Em seu pronunciamento de encerramento na Assembleia Geral da ONU, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva evocou nomes de grande simbolismo humanista para reforçar sua mensagem. Citando o ex-presidente uruguaio José “Pepe” Mujica e o Papa Francisco, Lula destacou a necessidade de lideranças capazes de enxergar além dos interesses imediatos.
“Precisamos de lideranças com clareza de visão, que entendam que a ordem internacional não é um jogo de soma zero”, afirmou.
Sem mencionar diretamente o nome do ex-presidente norte-americano Donald Trump, Lula lançou uma crítica contundente ao que chamou de oportunismo político: “É preciso vencer os falsos profetas e oligarcas que exploram o medo”.
A fala, carregada de simbolismo e marcada por referências a figuras respeitadas pela simplicidade e pelo compromisso social, reforçou o tom do discurso de Lula em defesa de uma governança global mais solidária e menos refém de disputas geopolíticas.
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