Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Mariana Jungmann – Repórter da Agência Brasil
O líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha
Lima (PB), anunciou hoje (1º) que o partido voltou atrás e decidiu
ingressar com um mandado de segurança coletivo no Supremo Tribunal
Federal contra a divisão da votação do impeachment da presidenta
afastada Dilma Rousseff ontem (31). O instrumento jurídico será assinado
também pelo DEM e pelo PPS e deve ser apresentado amanhã (2).
Ontem, os senadores dividiram a votação
do julgamento de Dilma em duas partes. Na primeira, condenaram a
presidenta por crime de responsabilidade à perda do mandato. Na segunda,
rejeitaram a sanção de perda da função pública por oito anos,
permitindo que Dilma volte a atuar no setor público, inclusive como
gestora, se for o caso.
Para os senadores tucanos, a segunda
decisão do Senado não poderia ter sido aprovada, uma vez que a sanção de
perda da função pública faz parte da condenação no impeachment.
No entanto, ontem, segundo Cunha Lima, o PSDB e o DEM tinham entendido
que a vitória maior tinha sido conquistada com o afastamento definitivo
de Dilma e tinham decidido não questionar a segunda votação no STF.
http://macaibanoar.com.br/
Nenhum comentário:
Postar um comentário