O protótipo utiliza hidrogênio e
oxigênio para funcionar e gerar energia. O processo acaba gerando vapor e
calor, que são dispersos por furos feitos na traseira de um case a ser
vendido.
O mais interessante de tudo, porém, é o
fato de que não é necessário ligar o smartphone em uma rede elétrica
para ser recarregado. Basta plugar no dispositivo um fone que bombeia
hidrogênio, recarregando-o rapidamente.
Apesar do funcionamento impecável, os
executivos chamaram a atenção para o fato de que ainda não é viável
vendê-lo ao público em geral. “Temos agora que conseguir fazer uma
célula de combustível tão fina que possa se encaixar no chassis
existente dos celulares, sem alterações e mantendo a bateria
recarregável”, diz Henri Winand, diretor executivo da Intelligent
Energy. ”Este é um passo importante.”
Rumores ainda alertam que a empresa
britânica estaria trabalhando com a Apple para viabilizar ainda mais
rapidamente a tecnologia e, em breve, comercializar com os iPhones.
Procurada pelo The Telegraph, a Apple não quis comentar o assunto.
Link Estadão
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