sexta-feira, 29 de maio de 2015

Guerrero agradece à Fiel pelo apoio e diz que gostaria de disputar o Dérbi No Peru, atacante explica os motivos que o levaram a deixar o Timão e desconversa sobre o futuro. Sobre proposta do Flamengo, ele é econômico: "Não sei"

embarque Corinthians Guerrero (Foto: Diego Ribeiro)
O atacante Paolo Guerrero, que deixou o Corinthians na última quarta-feira, chegou a Lima, no Peru, nesta quinta pela manhã e falou sobre sua saída do Timão.  O jogador procurou não entrar em polêmica e agradeceu à torcida corintiana pelo apoio e aos agora ex-companheiros pela acolhida.
– Estou muito agradecido a todos os torcedores por todo o apoio e carinho que me deram. Agradeço muito também aos meus companheiros, funcionários do clube, direção, técnico. Infelizmente, não conseguimos chegar a um acordo. Sigo a minha carreira. 
Guerrero disse que esperava enfrentar o Palmeiras, no próximo domingo, pelo Brasileirão, mas como não houve acerto, ele acabou deixando o clube antes mesmo do término do contrato - que venceria em 15 de julho. 
– Esperava estar presente com minha equipe, mas por algumas razões não vou poder jogar contra o Palmeiras. Agora, é pensar na seleção peruana – afirmou o atacante, que está no Peru para se juntar à equipe comandada pelo argentino Ricardo Gareca, que se prepara para a Copa América. 
O jogador explicou que a razão de ele não ter chegado a um acordo para renovação é bem simples:
– O clube não passa por uma boa fase econômica. Tenho 31 anos e preciso pensar no bem-estar da minha família Eles não chegaram a um valor que eu queria e lamentavelmente eu não pude renovar. 
Guerrero evitou dar detalhes sobre o seu futuro. Ao ser questionado sobre uma proposta do Flamengo, foi econômico. 
– Não sei. Não sei. Definirei meu futuro nos próximos dias.



 Por São Paulo

Imprensa colombiana fala em "noite trágica" e exalta o Beira-Rio: "Inferno" Jornais de Bogotá evitaram criticar a arbitragem após erro no escanteio que gerou o segundo gol do Inter

A pressão exercida pelos mais de 44 mil torcedores colorados que lotaram o Beira-Rio na noite desta quarta-feira ecoou na Colômbia. Depois da vitória por 2 a 0 dos comandados do técnico Diego Aguirre, a imprensa de Bogotá lamentou o que classificaram como uma "noite trágica" do Santa Fé. Além do bom futebol do Inter, os jornais locais destacaram também o ambiente no estádio colorado. O jornal El Tiempo definiu o clima em Porto Alegre: "Parecia um inferno."
jornais colombianos santa fé imprensa colômbia inter (Foto: Reprodução)jornais colombianos santa fé imprensa colômbia inter (Foto: Reprodução)
De acordo com a página na internet da publicação, o time colombiano mostrou impotência para conter os avanços dos atacantes brasileiros, sempre muito perigosos.
- O Santa Fé nunca encontrou uma luz, uma esperança. Sua reação foi mínima e suas falhas enormes. O seu rival cresceu. E o estádio foi mais hostil. A chuva era constante. Parecia um inferno - descreveu.
jornais colombianos santa fé imprensa colômbia inter (Foto: Reprodução)jornais colombianos santa fé imprensa colômbia inter (Foto: Reprodução)
Nem mesmo o erro do árbitro Victor Carrillo, que assinalou escanteio depois de Lisandro López tocar por último na bola no lance que gerou o segundo gol do Inter, mereceu grande destaque na imprensa colombiana. Eles preferiram apontar os erros do time de Bogotá.
De acordo com o jornal El Espectador, as duas expulsões, de Moschera e Anchico, impediram qualquer reação por parte do Santa Fé.
- Com dois jogadores a menos, o Santa Fé ainda tentou, mas não havia mais tempo ou condição física para realizar a façanha. O time lutou até o fim, mas morreu e ficou com as mãos vazias em um semestre que 15 atrás pintava muito bem - resumiu.
Ainda de acordo com os jornais colombianos, o técnico Gustavo Costas deve deixar o clube depois da derrota. Ele tem propostas do futebol mexicano. Já o Inter segue adiante e enfrenta o Tigres, também do México, na semifinal da Libertadores.
Torcedor colorado com máscara de demônio (Foto: Diego Guichard)Torcedor colorado com máscara deu razão aos jornais colombianos (Foto: Diego Guichard)
 
 
 Por Bogotá

São Paulo convida Ceni para jogar até dezembro e acordo fica próximo Presidente Carlos Miguel Aidar faz oferta para goleiro prorrogar vínculo até o fim do ano e adiar sua aposentadoria. Atual contrato é válido até o dia 6 de agosto

Rogério Ceni São Paulo (Foto: Site oficial SPFC)
O presidente Carlos Miguel Aidar, do São Paulo, ofereceu a Rogério Ceni nesta quinta-feira um novo contrato até dezembro. O goleiro fez algumas colocações para a diretoria, mas nenhuma delas ligadas aos salários. Na próxima semana, as partes devem acertar o novo vínculo e definir a data de encerramento da carreira do "M1t0" de 42 anos.
Na viagem à Colômbia, Aidar ouviu do novo técnico Juan Carlos Osorio que ele gostaria de contar com o goleiro. O colombiano ex-Atlético Nacional tem chegada prevista ao Brasil para este sábado, véspera do duelo com o Internacional.
Após a vitória por 3 a 0 sobre o Joinville, no último sábado, no Morumbi, Ceni admitiu o desejo de encerrar a carreira jogando em casa. A ideia inicial, então, era de que o goleiro parasse de jogar no dia 26 de julho, contra o Cruzeiro, último confronto no estádio do Tricolor antes do término do atual contrato.
Em um encontro entre o vice-presidente Douglas Schwartzmann e Ceni, na semana passada, o dirigente se disse favorável à renovação do contrato até dezembro. O ídolo respondeu que isso dependeria da vontade da diretoria.
Pessoas próximas a Aidar defendiam havia algum tempo a ideia de Ceni jogar até o dia 31 de dezembro. Para isso, porém, precisavam convencer o mandatário tricolor. O pai do goleiro, Eurydes Ceni, declarou publicamente apoiar a renovação do filho.


 Por São Paulo

5+: dicas de exercícios para surfistas, com aval do campeão Filipe Toledo No embalo da vitória de Filipe Toledo na etapa carioca do Circuito Mundial, saiba como movimentar a musculatura para ganhar força e resistência dentro da água

O surfe brasileiro tem sido muito bem representado no Circuito Mundial. Neste mês de maio, o brasileiro Filipe Toledo venceu a etapa do Rio de Janeiro e assumiu a vice-liderança. Adriano de Souza, o Mineirinho, vem forte e é o primeiro da classificação. E se você também gosta de arriscar as manobras no mar, fique atento a algumas dicas do educador físico Gustavo Luz.


A partir do momento que você decide que vai praticar o esporte, é importante entender que, como em qualquer outro, deve começar aos poucos. O surfe é um esporte completo, muitos músculos são solicitados na prática desta atividade. E se o objetivo é movimentar a musculatura envolvida para tentar ganhar um pouco mais de força e resistência, alguns exercícios podem ser bem interessantes (uns podem ser feitos em casa).
Filipinho contou para o Eu Atleta como é sua rotina de treinamento para aguentar o ritmo forte das etapas do Circuito Mundial e as ondas mais pesadas. O exercício funcional é o mais usado.

- A preparação física é parecida com a dos outros atletas do surfe. É o treinamento funcional que a gente faz, com o fortalecimento de joelhos, ombros e tornozelos. São os pontos do corpo mais atingidos pelas lesões. E faço isso (funcional) quase que todo dia, pois é fundamental - afirmou.
euatleta top5 surf filipe toledo (Foto: eu atleta)Por Rio de Janeiro

Por briga com a esposa em 2013, Dudu vai prestar serviços comunitários Atleta foi condenado pela Justiça de Goiás por causa de uma confusão com sua mulher, em Goiânia, quando ainda atuava pelo Dínamo de Kiev, da Ucrânia

Dudu Palmeiras (Foto: Leonardo Benassatto/Futura Press/Estadão Conteúdo)
Antes suspenso por seis meses por agressão ao árbitro Guilherme Ceretta de Lima, na segunda final do Campeonato Paulista, Dudu já havia tido problemas judiciais por causa do seu temperamento. Neste caso, porém, a punição foi fora da esfera desportiva. Em sentença do dia 14 de abril deste ano, a Justiça de Goiás condenou o atleta a cumprir serviços comunitários por brigar com a esposa, Mallu Ohanna Neves Rodrigues, em 2013.
De acordo com informações da época, Dudu teria acertado socos na cabeça e deu puxões de cabelo. A sogra do atleta, que tentou defender a filha, também sofreu algumas escoriações no braço. Ele foi denunciado por agressão, com base na Lei Maria da Penha. O juiz, porém, entendeu que não houve lesão corporal e nem ameaça por parte de Dudu. Por isso, desqualificou as duas acusações, e o jogador foi condenado por "Vias de fato", que não é crime, mas uma contravenção penal - por isso, a pena mais leve.
O atleta, que ainda atuava pelo Dínamo de Kiev, da Ucrânia, passava férias em Goiânia. Após ser detido, ele pagou R$ 12 mil de fiança e posteriormente classificou o episódio como um "grande mal-entendido".
– O Dudu há muito tempo já sabe dessa determinação da Justiça e está tranquilo. Ele e sua esposa já passaram por todos os trâmites jurídicos deste processo e hoje estão muito felizes. Ele cumprirá o que foi determinado, sem problema algum – afirmou Rui Fernando Almeida, advogado do jogador.
Na noite desta quinta-feira, o atacante do Palmeiras se manifestou sobre o caso numa rede social, publicando uma mensagem ao lado de uma foto dele ao lado da mulher e dos dois filhos:
– Neste momento mais difícil pessoalmente para mim na temporada, que estou sem jogar, é justamente no amor que tenho pela minha família que estou tendo a força necessária para dar a volta por cima. (...) Se errei no passado, tudo já foi esclarecido e pagarei por isso. Embora o tamanho do erro não tenha sido perto do que propagam por aí. Treinando cada vez mais forte e muito concentrado. (...) Ainda mais com o apoio e amor incondicional que tenho e recebo de minha família – escreveu o jogador.
No início da última semana, Dudu foi suspenso pelo TJD da Federação Paulista de Futebol por 180 dias, por causa de uma agressão ao árbitro Guilherme Ceretta de Lima, pela segunda final do Campeonato Paulista. O departamento jurídico do Verdão conseguiu um efeito suspensivo, mas que só passa a ter validade a partir do dia 3 de junho. O clube recorreu da decisão e tenta desqualificar a denúncia de "agressão" para "ato hostil".


 Por São Paulo

Bethe Correia pede desculpas a Ronda Rousey por piada com suicídio "Estava mostrando só o psicológico esportivo fraco dela. Sabia que seu pai tinha morrido quando criança, mas não que tinha se suicidado", explicou a paraibana

Ao ver que Ronda Rousey se ofendera com o pedido para que "não se matasse" em caso de derrota no UFC 190, a brasileira Bethe Correia foi humilde e pediu desculpas. Pelo Twitter, a lutadora afirmou que não sabia o que tinha acontecido com o pai da campeã peso-galo do UFC, que cometeu suicídio quando ela era criança.
- Não sabia do que aconteceu com seu pai. Sou humilde o suficiente para pedir desculpas. Família é uma coisa abençoada para mim. Te vejo no UFC 190 - escreveu Bethe.
Bethe Correia Ronda Rousey Twitter (Foto: Reprodução/Twitter)Bethe Correia Ronda Rousey Twitter (Foto: Reprodução/Twitter)










Horas antes, Ronda tinha usado a mesma rede social para mostrar-se ofendida com uma provocação feita pela brasileira. Segundo "Rowdy", suicídio não deve ser motivo de brincadeiras. "Meu pai estará comigo no dia em que lhe der a punição que você merece", escreveu. O pai da campeã peso-galo se matou quando ela tinha oito anos de idade.
Em entrevista a jornalistas em Goiânia, Bethe explicou melhor a situação. Segundo ela, tudo não passou de má interpretação por parte de Ronda.
- Estava mostrando só o psicológico esportivo fraco dela. Sabia que o pai dela tinha morrido quando criança, mas não que tinha se suicidado. A Ronda me humilhou. Falou que eu ia ter um encontro com Jesus, que ia me humilhar dentro de casa. Então eu respondi falando do histórico dela. Falei que ela fugiu de casa, do histórico de bulimia, de ter caído nas drogas após as Olimpíadas. Mas não sabia deste episódio com o pai dela - disse.
A paraibana também aproveitou para dar outra alfinetada na campeã peso-galo.

- A Ronda tem um hábito muito feio de querer humilhar as pessoas. Ela criou uma mídia de que é uma super-heroína, então isso faz ela se sentir a vontade de falar mal de qualquer um. Já vi ring girls do UFC reclamando disso, até em relação a se achar mais bonita. Ela fala de todo mundo que tá na mídia - falou.
A confusão teve início após entrevista de Bethe ao Combate.com, em que a lutadora aconselha a americana a não se matar caso perca em agosto, quando as duas se enfrentarão no UFC 190.
Confira as lutas confirmadas do evento até agora:
UFC 190
1 de agosto, no Rio de Janeiro
CARD DO EVENTO (até agora):
Peso-galo: Ronda Rousey x Bethe Correia
Peso-meio-pesado: Rogério Minotouro x Mauricio Shogun
Peso-pesado: Rodrigo Minotauro x Stefan Struve
Peso-pesado: Antônio Pezão x Soa Palelei
Peso-meio-pesado: Rafael Feijão x Patrick Cummins
Peso-médio: Vitor Miranda x adversário a ser anunciado



COMBATE

Sobre o rádio e a postura de Hamilton

Lewis Hamilton Mônaco
Muito se falou sobre o incidente na Mercedes nas últimas voltas do GP de Mônaco, após a entrada do safety car causada pelo acidente do holandês Max Verstappen na curva Sainte Devote. Pois o tradicional vídeo editado pelo site oficial da Fórmula 1 serviu para tirar todas as dúvidas sobre o que aconteceu. Eis a transcrição da conversa entre Lewis Hamilton e o engenheiro Peter Bonnington.

Peter Bonnington: "Safety car, safety car... Então nós permaneceremos na pista."

Lewis Hamilton: "Você tem certeza que a melhor coisa a se fazer é continuar na pista? Estes pneus perderam toda a temperatura e todos os outros estarão com os pneus supermacios agora."

Peter Bonnington: "OK, entendido, entendido. Box. Box."

Clique aqui e assista ao vídeo do GP de Mônaco no site oficial da Fórmula 1

Lewis Hamilton Mônaco

Ou seja: a revelação da conversa pelo rádio da Mercedes é decisiva. Foi, realmente, um erro coletivo, coisa que o próprio Hamilton já havia admitido, de cabeça mais fria, nas entrevistas à imprensa escrita após a prova, cerca de uma hora após o pódio. E, de acordo com a frase do inglês no rádio, ele teve participação decisiva no equívoco. O que me deixa ainda mais incrédulo quanto à reação de Hamilton após a bandeirada. Todo aquele comportamento serviu para jogar o público contra a equipe, com a criação, inclusive, de teorias da conspiração. A principal delas? De que a Mercedes teria invertido as posições de seus pilotos para "animar o campeonato". Pura baboseira, pois Vettel acabou beneficiado indiretamente.

No domingo, aqui no Voando Baixo, fiz uma dura crítica ao comportamento do piloto inglês após o encerramento da corrida (leia!). Várias reclamações chegaram por meio dos comentários do post, pelo Twitter e pela fanpage do blog no Facebook. Quando soube do conteúdo das conversas pelo rádio entre Hamilton e a equipe, tive a certeza de que estava correto no que disse. O inglês jogou o mundo contra a Mercedes, sendo que ele, repito, teve participação decisiva no erro do time. O comportamento dele na volta de desaceleração, no pódio e na entrevista dos três primeiros foi lamentável. Comportamento típico daquelas pessoas que não sabem jogar em equipe, adeptas daquela frase: "Eu ganho, vocês perdem."

Lewis Hamilton Mônaco

Hamilton tinha todo o direito de ficar chateado, frustrado com a perda de uma vitória quase certa. Mas nada justifica o descumprimento de certos protocolos, como estourar a champanhe e dar a entrevista no pódio. Após a execução do hino alemão para o companheiro Nico Rosberg, o inglês saiu andando para longe dali e teve de ser interceptado por Matteo Bonciani, chefe de imprensa da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), que o obrigou a voltar para dar declarações ao público e ao mestre de cerimônias Martin Brundle, ex-piloto e atual comentarista da inglesa Sky Sports. Isso sem falar no desrespeito à família real de Mônaco, anfitriã do pódio. Inaceitável. Comportamento parecido com o de uma criança mimada. Era só cumprir seu papel de forma correta, mesmo sem sorrisos ou comemorações, e estaria tudo certo.

O mundo todo viu isso na transmissão oficial. Só uma hora depois, Hamilton deu as explicações necessárias e assumiu parte da culpa. Muito pouco diante da cena lamentável protagonizada por ele no pódio. O inglês é um grande piloto. Como digo sempre, o que mais tem talento natural na Fórmula 1. O problema é que, mesmo depois de dois títulos mundiais, ainda lhe falta maturidade para encarar este tipo de situação. Automobilismo - principalmente a F-1 - é um esporte coletivo. Hamilton, depois de oito anos, parece ainda não ter entendido isso. O incidente de Mônaco é mais uma prova.

Lewis Hamilton Mônaco

Voando Baixo


No Acre, mais de 3 mil títulos de eleitor são cancelados 'É uma depuração que fazemos no cadastro de eleitores', diz TRE-AC. Eleitores em situação irregular devem procurar a Justiça Eleitoral.

O eleitor só pode votar na sessão indicada no título de eleitor (Foto: Dovulgação/ TRE-PR)A Justiça Eleitoral cancelou os títulos de 3.719 eleitores no Acre. O anúncio foi feito pelo Tribunal Regional Eleitoral do estado (TRE-AC), nesta quinta-feira (28). De acordo com o diretor do órgão, Carlos Venícius Ribeiro, os títulos cancelados são de pessoas que não votaram ou justificaram a ausência no 2º turno das Eleições de 2012 e nos dois turnos das Eleições de 2014. Em todo o Brasil foram mais de 1,7 milhão de documentos cancelados.

"Essa é uma depuração que fazemos no cadastro de eleitores para tentar identificar pessoas já falecidas que continuam com título ativo, ou até uma possível fraude de alguém que estava com título irregular. Como o voto ainda é obrigatório no Brasil o eleitor precisa manter seu cadastro ativo e em situação regular", explica Ribeiro.

Segundo ele, aqueles eleitores que tiveram o título cancelado, mas querem regularizar a situação deverão procurar a Justiça Eleitoral. Apenas maiores de 18 anos e menores de 70 são obrigados a passar pelo processo.

"Sem a certidão de quitação com a Justiça Eleitoral, o eleitor vai ter problemas. Não pode tomar posse em cargo público, se matricular em universidades e institutos federais, tirar passaporte, entrar em programas sociais. A vida se torna bem complicada para o cidadão", afirma.

De acordo com o TRE-AC, para saber se está em situação irregular, o eleitor pode consultar site da Justiça Eleitoral e clicar em 'situação eleitoral', na parte de serviços ao eleitor.



Yuri Marcel Do G1 AC

CMN muda regra para direcionar R$ 22,5 bilhões ao crédito imobiliário Também foram direcionados R$ 2,5 bilhões para crédito rural, diz BC. Foram recolhidos R$ 25 bilhões do compulsório sobre depósitos a prazo.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) alterou as regras dos chamados depósitos compulsórios, que são os recursos dos bancos que firam retidos na autoridade monetária, incidentes sobre a poupança com o objetivo de direcionar R$ 22,5 bilhões para novas operações do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), informou o Banco Central.
Ao mesmo tempo, a instituição informou que o CMN, formado pelos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, do Planejamento, Nelson Barbosa, e pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, também está alterando as regras do compulsório sobre a poupança rural para tentar direcionar mais R$ 2,5 bilhões para o crédito rural. Essas duas normas entram em vigor no início de junho.
O Banco Central também informou que a alíquota dos compulsórios sobre depósitos a prazo será aumentada de 20% para 25% com retorno da remuneração integral desses depósitos à taxa Selic. Com o aumento, espera-se recolher a mais do sistema bancário cerca de R$ 25 bilhões, acrescentou a autoridade monetária. Essa alteração começa a vigorar em 31 de agosto.
Com isso, o que o BC está tentando direcionar de um lado, para o crédito habitacional e rural, está tirando de outro dos compulsórios sobre depósito a prazo. "Não vai representar um aumento da liquidez. A gente tem de manter a coerência com a política monetária [definição dos juros para conter a inflação]", declarou o diretor de Política Monetária do Banco Central, Aldo Mendes.
Quem não emprestar fica sem remuneração
Segundo o diretor da autoridade monetária, não há penalidade explícita para os bancos que não cumprirem as novas regras. "Eles têm a escolha de deixar o recurso depositado ao mesmo custo da poupança, que é o que ele paga pelos recursos. Não ganha e nem perde. Fica empatado", explicou Mendes.
De acordo com ele, os bancos não podem repassar esses créditos para outras instituições financeiras. "Vai ter de emprestar dentro da regra do SFH", explicou ele. Segundo Mendes, do Banco Central, a decisão de os bancos emprestarem os recursos, ao invés de deixá-los esterilizados (sem correção) na autoridade monetária, é "empresarial".
"Nenhum banco prefere deixar o recurso parado. É um recurso que custa caro. Não render nada é ruim para a rentabilidade. O que gente percebe e que há um esforço grande das instituições em deixar o mínimo possível parado, ou não rendendo nada. Mas as condições de mercado podem implicar que não consigam dar vazão a isso imediatamente", afirmou ele.
Perda de recursos da poupança
O diretor do Banco Central informou ainda que essas medidas estão sendo estudadas há algum tempo e acrescentou que elas foram implementadas neste momento porque a caderneta de poupança tem registrado forte perda de recursos nos primeiros meses deste ano.
Os recursos da caderneta de poupança são usados no financiamento do crédito imobiliário (o chamado "funding").
"Houve redução muito forte nos depósitos de poupança, que acabam sofrendo essa volatilidade. É uma questão conjuntural. Há momentos em que recursos são carreados em grande volume", declarou Aldo Mendes, observando que as aplicações em poupança estão menos atrativas, em termos de rentabilidade, neste momento.
Certificados de Recebíveis
De acordo com o Banco Central, o CMN determinou que, no direcionamento dos recursos para a habitação captados em depósitos de poupança, apenas os certificados de recebíveis imobiliários (CRI) com lastro em financiamentos habitacionais no âmbito do SFH possam ser utilizados para atendimento dessa exigibilidade de empréstimos habitacionais.
Até então, era permitido que qualquer financiamento imobiliário, quer seja com taxas livres ou mesmo financiamento a empreendimentos comerciais, entrasse no cálculo para atendimento dessa exigibilidade.
Essa regra, porém, vale somente para os CRI´s emitidos a partir de agora, e não para o estoque de certificados existente no mercado (R$ 28,6 bilhões), informou o BC. Essa medida também pode a gerar mais recursos para os contratos imobiliários amparados pelo SFH, mas o BC não forneceu estimativa de valores.
O CMN também extinguiu a possibilidade de aplicação do fator de multiplicação de 1,2 sobre os CRI e também acabou, para fins de atendimento das exigibilidades, a possibilidade de utilização de cotas de fundo de investimento imobiliário, cotas de fundos de investimento em direitos creditórios, debêntures, carta garantia de CRI, entre outros.
LCI´s e LCA´s
O BC informou ainda que também foram fixadas, pelo Conselho Monetário Nacional, novas condições de emissão para letras de crédito imobiliário (LCI) e para as letras de crédito do agronegócio (LCA).
"Em relação aos títulos lastreados por operações de crédito, ampliou-se o prazo mínimo de vencimento e resgate das LCI de 60 para 90 dias, bem como foi fixado prazos mínimos de vencimento e resgate de 90 dias para as LCA", informou a autoridade monetária. Essas letras de crédito, segundo o Banco Central, ainda continuam isentas do Imposto de Renda.
Veja as mudanças de alíquotas do compulsório feitas pelo CMN
• Poupança imobiliária: A alíquota passa de 20% para 24,5%. Os bancos poderão deduzir até 18% do encaixe com novas operações de financiamento habitacional, podendo atingir o montante de R$ 22,5 bilhões.
• Poupança rural: A alíquota relativa ao encaixe passa de 13% para 15,5%. Já a alíquota da exigibilidade adicional passa de 10% para 5,5%. A medida deverá permitir a aplicação de até R$ 2,5 bilhões.
•  Depósitos a prazo: A alíquota será aumentada de 20% para 25% com retorno da remuneração integral desses depósitos à taxa Selic. Continua válida a faculdade dos bancos deduzirem parte desse compulsório (60%) com financiamentos a veículos e a capital de giro das empresas. Com o aumento, espera-se recolher a mais do sistema bancário cerca de R$ 25 bilhões.



Alexandro Martello Do G1, em Brasília

Brasil cai posições entre economias mais competitivas do mundo Pesquisa mundial analisou a fundo nossos indicadores de economia, governo e infraestrutura. Brasil está entre os últimos em grupo de 61 países.


Pelo quinto ano seguido o Brasil perdeu posições na lista das economias mais competitivas do mundo. Está entre os últimos, num grupo de 61 países.
Para você, competitividade é tipo jogar num time que tem uma baita chance de ganhar o campeonato? É estar no grupo de elite durante toda uma maratona? É estar na pista pilotando um carro que parece um avião de tão rápido?
Para os economistas, competitividade é a capacidade que uma empresa tem de competir com outra de fora de igual para igual. Os economistas falam que isso chama ambiente de negócios. Ou seja, quanto mais fácil for pra uma empresa funcionar num país, mais competitivo ele é. Mas são muitos os ingredientes que fazem essa receita dar certo ou não. Uma alternativa é pensar numa receita de bolo. E, sendo assim, a receita brasileira já erra no começo, nos primeiros ingredientes.
“O sistema regulatório é desfavorável, a carga tributária é alta, é difícil achar mão de obra na qualificação que a empresa pode estar precisando. Então, o problema não é entrar, o problema é operar, e isso vale pras empresas estrangeiras e pras empresas nacionais”, diz o professor de inovação e competitividade da Fundação Dom Cabral, Carlos Arruda.
E, trazendo isso pro mundo culinário, quer dizer que... “A nossa farinha está velha e ela está baseada numa forma de moer antiga. E não é uma farinha compatível com a qualidade do bolo que eu estou querendo fazer”, compara Arruda.
Palavra de quem participou de uma pesquisa mundial que analisou a fundo os nossos indicadores de economia, governo e infraestrutura. E, nesse jogo da gente contra o resto do mundo, o bolo brasileiro não segue a receita correta. O certo seria misturar a tal farinha e os outros ingredientes na batedeira, só que é como se a gente batesse na mão por causa da nossa infraestrutura ruim.
E tem outra: nossos juros são muito além da conta. O que também anda acontecendo com a nossa inflação. E também tem algumas boas notícias: o investimento internacional veio maior que o esperado e a taxa de desemprego ainda está melhor que a média mundial. “O Brasil está na quinta posição entre os países que mais atraem investimentos estrangeiros entre os 61 colocados. É interessante entrar no Brasil. Brasil tem mercado, tem potencial e tem perspectiva de futuro. O presente do Brasil que é difícil”, explica Carlos Arruda..
O fundamental pra nossa receita foi frustrante no ano passado. Em vez de uma colher cheia de fermento pro crescimento da economia, a gente só pôs uma pitadinha de nada. E tem um problemão. A gente acrescentou a essa receita o mais podre dos componentes: a corrupção.
Mesmo assim, a massa vai pro forno, é assada, desenformada e montada do jeito que dá. E a produtividade, que podia esconder essa feiura toda, não cumpre esse papel.
Pronto, eis o 56º pior bolo do mundo. E o que a gente faz é colocar esse bolo na vitrine junto com outros 60, que cuidam bem melhor do processo de produção. Diante de todos esses bolos, você compraria o brasileiro? O jeito é torcer pra, no futuro, ele ser melhor preparado.


 

Polícia investiga sabotagem de ônibus escolares no Espírito Santo Ônibus levava 20 estudantes para a escola, quando o motorista percebeu que o freio estava falhando.


No interior do Espírito Santo, um crime misterioso que por pouco não acabou provocando uma tragédia. Ônibus usados no transporte escolar foram sabotados.
O ônibus levava 20 estudantes para a escola na última terça-feira (26), quando o motorista percebeu que o freio estava falhando. Ele conta que estava em uma ladeira, mas conseguiu parar sem que ninguém ficasse ferido.
"A gente passa um aperto danado, porque na hora em que você precisa frear o carro não tem freio, tem que botar uma segundinha e ir descendo devagar. Eu nem falei nada com as crianças para não assustar todo mundo", conta José Carlos Pestana, motorista.
O problema estava em uma mangueira, que está rompida. Ela vai até a roda e serve para acionar o freio.
"Perde o freio naquela roda e ainda pode tomar o volante do motorista. Muito perigoso", diz Vanderli Abipe, mecânico da prefeitura.
A prefeitura de Santa Teresa tem uma frota de 42 ônibus escolares. E, há aproximadamente um mês, começaram a aparecer alguns defeitos inesperados nos veículos. Mas agora o prefeito decidiu chamar a polícia, porque além desse ônibus onde estavam os 20 estudantes, outros dois ônibus apresentaram o mesmo defeito no sistema de freios. As mangueiras também estavam rompidas, o prefeito disse que alguém cortou as mangueiras de propósito.
"Não tenho dúvida. Não tem como classificar o tamanho da brutalidade", destaca Claumir Antônio Zamprogno, prefeito de Santa Teresa, PSB.
A prefeitura diz que a manutenção dos ônibus está em dia, são veículos novos, um deles começou a circular semana passada. A polícia fez uma perícia nos ônibus e disse que, por enquanto, a única certeza é que foi mesmo uma sabotagem.
"A pessoa de repente está querendo sabotar alguma situação ou outra, mas coloca a vida de muitas pessoas em risco", diz  Olair José dos Santos, delegado.


 

Corruptos na Fifa são minoria e vão responder pelo que fizeram, diz Blatter Escândalo de corrupção levou à prisão de oito integrantes da entidade. Na votação desta sexta, Joseph Blatter é candidato à quarta reeleição.


O presidente Joseph Blatter se manifestou publicamente nesta quinta-feira (28) sobre o escândalo de corrupção que levou à prisão de oito integrantes da Fifa. Na votação desta sexta-feira (29), ele é candidato à quarta reeleição.
A abertura do congresso da Fifa teve música, dança e a primeira manifestação pública do presidente da entidade, o suíço Joseph Blatter, desde que sete dirigentes foram presos nesta quarta-feira (27). Blatter não está entre os investigados e disse que os culpados pela corrupção são uma minoria e devem ser responsabilizados pelo que fizeram.
Ele afirmou também que muitos o consideram responsável pelos problemas no futebol, mas ele não pode monitorar tudo. Do lado de fora da sede da Fifa, manifestantes pediam a saída de Blatter.
O dirigente comanda a Fifa desde 1998 e é candidato ao quinto mandato, na eleição marcada para esta sexta-feira (29). Mais cedo, Blatter convocou uma reunião extraordinária dos presidentes das confederações de futebol e teve uma conversa dura com o presidente da Uefa, a confederação europeia, o francês Michel Platini. O próprio Platini contou que, em um diálogo olho no olho, pediu para Blatter renunciar à presidência da Fifa. E completou: "Agora chega".
A Uefa representa 54 países, tem um de cada quatro votos na escolha para presidente da Fifa. Os europeus chegaram a pensar em boicotar a eleição desta sexta-feira (29), mas voltaram atrás. No lugar disso, decidiram que a maioria das federações vai votar no candidato de oposição ao atual presidente, Joseph Blatter. O príncipe jordaniano Ali Bin al Hussein ainda é um azarão na eleição, mas agora tem mais chances.
Líderes mundiais também se manifestaram sobre o escândalo. O primeiro-ministro britânico David Cameron afirmou que Blatter tem que renunciar. Já o presidente russo, Vladimir Putin, saiu em defesa dele. Disse que as investigações são uma tentativa de evitar a reeleição do dirigente e a realização da Copa de 2018 na Rússia. E criticou a postura americana. Para ele, o caso mostra mais uma vez a interferência dos Estados Unidos em assuntos de outros países.
Os sete dirigentes da Fifa presos nesta quarta-feira (27) estão em cadeias separadas, em celas individuais. Um deles tinha concordado com a extradição para os Estados Unidos, mas voltou atrás e agora os sete estão entrando com recurso na justiça, um processo que pode demorar vários meses. O Ministério da Justiça da Suíça informou que o brasileiro José Maria Marin tem um médico à disposição se ele precisar. O dirigente, de 83 anos, está bem de saúde.
Segundo a Fifa, o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, embarcou nesta quinta-feira (28) de volta pro Brasil.



 

Corruptos na Fifa são minoria e vão responder pelo que fizeram, diz Blatter Escândalo de corrupção levou à prisão de oito integrantes da entidade. Na votação desta sexta, Joseph Blatter é candidato à quarta reeleição.


O presidente Joseph Blatter se manifestou publicamente nesta quinta-feira (28) sobre o escândalo de corrupção que levou à prisão de oito integrantes da Fifa. Na votação desta sexta-feira (29), ele é candidato à quarta reeleição.
A abertura do congresso da Fifa teve música, dança e a primeira manifestação pública do presidente da entidade, o suíço Joseph Blatter, desde que sete dirigentes foram presos nesta quarta-feira (27). Blatter não está entre os investigados e disse que os culpados pela corrupção são uma minoria e devem ser responsabilizados pelo que fizeram.
Ele afirmou também que muitos o consideram responsável pelos problemas no futebol, mas ele não pode monitorar tudo. Do lado de fora da sede da Fifa, manifestantes pediam a saída de Blatter.
O dirigente comanda a Fifa desde 1998 e é candidato ao quinto mandato, na eleição marcada para esta sexta-feira (29). Mais cedo, Blatter convocou uma reunião extraordinária dos presidentes das confederações de futebol e teve uma conversa dura com o presidente da Uefa, a confederação europeia, o francês Michel Platini. O próprio Platini contou que, em um diálogo olho no olho, pediu para Blatter renunciar à presidência da Fifa. E completou: "Agora chega".
A Uefa representa 54 países, tem um de cada quatro votos na escolha para presidente da Fifa. Os europeus chegaram a pensar em boicotar a eleição desta sexta-feira (29), mas voltaram atrás. No lugar disso, decidiram que a maioria das federações vai votar no candidato de oposição ao atual presidente, Joseph Blatter. O príncipe jordaniano Ali Bin al Hussein ainda é um azarão na eleição, mas agora tem mais chances.
Líderes mundiais também se manifestaram sobre o escândalo. O primeiro-ministro britânico David Cameron afirmou que Blatter tem que renunciar. Já o presidente russo, Vladimir Putin, saiu em defesa dele. Disse que as investigações são uma tentativa de evitar a reeleição do dirigente e a realização da Copa de 2018 na Rússia. E criticou a postura americana. Para ele, o caso mostra mais uma vez a interferência dos Estados Unidos em assuntos de outros países.
Os sete dirigentes da Fifa presos nesta quarta-feira (27) estão em cadeias separadas, em celas individuais. Um deles tinha concordado com a extradição para os Estados Unidos, mas voltou atrás e agora os sete estão entrando com recurso na justiça, um processo que pode demorar vários meses. O Ministério da Justiça da Suíça informou que o brasileiro José Maria Marin tem um médico à disposição se ele precisar. O dirigente, de 83 anos, está bem de saúde.
Segundo a Fifa, o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, embarcou nesta quinta-feira (28) de volta pro Brasil.



 

Sobe para 26 número de mortes por dengue este ano em Goiás Estado teve aumento de seis óbitos em relação ao último levantamento. Goiânia, que vive uma epidemia da doença, já teve nove mortes registradas.

Boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) nesta quinta-feira (28) mostra que 26 pessoas já morreram vítimas de dengue no estado em 2015. Houve um aumento de seis casos em relação ao último balanço, publicado há exatamente uma semana. Outros 62 óbitos suspeitos ainda são investigados.
As últimas seis mortes ocorreram em Goiânia, Crixás, Goianira, Goiatuba, Rubiataba e Uruaçu. A capital lidera o ranking de vítimas fatais, com nove registros. A última vítima foi uma mulher de 80 anos. Logo em seguida, aparecem Aparecida de Goiânia e Crixás, ambas com duas.

Até agora, já foram notificados 125.824 casos no estado, um aumento de 64% em relação ao mesmo período do ano passado.
A investigação de óbitos suspeitos por dengue é realizada pelo Comitê Estadual de Óbitos, vinculado ao Laboratório de Saúde Pública de Goiás (Lacen-GO), e pode demorar até 60 dias.
Goiânia
A capital registrou até o momento 51.055 casos de dengue, o que caracteriza um aumento de 184,2% se comparado ao mesmo período do ano passado. A cidade, que vive uma epidemia da doença, é o município que mais tem registros da virose para cada 100 mil habitantes.
Completam a lista Aparecida de Goiânia (9.891), Anápolis (5.931), Jatái (3.324), Rio Verde (2.625), Goianira (2.314), Goiatuba (2.222), Mineiros (2.190), Ceres (2,070) e Caldas Novas (1.970).
Os setores Morada do Sol e Residencial Itaipu lideram entre os bairros com mais incidência na última semana, com 12 pessoas doentes. Em seguida, vem o Real Conquista II (11), Setor Pedro Ludovico (10) e Jardim Liberdade (9).


 Do G1 GO

Em PE, Prefeitura de Macaparana inscreve para seleção com 291 vagas Há oportunidades para níveis fundamental, médio e superior. Remuneração dos cargos varia de R$ 788 a R$ 6.900.

Prefeitura de Macaparana (PE)
Inscrições
Até 2 de julho
Vagas
291
Salário
De R$ 788 a R$ 6.900
Taxa
De R$ 60 a R$ 110
Prova
16 de agosto
A Prefeitura de Macaparana, cidade da Zona da Mata de Pernambuco, está com inscrições abertas para concurso com 291 vagas. Interessados podem se inscrever na sede do Executivo Municipal até a próxima terça (2). Já pela internet, as inscrições têm início na próxima segunda-feira (1º) e seguem até 2 de julho, pelo site do Instituto de Desenvolvimento Humano e Tecnológico. O concurso tem vagas para os níveis fundamental, médio e superior, com salários que variam de R$ 788 a R$ 6.900.
A taxa de inscrição é de R$ 60 para nível fundamental, R$ 80 para nível médio e R$ 110 para nível superior. No site do instituto organizador do concurso, é possível ter acesso ao edital da seleção.
Para  o nível fundamental, há vagas para agente de saúde,  cozinheira, motorista, pedreiro, coveiro, encanador, gari e merendeira. Já quem tem o nível médio/técnico, pode concorrer a oportunidades como auxiliar contábil. digitador e técnico em enfermagem.

As vagas para quem tem curso superior são de assistente social, enfermeiro, farmacêutico, fonoaudiólogo, médicos de diversas especialidades, dentista, veterinário, professores de biologia, história, geografia, educação física, português e matemática, terapeuta ocupacional, pedagogo, psicólogo, fisioterapeuta, nutricionista e orientador educacional.
Todos os candidatos serão avaliados por meio de prova objetiva, que será aplicada no dia 16 de agosto, com questões de português e conhecimento específico na área.


 Do G1 PE

Fantástico mostra o que mudou nos 20 anos de internet no Brasil Internet no Brasil está fazendo 20 anos. Você vai ver, neste domingo (31), o que mudou de lá para cá e o que vai mudar nos próximos 20.

A internet no Brasil está fazendo 20 anos. Você vai ver, neste domingo (31), o que mudou de lá para cá e o que vai mudar nos próximos 20.


 

Imunização contra gripe aumenta 14% em uma semana na capital de MS Vacinação terminaria no dia 22 de maio, mas foi prorrogada até 5 de junho. Meta do Ministério da Saúde é atingir 80% da população da capital.

Em uma semana, o percentual do público-alvo vacinado contra a gripe subiu de 52% para 66%, conforme divulgado nesta quinta-feira (28), pela prefeitura de Campo Grande. De acordo com a administração municipal, até o momento 124.115 pessoas foram imunizadas.
Campanha de Vacinação contra a Gripe H1N1, que encerraria no último dia 22 de maio, foi prorrogada até o dia 5 de junho, para que a meta de 80% seja atingida, o que significa vacinar 185.592 habitantes.
As vacinas continuam disponibilizadas em todas as UBS (Unidades Básicas de Saúde) de segunda à sexta-feira, e aos finais de semana na UBS Coronel Antonino e nos CRS (Centros Regionais de Saúde) Nova Bahia, Guanandi, Aero Rancho e Coophavila, sempre das 7h às 11h e das 13h às 17h, conforme a prefeitura.
Campanha
A prefeitura informou que foram imunizadas até o momento 30.087 crianças de seis a menores de cinco anos (55%); 4.601 gestantes (44%); 10.974 trabalhadores em saúde (58%); 1.207 puérperas (71%); 64.820 pessoas acima de 60 anos (80%); 1.110 indígenas (71%); 845 pessoas da população privada de liberdade (24%); 352 funcionários do sistema prisional (61%); 12.426 pessoas com alguma comorbidade (60%).
No ano passado, Campo Grande conseguiu superar a meta de vacinar 80% do público-alvo. Foram imunizadas 139.002 pessoas, sendo 68.315 idosos, 39.641 crianças, 21.481 trabalhadores em saúde, 6.770 gestantes, 1.241 puérperas e 1.544 indígenas.



 Do G1 MS

Economia brasileira recua 0,2% no 1º trimestre de 2015, diz IBGE Apenas a agropecuária mostrou alta em relação ao trimestre anterior. Na comparação com o mesmo período de 2014, a baixa foi de 1,6%.

A economia brasileira registrou queda de 0,2% no primeiro trimestre de 2015, puxada pelo desempenho negativo do setor de serviços e da indústria, bem pelo recuo do consumo das famílias e dos investimentos. Neste início de ano, o que evitou um tombo ainda maior do PIB foi a agropecuária.
PIB 1 tri 15 (Foto: Editoria de Arte/G1)
Os números foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (29).
Em valores correntes (em reais), a soma dos bens e serviços produzidos no período chegou a R$ 1,408 trilhão.
Frente aos três primeiros meses do ano passado, a queda foi ainda maior, de 1,6%, com destaque para a primeira queda do consumo das famílias desde o terceiro trimestre de 2003.
O PIB acumulado em quatro trimestres até março registrou queda de 0,9%, a maior desde o terceiro trimestre de 2009, quando o recuo foi de 1,3%.
Desempenho de cada setor
Pelo lado da produção, o resultado negativo nos primeiros três meses deste ano foi puxado pela queda de 0,7% no setor de serviços, que representa mais de 60% do PIB brasileiro. Seguindo o mesmo comportamento, a indústria também recuou em relação aos três últimos meses de 2014, mas em um ritmo menor, de 0,3%. Na agropecuária, a alta foi de 4,7%.    
“Na parte negativa [pela ótica da produção], está a produção e distribuição de eletricidade, gás e água, já que estamos tendo redução no consumo de água e, além disso, estamos, desde o segundo trimestre do ano passado, usando muito mais as térmicas do que vínhamos usando antes, e isso afeta negativamente também”, disse Rebeca de La Rocque Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE.
O consumo das famílias, também usado no cálculo do PIB, pela ótica da demanda, caiu 1,5% – a maior retração desde o último trimestre de 2008, quando a baixa foi de 2,1%.
Os investimentos e os gastos do governo mostraram queda de 1,3% (ambos). No setor externo, os resultados foram positivos. Enquanto as importações cresceram 1,2%, as exportações tiveram expansão de 5,7%.
Retrato de 2014
Na comparação com o mesmo período do ano passado, a queda do PIB foi ainda maior, de 1,6%. A maioria dos setores teve resultados mais negativos que os vistos na comparação com o quarto trimestre de 2014.
Arte PIB - consumo das famílias (Foto: Arte/G1)
Enquanto os serviços recuaram 1,2%, puxados pela forte queda no comércio, a indústria encolheu 3%, influenciada pela diminuição da produção de veículos no país. Apenas a agropecuária registrou resultado positivo, de 4%, com avanço de culturas como de soja e arroz.
"A queda de 7% na indústria de transformação foi a que mais puxou a indústria para baixo. E olhando por dentro da indústria de transformação, toda a indústria automotiva teve queda nesse trimestre, desde a parte dos automóveis. A gente teve suspensão dos incentivos fiscais, a própria renda comprometida das famílias. A própria parte da indústria pesada, caminhão, que é considerada investimento, afeta diretamente a taxa negativa dos investimentos... também teve queda, influenciado por aumento de juros, o crédito nesse setor", afirmou Rebeca.
Arte PIB - investimentos (Foto: Arte/G1)
Pela ótica da demanda, o destaque ficou com o consumo das famílias, que, ao recuar 0,9%, registrou a primeira queda desde o terceiro trimestre de 2003 nessa base de comparação.
O desempenho é explicado pela "evolução negativa dos indicadores de inflação, crédito, emprego e renda ao longo dos três primeiros meses do ano", de acordo com o IBGE.
“A gente teve aumento de juros. A Selic [juros básicos da economia] alcançou 12,2% ao ano no primeiro trimestre de 2015, contra 10,4% ao ano no primeiro trimestre de 2014. E o IPCA [a inflação oficial], quando a gente faz a comparação do primeiro trimestre de 2015 contra o mesmo período do ano anterior, também teve aceleração. E isso tudo prejudicou o consumo das famílias”, disse a coordenadora.
Arte PIB - PIB dos países (Foto: Arte/G1)
As empresas também investiram menos nessa base de comparação, indicando uma retração próxima a 8%, "principalmente pela queda das importações e da produção interna de bens de capital [como máquinas e equipamentos] e, ainda, pelo desempenho negativo da construção civil". Na mesma esteira negativa, o consumo do governo caiu 1,5%.
Segundo Rebeca, essa queda na despesa de consumo do governo foi a maior desde o quarto trimestre de 2000, quando o recuo chegou a 2,8%. "[O resultado], claro, tem a ver com o ajuste fiscal”, disse. O ajuste é uma força-tarefa para cortar gastos e aumentar a arrecadação, com o objetivo de tirar as contas públicas do vermelho.
Investimento e poupança
No primeiro trimestre de 2015, a taxa de investimento alcançou 19,7% do PIB, abaixo do registrado no mesmo período de 2014, de 20,3%. A taxa de poupança também diminuiu, de 17% para 16%.
“Caiu pela evolução do volume, a gente viu que teve uma queda, então, é natural que a taxa de investimento tenha caído”, afirmou Rebeca.
Expectativas negativas
A expectativa do mercado era de que o PIB viria negativo. A previsão do IBC-Br, que pretende ser uma “prévia” do PIB, era de que a economia teria recuado 0,81% nesses três primeiros meses, com chance de o país entrar em recessão.
O próprio ministro da Fazenda, Joaquim Levy, havia afirmado no início do ano que o país poderia enfrentar um trimestre de contração na economia, em razão do período de ajuste fiscal adotado por sua equipe econômica.
Para todo o ano de 2015, a previsão mais recente dos economistas do mercado financeiro é de uma queda de 1,24% no PIB.  Se confirmado, será o pior resultado em 25 anos, ou seja, desde 1990 – quando foi registrada uma queda de 4,35%.



Anay Cury e Cristiane Caoli Do G1, em São Paulo e no Rio

Novo vilão do PIB, investimento completa sete trimestres de queda Brasil tem a menor taxa de investimento entre os gigantes emergentes. Indústria fraca, Lava Jato e ajuste explicam redução, dizem economistas.

Linha de produção da Honda, em Sumaré, SP  (Foto: Caio Mattos/Divulgação Honda)A esperada retração da economia no primeiro trimestre de 2015 recebeu um forte empurrão dos investimentos em produção. Em comparação com o trimestre anterior, a chamada formação bruta de capital fixo recuou 1,3% – a sétima queda consecutiva. Se antes o país estagnava porque consumia menos, agora ele encolhe também porque investe menos, avaliam economistas ouvidos pelo G1.

Três motivos tiraram o fôlego dos investimentos: as incertezas na economia (com o ajuste fiscal ao fundo), o enfraquecimento da indústria e as investigações da operação Lava Jato, que congelaram contratos entre a Petrobras e grandes empreiteiras, afetando a cadeia de fornecedores de infraestrutura e construção civil.

Segundo a economista da Tendências Consultoria Alessandra Ribeiro, as denúncias envolvendo a estatal pesam mais que o próprio ajuste sobre os investimentos. “Os negócios da Petrobras representam cerca de 2% do PIB, e os das empreiteiras, 3%, somando 5% de todos os investimentos do país, o que é muita coisa”, observa.
Investimentos no Brasil
Percentual investido em relação ao PIB
18,316,9171715,716,81716,415,316,115,916,417,419,118,119,519,318,118,617,7taxa de investimentos20002010151617181920
IBGE
A queda nos investimentos é a nova vilã do PIB (Produto Interno Bruto), segundo economistas, porque são eles que dão o "fermento" para o país crescer. Tudo o que o é investido para produzir entra na chamada Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF). Isso inclui todos os bens de capital (bens para produzir outros bens), como maquinários e equipamentos industriais.

A taxa de investimento do Brasil em relação ao PIB ganhou força a partir de 2006, e atingiu seu pico em 2010. Na época, os investimentos chegaram a subir 29% no 1º trimestre ante o mesmo período do ano anterior. Fechou o ano a 19,5% do PIB, mas logo passou a cair.
No ano passado, contudo, essa taxa voltou a subir e atingiu 19,7%, graças ao novo cálculo do PIB, que turbinou o resultado ao incorporar informações. Mas os investimentos caíram por seis trimestes seguidos entre 2013 e o fim de 2014.

“A revisão da metodologia favoreceu a taxa de investimentos porque incluiu gastos com pesquisas e dados da construção civil”, explica Alessandra, da Tendências. Mesmo com esse incremento, a FBCF deve recuar de 19,7% para 18% até o fim do ano, devido ao atual cenário desfavorável, estima ela.

O crescimento do país na década de 2000 foi mais incentivado pelo consumo que pelos investimentos, observa o sócio da Go Associados, Gesner Oliveira. “Isso foi possível graças ao maior acesso ao crédito e melhora na renda das famílias. Em contrapartida, a produtividade não cresceu e não sustentou a alta dos investimentos”, analisa o economista.

Em fevereiro, uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostrou que a produtividade do trabalhador brasileiro foi a que menos cresceu entre 2002 e 2012, dentro de uma amostra de 12 países como Canadá, Itália e Austrália.
Brasil investe menos entre os Brics
A taxa de investimentos do Brasil é baixa se comparada à de outros países, especialmente os emergentes, lembra Oliveira, da Go Associados. “Para ter um crescimento sustentável, entre 4% e 5% ao ano, o país deveria elevar essa taxa para pelo menos 25% do PIB”, avalia.
Segundo o economista, essa é a proporção ideal para que o Brasil consiga crescer de forma sustentável, sem provocar um colapso por falta de infraestrutura e capacidade produtiva.
Taxa de investimentos no mundo
Percentual investido em relação ao PIB em 2013*
2018281918242449252129361920221912331821292261371528152324África do SulArgentinaAustráliaBolíviaBrasilCanadáChileChinaColômbiaCosta RicaEquadorEtiópiaEspanhaEstados UnidosFrançaAlemanhaGréciaÍndiaItáliaJapãoCoreiaMéxicoMongóliaNepalParaguaiPeruPortugalRússiaUruguai0255075
*Últimos dados do Banco Mundial
A China, por exemplo, manteve essa relação em quase 50% do PIB nos últimos quatro anos, ao passo que a taxa média dos Brics (grupo de emergentes que inclui Brasil, Rússia, Índia e China) está acima de 30%. A Índia investiu 33% do PIB em 2013, enquanto a Rússia, 23%, segundo os últimos dados do Banco Mundial.

O Brasil poderia se dar ao luxo de considerar ideal o atual patamar de investimentos no qual se encontra, segundo Alessandra, da Tendências, apenas se tivesse alcançado um nível desejável de crescimento, bem distante portanto da retração. “Se quisermos voltar a crescer, precisamos necessariamente de mais investimentos”, avalia.

Estímulos para voltar a investir
Na visão da economista, só é possível elevar a taxa de investimentos do país, entre outras coisas, aumentando a capacidade de poupança do setor público. É o que o governo tenta fazer com o ajuste fiscal – uma força-tarefa para cortar gastos e aumentar a arrecadação com o objetivo de tirar as contas públicas do vermelho.

Melhorar o ambiente de negócios e a confiança do setor privado são outros requisitos básicos para o país voltar a investir, segundo Alessandra. “O aumento da produtividade também está relacionado ao da capacidade de investimentos”, observa.

A economista vê uma melhora gradual desses investimentos a partir de 2016, ainda que os resquícios da Lava Jato devam afetar o ambiente até o próximo ano. “Só devemos recuperar a taxa de investimentos de 2014 a partir de 2020, na melhor das hipóteses”, afirma Alessandra.

Corte no Orçamento freia investimentos
O bloqueio de despesas do ajuste fiscal ainda não aparece no PIB, mas deve aparecer nos resultados do segundo trimestre, preveem economistas. Na última sexta-feira (26), o governo autorizou um corte de R$ 69,9 bilhões em gastos no orçamento de 2015, o maior contingenciamento da história em termos nominais.

Do total bloqueado, R$ 25,7 bilhões (ou 36%) foram tirados do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que prioriza investimentos em áreas essenciais como infraestrutura, saneamento, habitação, transporte e energia.

Mais da metade do corte (54%) afetou os ministérios de Cidades, Saúde e Educação, com uma "tesourada" de R$ 38,4 bilhões – que também representa menos investimentos em áreas prioritárias.

Mesmo com os cortes, o país investe mais em infraestrutura que em anos anteriores. De acordo com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), os investimentos totais na área no país devem somar R$ 611 bilhões entre 2015 e 2018 – volume 33,7% superior aos R$ 457 bilhões calculados entre 2010 e 2013.

O BNDES deverá participar como financiador do pacote de novas concessões em infraestrutura que o governo federal pretende anunciar em junho, mas o governo já deixou claro que depende de financiamentos privados para colocar os projetos em pé.


Taís Laporta Do G1, em São Paulo

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