O ex-diretor de Serviços da Petrobras,
Renato Duque, aceitou nesta sexta-feira (31) fazer delação premiada com o
Ministério Público Federal. Ele está preso desde março. Se contar tudo o
que sabe, Duque complicará a vida do PT na investigação. Embora negue,
Duque foi apadrinhado pelo ex-ministro da Casa Civil José Dirceu.
Procurado por ÉPOCA, seu advogado,
Alexandre Lopes de Oliveira, afirmou que ainda irá conversar com o
cliente para tentar demovê-lo da decisão: “Sou contra a delação
premiada”, disse.
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