O ex-chefe da Casa Civil foi preso em casa, nesta segunda (3), por ordem do juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância. Dirceu é suspeito de envolvimento no esquema de corrupção que atuava na Petrobras.
Na manhã desta terça, os dirigentes do PT se reuniram, em Brasília, para, entre outros pontos, discutir sobre a prisão do ex-ministro e ex-presidente nacional da sigla. Na véspera, a legenda se limitou a divulgar uma nota na qual negou ter participado de “qualquer esquema de corrupção” e destacou que todas as doações que recebeu foram “legais”.
A executiva nacional petista publicou novo comunicado nesta terça. Mais uma vez, os dirigentes não fizeram qualquer referência na nota sobre a situação de Dirceu. Indagado sobre se a legenda estaria “abandonando” seu ex-presidente, Rui Falcão negou que o PT esteja deixando o ex-ministro à própria sorte.
“Não estamos abandonando nenhum companheiro nosso. Independentemente de abandonar ou não, toda pessoa acusada tem que ter direito de ampla defesa e contraditória. No Brasil, estão invertendo o princípio”, ressaltou o dirigente do PT.
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