Nesta quinta-feira (29), completaram-se seis anos do desaparecimento da professora pombalense Terezinha Almeida, ocorrido durante uma viagem à cidade de Juazeiro do Norte, no Ceará. Desde então, a família vive uma longa espera marcada por incertezas, buscas incessantes e a ausência de respostas.
Terezinha viajou ao município cearense para realizar uma consulta médica, seguindo em um táxi com saída de Pombal. Durante o trajeto, o veículo apresentou problemas mecânicos, levando o motorista a conduzi-lo até uma oficina. Enquanto o reparo era realizado, o taxista deixou a professora e outra passageira em um restaurante nas proximidades.
Com a demora no retorno do motorista, Terezinha decidiu sair sozinha para procurá-lo. Ela nunca mais foi vista.
O desaparecimento foi imediatamente comunicado às autoridades policiais. À época, o caso ganhou ampla repercussão, com divulgações em rádios, emissoras de televisão, portais de notícias e redes sociais, numa tentativa de obter qualquer pista sobre seu paradeiro.
Familiares chegaram a se deslocar até Juazeiro do Norte para buscar imagens de câmeras de segurança em ruas e estabelecimentos por onde a professora poderia ter passado, mas nenhuma informação conclusiva foi encontrada.
Passados seis anos, não há registros, testemunhas ou indícios concretos que esclareçam o que aconteceu com Terezinha Almeida. O caso permanece envolto em mistério e dor, deixando para a família apenas o peso do silêncio e a esperança de, um dia, obter respostas.
Fonte: Marcelino Notícias
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