O governo pediu nesta semana ao
Congresso que a meta fiscal aceite resultado negativo de R$ 117,9
bilhões nas contas públicas, equivalentes a 2,05% do PIB. Ou mais,
segundo o G1, caso estados e municípios não cumpram suas metas, embora a
previsão é de que essas unidades tenham superávit de R$ 2,9 bilhões
neste ano.
O déficit fiscal estava previsto em R$
51,8 bilhões, mas o governo pode ter que incluir dois valores neste
rombo: R$ 11,1 bilhões, caso o leilão de hidrelétricas marcado para
novembro não aconteça, e R$ 55 bilhões das “pedaladas fiscais” de 2015,
atrasos nos pagamentos de valores de anos anteriores da União a bancos
públicos, que o governo pode ter que de pagar à vista ou em parcelas.
O deputado Hugo Leal (PROS-RJ), relator
da proposta, afirmou que o ajuste fiscal tem sido feito “a duras penas”
por causa da queda na arrecadação, consequência da queda na atividade
econômica. Ele culpou em parte o Congresso por modificar propostas do
governo.
Época
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