O presidente da comissão responsável por regular a inteligência artificial no Brasil afirmou que a regulamentação da tecnologia não deve ser vista como imposição de barreiras, mas como oportunidade para criar caminhos que promovam inovação e segurança.
“Regular a inteligência artificial não é erguer barreiras, mas abrir caminhos, caminhos que só se consolidam quando formamos talentos, damos segurança jurídica e apostamos no futuro”, declarou.
O posicionamento reforça a intenção do governo de equilibrar desenvolvimento tecnológico com proteção legal, buscando consolidar o Brasil como um polo de inovação em inteligência artificial.
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