Após
reunião com o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha
(PMDB-RJ), líderes partidários decidiram hoje (21) entrar com embargo no
Supremo Tribunal Federal (STF) para que se esclareçam pontos da decisão
da Corte sobre o rito de tramitação do processo de impeachment. Cunha
disse que, independentemente da publicação do acórdão do STF sobre o
processo no dia 1º de fevereiro de 2016, a Câmara vai entrar com embargo
para que sejam esclarecidas algumas dúvidas que surgiram com a decisão
do tribunal.
“Persistem algumas dúvidas sobre a continuidade do processo que precisam ser esclarecidas. A primeira dúvida: se a comissão [indicada pelos líderes para analisar o processo de impeachment] for rejeitada pelo plenário, como fica? Vai submeter de novo [a votação]? De que forma vai submeter? E a segunda, mesmo que a comissão seja aprovada, instala-se a comissão especial, a Mesa Diretora vai ser eleita com voto secreto ou aberto? Vai ter disputa, ou não? São essas as duas dúvidas preliminares que têm que ser satisfeitas”, disse o presidente da Câmara.
“Persistem algumas dúvidas sobre a continuidade do processo que precisam ser esclarecidas. A primeira dúvida: se a comissão [indicada pelos líderes para analisar o processo de impeachment] for rejeitada pelo plenário, como fica? Vai submeter de novo [a votação]? De que forma vai submeter? E a segunda, mesmo que a comissão seja aprovada, instala-se a comissão especial, a Mesa Diretora vai ser eleita com voto secreto ou aberto? Vai ter disputa, ou não? São essas as duas dúvidas preliminares que têm que ser satisfeitas”, disse o presidente da Câmara.
Fonte:Robson Pires










