Durante sua participação na Assembleia Geral da ONU, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que “atentados à soberania, sanções arbitrárias e intervenções unilaterais estão se tornando regra” no cenário internacional.
O chefe de Estado brasileiro também abordou questões internas ao condenar o que chamou de “agressão contra a independência do Poder Judiciário”, ressaltando que “essa ingerência em assuntos internos conta com o auxílio de uma extrema direita subserviente e saudosa de antigas hegemonias.”
O discurso reforça a defesa da soberania nacional e da autonomia das instituições brasileiras, além de se posicionar criticamente frente a pressões externas e políticas de atores internos que, segundo Lula, ameaçam a democracia no país.
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