já está equacionado. Nós já temos recursos suficientes no Ministério para conseguir conduzir”, disse. Já em ao relação ao Pé-de-Meia para as licenciaturas, Barchini disse que a quantidade de bolsas dependerá da disponibilidade orçamentária.

Fonte: Agência Brasil/O Tempo

Foto: Pexeis

ALEXANDRIA: "PIRULITO" MATA HOMEM E SE ENTREGA A POLÍCIA

 Autor após esfaquear vítima, foi se entregar a polícia

Na noite de ontem, um popular conhecido por Daniel Pereira Lima, conhecido por "Pirulito", esfaqueou um homem de nome Leandro Isidoro, na Avenida Patrício Neto, bairro do Cascalho, em Alexandria.

Após cometer o crime, o autor foi até a companhia de polícia militar, onde se entregou.

A vítima foi socorrida, mas veio à óbito. "Pirulito", após pratica o ato, foi ao quartel da polícia militar, sendo preso em flagrante.




 RN POLITICA EM DIA

QUEM É A VERDADEIRA LIDERANÇA POLÍTICA DE PARANÁ/RN ?

 Números mostram quem é verdadeiramente a liderança de Paraná/RN


Analisando os números das últimas eleições do município de Paraná, no Oeste potiguar, observamos que é inconteste a liderança absoluta da atual gestor Josiene Gomes.

Os números não mentem. E, evidentemente não há o que argumentar, quando se sabe que matemática é a única ciência exata que existe.

Vamos aos dados:

ELEIÇÃO 2012
Na eleição de 2008, a então candidata Oriana Rodrigues, venceu o pleito obtendo 1.699 votos, contra 1.360 sufrágios do então adversário José Valdemar Filho Duarte. Um diferença de 339 votos. Em termos percentuais, levando em consideração os números de votos dados aos dois candidatos, a diferença foi de 11,90%.
Oriana Rodrigues obteve 55,54% e José Valdemar alcançou 44,45%.

ELEIÇÕES 2016
Naquela época a prefeita, Oriana Rodrigues, em seu projeto de reeleição, com uma estrutura muito maior, chegou a 50,92%, caindo em relação a eleição de quatro anos atrás, 4,62 pontos percentuais. 
O médico Kleiton Jácome, por muito pouco não toma a reeleição da então gestora, atingindo 49,07%. Somente 58 votos de diferença, que equivaleu a 1,85 pontos percentuais.

ELEIÇÕES 2020
Surge no cenário paranaense, o nome da empresária Josiene Gomes. Com DNA de político, tendo em vista que seu pai governou o município, até ser covardemente assassinado.
E eis que, notoriamente,  surgia na antiga Lagoa da Serra, uma líder de verdade, que mostrou nas duas disputas eleitorais, que somente e tão somente com muito trabalho e atenção ao povo, é que se forma lideranças.
No seu primeiro teste nas urnas, Josiene Gomes mostra que veio para ser a maior liderança de fato. Venceu o embate eleitoral, pontuando 53,68% da votação destinada aos dois nomes que disputavam. E não era qualquer concorrente. O adversário foi o médico Kerginaldo Jácome, que tinha o rótulo de estrategista. veterano na arte de fazer política, mas que não se sustentou ao poderio do nome de Josiene Gomes. O opositor chegou a 46,31% dos votos.
A "novata", obteve uma diferença de 7,37%, mesmo sem nunca ter entrado na vida pública.

ELEIÇÕES 2024
A prova de fogo de Josiene, tinha dia marcado: 06 de outubro de 2024. Nesta data, ser reeleita era o objetivo. E essa tarefa foi mais do que cumprida, pelas ações que o governo municipal vem desempenhado deste 1º de janeiro de 2017. quando tomou posse.
Pela frente, uma candidata apoiada pelo deputado estadual Kerginaldo Jácome, Maria de Fátima Costa, visava tirar do poder o bloco liderado por Josiene Gomes.
E a história cravou uma marca indiscutível. A gestora obteve 92,14 pontos percentuais, contra 7,86% da opositora. A diferença atingiu patamares jamais vistos na história política de Paraná: 84,29% de diferença.


por RN POLITICA EM DIA 

PATU: POLÍCIA CIVIL REALIZA PALESTRA SOBRE SAÚDE MENTAL

 

Policiais civis integrantes das unidades vinculadas à 7ª Delegacia Regional de Polícia (DR) de Patu promoveram, nesta quarta-feira (30), uma palestra sobre cuidados com a saúde mental, realizada pela psicóloga Aretuza Nogueira. Além de psicóloga, Aretuza Nogueira é 'coach', educadora física, pedagoga, terapeuta comunitária, instrutora de yoga e especialista em saúde mental.



Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

Veja os citados na pesquisa Exatus para deputado federal no RN

  Faltando pouco mais de cinco meses para a eleição, seis em cada dez eleitores do Rio Grande do Norte ainda não decidiram em quem votar par...