No Rio Grande do Norte, a cassação de prefeitos e vice-prefeitos tem se tornado cada vez mais frequente. Os motivos vão desde improbidade administrativa até licitações suspeitas, consideradas por especialistas como casos “cabulosos”.
O aumento das cassações reflete uma vigilância mais rigorosa dos órgãos de controle, como o Tribunal de Contas do Estado (TCE), o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e o Ministério Público (MP), que têm atuado com firmeza para fiscalizar a administração municipal.
A tendência é de fechamento do cerco, elevando a pressão sobre gestores e tornando o ambiente político no interior potiguar cada vez mais instável.
📄 Fonte: Blog Jacó Costa
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