O estudo levanta os preços de todos os
itens que o motorista precisa para andar de carro e fazer a manutenção,
em cinco grupos: combustíveis, peças de reposição, serviços, impostos de
circulação e seguros.
O maior gasto do motorista é com os
combustíveis. Eles representam 30% da despesa total, o que significa R$
344,00. Depois vem o pacote de serviços automobilísticos, como
balanceamento, alinhamento, mão de obra em geral, além de
estacionamento, lavagem etc, que representam 27% das despesas, ou R$
320,00.
O terceiro grupo é o dos seguros, cujo
gasto chega a R$ 256,00 por mês e em seguida as peças de reposição, que
dão uma despesa mensal de R$ 203,00. Finalmente os impostos de
circulação (IPVA, licenciamento), com gasto de R$ 60,00.
O cálculo refere-se a um motorista que
roda em condições normais, isto é: usa o carro para ir ao trabalho,
fazer compras, passear. Considera também duas pequenas viagens por mês. O
veículo usado como base é um carro popular, com motor de 1000cc,
seminovo.
Há 107 anos, nascia o Ford T
O primeiro carro produzido em grande
escala está comemorando 107 anos este mês. O Ford T não foi o mais
vendido, mas foi o mais importante da História, porque com ele Henry
Ford inventou a linha de montagem. Conta-se que Henry Ford observou num
matadouro que o boi entrava de um lado e saia do outro em pedaços (às
vezes já em forma de linguiça). Inverteu o processo na fábrica criando
assim uma longa linha de montagem onde cada funcionário colocava uma
parte e o carro saia montado do outro lado. Não sei se a história é
verdadeira, mas é curiosa.
O Ford T foi o primeiro carro feito no
Brasil, em 1919: vinha dos EUA desmontado, em caixotes, e era montado na
fábrica da rua Florência de Abreu, no centro da de São Paulo. Tinha
motor de 17 cavalos e máxima de 75 km/h. Com essa velocidade, estaria
adequado ainda hoje rodar em São Paulo.
Pneu eficiente
A Pirelli lançou o primeiro pneu com
etiqueta de eficiência energética e com nota “A” na frenagem em piso
molhado, o Cinturato P1 Plus. O pneu tem menor resistência ao rolamento,
o que propicia 5% de economia de combustível.
Blog O Mundo em Movimento, UOL
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