Segundo jornal Folha de S. Paulo, os
autos da Receita consideram ilegal o tramite realizado para trazer o
carro ao Brasil, com o uso de empresas intermediárias para burlar
burocracias e custos adicionais da importação.
O Porsche Panamera amarelo foi comprado
por uma companhia chamada Select Import, que teria recebido R$ 60 mil
para intermediar a chegada do veículo ao país através da First S/A, que
efetivamento comprou e importou o veículo. Só então ele foi passado por
R$ 349 mil à Neymar Sport e Marketing, empresa que cuida da imagem do
atleta.
De acordo com a receita, isso é uma
forma de fugir da legislação aduaneira, pois a First não teria revelado
um comprador interessado, e a empresa de Neymar não teria os documentos
necessários para realizar a importação.
Três anos depois de ter sido entregue
como presente, o carro foi apreendido e segue até hoje sob os cuidados
da receita. Brigando na Justiça, Neymar conseguiu impedir que o carro
fosse a leilão, mas ainda não tem perspectiva de reaver seu Porshe.
A assessoria de imprensa do jogador
respondeu ao jornal, e garantiu que tudo foi feito legalmente, ao menos
pelo lado do atleta. O problema seria entre Receita e First S/A, e a
empresa teria garantido que, caso não consiga recuperar o veículo, irá
devolver todo o dinheiro.
ESPN
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