O “elixir”, na verdade, trata-se de uma bactéria de 3,5 milhões de anos que Brouchkov injetou no próprio corpo.
O russo descobriu a bactéria Bacillus F,
que ficou congelada viva por milênios. Experimentos em ratos, moscas,
plantas e células sanguíneas mostraram resultados intrigantes quanto à
longevidade. A explicação ainda é desconhecida.
De acordo com o “Siberian Times”, Brouchkov quis dar um passo adiante e serviu de cobaia humana.
“Comecei a trabalhar mais, não tenho
gripe nos últimos dois anos. Talvez tenha efeitos colaterais. Ainda
temos que descobrir como essa bactéria previne o envelhecimento”,
afirmou o cientista.
O Globo
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