O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, concedeu
liminar (decisão provisória) nesta terça-feira (27) que dá ao doleiro
Alberto Youssef o direito de não se comprometer a dizer a verdade no
depoimento que desta tarde na CPI dos Fundos de Pensão. Youssef foi um
dos primeiros investigados na Operação Lava Jato, da Polícia Federal, a
fechar acordo de delação premiada.
A CPI investiga se houve manipulação política em investimentos com
recursos dos fundos de pensão federais: Petros (da Petrobras), Previ (do
Banco do Brasil), Funcef (da Caixa Econômica Federal) e Postalis (dos
Correios). As operações causaram prejuízos e levaram os fundos a um
déficit de mais de R$ 30 bilhões no ano passado.
Na decisão, Teori escreveu que Youssef é "obrigado a assinar o termo de
compromisso de dizer a verdade, sem sofrer com isso qualquer medida
privativa de liberdade".
O ministro também determinou que o doleiro tem o direito de não se
autoincriminar, o que, na prática, significa que Youssef pode ficar
calado na CPI.
Do G1, em Brasília
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