A presidente Dilma Rousseff
afirmou nesta sexta-feira (31) que a despeito do momento difícil na
economia, o programa Minha Casa, Minha Vida não irá acabar ou sofrer
cortes de orçamento.
Dilma direcionou a sua fala a aqueles
que, segundo ela, “ficam falando que o programa vai acabar” por conta de
o país estar passando “por algumas dificuldades econômicas”.
A presidente disse que um dos motivos
para o programa não acabar é que ele ajuda a roda da economia a girar,
porque gera empregos durante a construção dos conjuntos habitacionais.
Dilma inaugurou na manhã desta sexta
(31) dois condomínios do programa em Maricá, cidade da região
metropolitana do Rio. Segundo a Caixa, que financia os imóveis, 11 mil
pessoas serão beneficiadas com os dois empreendimentos que, juntos,
somam 4,4 mil apartamentos.
“O meu governo está comprometido com o
Minha Casa Minha Vida. Ficam falando assim: estão passando por alguma
dificuldades econômicas e o programa vai acabar. Vou explicar pra vocês
porque não vai. Não vai porque é importante para o povo brasileiro que
não tinha oportunidade. Além de construir casas, a gente cria emprego e
gira a roda da economia. Por isso não há hipóteses de o Minha Casa Minha
Vida não continuar”, disse.
Dilma teve uma recepção calorosa do
público que receberia as chaves dos apartamentos naquele mesmo dia. A
presidente aproveitou para reafirmar as metas da terceira fase do
programa. A presidente não falou com a imprensa.
Dilma disse que cerca de sete milhões de
casas terão sido construídas ao final de seu segundo mandato, em 2018.
Segundo ela, com as casas entregues este ano, o programa completará três
milhões de unidades concedidas.
Ela lembrou que a primeira fase entregou
um milhão de moradias e a segunda, 2,75 milhões. “Nós iremos fazer,
sim, o Minha Casa, Minha Vida 3″, disse. “É um programa de sucesso”.
Folha Press
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